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Atividades da MOOH na Bahia

Fonte: http://www.croba.org.br/noticias/comissao-de-odontologia-hospitalar

Comissão de Odontologia Hospitalar

Com o propósito de fortalecer o movimento nacional para a inserção do cirurgião-dentista, em caráter obrigatório, nos hospitais, a Comissão de Odontologia Hospitalar do CROBA promoveu, no dia 1º de março, o curso “Odontologia para Pacientes com Comprometimentos Sistêmicos”, ministrado pelo Prof. Dr. Paulo Sérgio Santos, da USP. O evento, com inscrições gratuitas, foi realizado na Faculdade de Odontologia da UFBA no Canela, contando com a participação de 55 profissionais.

O curso faz parte de uma série de medidas adotadas pelo Conselho para institucionalizar a Odontologia Hospitalar. O CROBA tem participado de reuniões nacionais de Medicina Oral e Odontologia Hospitalar (MOOH). A Comissão do CROBA apresentou proposta ao Secretário Estadual da Saúde e reuniu-se com a Diretoria do Hospital Geral Roberto Santos e com a Área Técnica de Saúde Bucal da SESAB.

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Ações cidadãs em Medicina Oral

No Mato Grosso

Fonte: http://www.topnews.com.br/noticias_ver.php?id=10193

Levantamento do Ministério da Saúde prevê, para 2012, 9.990 casos novos de câncer da cavidade oral em homens e 4.180 em mulheres para o Brasil. Para a região Centro-Oeste a previsão é de 3 casos para cada 100 mil habitantes e para Mato Grosso a estimativa é de 120 casos em homens e 40 em mulheres.

Diante deste quadro preocupante, professores e acadêmicos do curso de Odontologia da Univag, em Várzea Grande (MT), promovem mais uma edição do Programa de Diagnóstico e Prevenção de Câncer de Boca neste dia 24 de março.  A equipe fará ações de prevenção das 8 às 12 horas no campus da faculdade o que inclui exame para diagnóstico precoce do câncer bucal, realizando biópsias quando necessário e encaminhando o paciente quando a doença é confirmada através de exames laboratoriais.

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Também no Mato Grosso, mas em Dourados

Fonte: http://www.agorams.com.br/jornal/2012/03/academicos-se-unem-para-auxiliar-lar-do-idoso/

Na manhã de ontem os moradores do Lar dos Idosos de Dourados receberam visitas diferentes. Acadêmicos de Odontologia e Enfermagem da UNIGRAN, em parceria com Técnicos em Prótese Dentária da Iegran, ofereceram atendimento odontológico gratuitamente, inclusive a confecção das próteses que fossem necessárias.
“Para nós, ações desse tipo são de suma importância”, conta Sueli Aparecida da Rocha, gerente do Lar. Ela acredita que a participação do acadêmico faz com que ele tenha maior aceitação da sociedade quando formado.A ação faz parte de um projeto de extensão voltado aos acadêmicos da UNIGRAN, que busca oferecer ao futuro profissional a oportunidade de colocar em prática seu aprendizado, ao mesmo tempo em que usa suas habilidades para contribuir com a sociedade.

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Em São Paulo

Fonte: http://www.revistafator.com.br/ver_noticia.php?not=195346

A falta de informação é o principal problema na luta contra lesões bucais, inclusive o câncer de boca. Por essa razão, alunos e professores do curso de Odontologia da Universidade Ibirapuera uniram forças para lançar a campanha Sorriso Seguro.

Durante os atendimentos, caso seja diagnosticada alguma alteração, o paciente é encaminhado para a realização de exames. Os atendimentos, bem como os exames, são gratuitos.

A primeira data para o início da campanha está marcada para 04 de abril. Demais dias para atendimento estão divulgadas no site da instituição (www.ibirapuera.br). Os interessados podem fazer cadastro por meio do telefone  (11) 5694-7928 , segunda a sexta-feira, das 13 às 21h. O cadastro facilita o atendimento, pois tem o objetivo de evitar fila de espera. Serão atendidas pessoas de todas as idades.

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CFO cria Câmara Técnica de Intensivismo

Fonte: http://www.cropr.org.br/portal/noticias/?noticia=315

O presidente do CRO/PR, Dr. Roberto Cavali, foi indicado para compor a Câmara Técnica Intensivismo, Urgência e Emergência, do CFO, como membro titular. A Câmara faz parte da Comissão Nacional de Residência Multiprofissional.

Confira a composição completa para o exercício de 2012.

Câmara Técnica Apoio Diagnóstico e Terapêutico, Especialidades Clínicas, Especialidades Cirúrgicas:

- Titular: José Ricardo Dias Pereira

- Suplente: Marlio Ximenes Carlos

Câmara Técnica Intensivismo, Urgência e Emergência:

- Titular: Roberto Eluard da Veiga Cavali

- Suplente: Ricardo José de Holanda Vasconcellos

Câmara Técnica Atenção Básica – Saúde da Família e Comunidade – Saúde Coletiva:

- Titular: Élito Araújo

- Suplente: Francisco Xavier Paranhos Coelho Simões

Câmara Técnica Saúde Funcional:

- Titular: Maria Lúcia Zarvos Varellis

- Suplente: Rubens Côrte Real de Carvalho

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Criado Comitê de Odontologia da ABTO

Alterações bucais podem ser importantes para a investigação de comprometimentos sistêmicos, principalmente quando relacionados à condição de imunossupressão em transplantes, e há o risco de infecções. No crescente aumento do número de pacientes transplantados de órgãos e tecidos, tem-se tornado fundamental a formação de equipes multidisciplinares para atender pacientes transplantados, das quais a Odontologia pode e deve ser parte.

A participação da Odontologia junto à ABTO existe desde a última década, quando os primeiros Cirurgiões Dentistas se filiaram à Associação na busca de interação e ação interdisciplinar junto aos outros profissionais de equipes transplantadoras, com o objetivo de aprendizagem e também para oferecer os conhecimentos da Odontologia respectivos aos cuidados aos pacientes em programação de transplante e os já transplantados de órgãos e tecidos.

Este é um momento importante, pois foi aprovado junto à diretoria da ABTO e com o apoio irrestrito do Dr. Ben-Hur Ferraz Neto, a formação da Comissão de Odontologia da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos. Esta comissão terá por finalidade algumas ações de suporte de informação sobre saúde bucal aos pacientes junto ao GAT – Grupo de Apoio ao Transplantado, suporte e orientação aos profissionais da Odontologia e demais membros da equipe multiprofissional com relação aos temas relacionados à boca e suas respectivas repercussões no grupo de pacientes transplantados, além do desenvolvimento de pesquisas científicas no campo da Odontologia em transplantes.

Os membros fundadores da Comissão de Odontologia são: Prof. Dr. Fábio Luiz Coracin (TMO/HCFMUSP), Dr. Marcelo Mariano (H. Santa Cruz – SP),  Prof. Renato Costa Franco Baldan (Faculdade Metropolitana – MG), Prof. Dr. Edevaldo Tadeu Camarini (Universidade Estadual de Maringá – PR), Dr. Mário Martinelli (H. São Vicente de Paulo – RS), Profa. Dra. Liliane Elze Falcão Lins Kusterer (Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública – BA) e Prof. Dr. Paulo Sérgio da Silva Santos (Faculdade de Odontologia de Bauru, USP – SP).

Todos os membros desta comissão e as instituições às quais estes Cirurgiões Dentistas são filiados estão muito dispostos a contribuir com a ABTO e acreditam que esta parceria deva gerar muitos frutos, e o principal, melhorar a qualidade de vida dos pacientes transplantados.

Fonte: http://www.abto.org.br/abtov02/portugues/populacao/ABTONews/ano13_3/index.aspx?idCategoria=7

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Ata da reunião de março da Comissão e Grupo de MOOH do Rio Grande do Norte

ATA DE ASSEMBLÉIA GERAL ORDINÁRIA DO GRUPO DE ESTUDO EM MEDICINA ORAL E ODONTOLOGIA HOSPITALAR DO RIO GRANDE DO NORTE
Ao décimo terceiro dia do mês de março de 2012, as 19h, no Auditório do Conselho Regional de Odontologia – secção RN (CRO-RN), situado a Rua Cônego Leão Fernandes, 619 – Petrópolis – Natal/RN, reuniram-se em Assembleia Geral Ordinária os membros da Comissão de Medicina Oral e Odontologia Hospitalar do Conselho Regional de Odontologia do Rio Grande do Norte (COMOOH-RN), profissionais e acadêmicos da área odontológica e demais interessados no tema, que figuram na lista de presença.
A presidente da comissão de MOOH-RN, Dra. Diana Rosado Lopes, abriu a sessão falando um pouco sobre a reunião anterior do GEMOOH-RN e os temas a serem discutidos. A mesma ficou como secretária, responsável pela redação da ata.
(1) Curso
Ficou definido que a jornada anteriormente proposta pela Dra Diana e que, posteriormente, alguns membros do GEMOOH sugeriram que fosse um congresso, será na realidade um curso de um dia, com a presença de um Cirurgião-Dentista e outros profissionais da área de saúde do nosso estado. A data e o formato exato será definido entre a Comissão de Medicina Oral e Odontologia Hospitalar e o próprio Conselho de Odontologia do RN. Em momento oportuno, todos os detalhes serão comunicados ao grupo.
(2) Diretrizes de internação a atendimento ao paciente em Centro- Cirúrgico
A Dra Diana entrou em contato com o Dr. Paulo Hemerson de Morais para que possam ser adaptadas e divulgadas as diretrizes para o atendimento ao paciente em Centro-Cirúrgico (CC).
(3) Autorização oficial da Comissão de Medicina Oral e Odontologia Hospitalar (CMOOH) do CRO-RN, para divulgação para divulgação de membros em site
Os membros da CMOOH (CRO-RN) autorizam oficialmente a divulgação dos seus nomes como membros desta comissão no link referência do site.
(4) Aula do Dr. Gláucio de Moraes: “CONTROLE DA ANSIEDADE EM PROCEDIMENTOS ODONTOLÓGICOS”
O colega começou sua aula falando do conceito de sedação consciente e da importância das medidas não-farmacológicas no trato com o paciente. Em seguida, citou os fármacos que podem ser utilizado com o fim de sedação do paciente e destacou os benzodiazepínicos como os principais. No decorrer da aula, citou vários exemplos e foi bastante questionado em relação aos efeitos colaterais, interações medicamentosas e efeitos paradoxal.
Encerraram-se assim os trabalhos, às 22h, e o próximo encontro está previsto para o dia 03 de abril de 2012, as 19h, com conferência científica prevista com a Dra. Silvia Costa, intitulada “Anatomia e fisiologia do coração”.


Postado por Blogger no Medicina Oral e Odontologia Hospitalar em 3/16/2012 11:19:00 AM

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1ª Jornada de Odontologia Oncológica do INCA

DATA

18 e 19 de abril de 2012

PÚBLICO-ALVO

Dentistas, estudantes de odontologia, médicos e estudantes de medicina.

TAXA DE INSCRIÇÃO
Público interno (INCA): Isento (Mediante autorização da chefia)
Público externo R$ 50,00.

INCRIÇÕES
As inscrições estarão abertas (VEJA LINK) de 05/Março a 06/Abril de 2012, ou até o preenchimento das vagas oferecidas.

https://inscricaoonline.inca.gov.br/ie_eventos/eventos_hotsite.asp?id=342&id_idioma=&id_conteudo=1025

NÚMERO DE VAGAS
Público interno (INCA): 50 vagas
Público externo: 150 vagas.

LOCAL
Prédio-Sede do Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva
Auditório Moacyr Santos Silva (8º andar)
Praça Cruz Vermelha, 23 – Centro – RJ – Rio de Janeiro – Brasil

ORGANIZAÇÃO
Adriana Tavares de Moraes Atty
(Divisão de Apoio
a Rede de Atenção Oncológica – DARAO/INCA);
José Roberto de Menezes Pontes
(Chefe da seção de Estômato, Odontologia e Prótese – HC1/INCA);
Heliton Spindola Antunes
(Coordenação de Pesquisa Clínica e Incorporação Tecnológica/INCA).

INFORMAÇÕES GERAIS
Secretaria Acadêmica/CEDC
E-mails: lbsantos@inca.gov.br/
marisam@inca.gov.br

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Dicas na prescrição de fármacos

Mais uma contribuição do Blog da Medicina Oral e Odontologia Hospitalar

As dicas abaixo servem tanto para o profissional quanto para o paciente e auxiliam na segurança, previsibilidade e eficácia desta importante arma terapêutica, e que o Cirurgião Dentista usa tão pouco.

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1 – Dose – A quantidade de remédio varia conforme a doença e pode não ser a mesma indicada na bula. O médico deve informar qual é a indicada no caso e por quê. Exemplo: a bula recomenda 40 gotas a cada oito horas, mas o seu caso exige a metade.
2 – Interação alimentar – o médico deve instruir o paciente sobre o melhor horário para consumir o medicamento e explicar o por quê. Exemplo: perto das refeições alguns antibióticos snão agem como deveriam. Já os antiinflamatórios que afetam o sistema gastro-intestinal devem ser ingeridos com alimentos. Hormônios para tiróide devem ser utilizados em jejum.
3 – Interação com outros medicamentos – Anote todos os remédios que costuma tomar – mesmo os ocasionais – para não esquecer de informar ao médico. O uso conjunto de certas substâncias pode potencializar ou atrapalhar a ação de outro remédio.
4 – Medicamentos sedativos – Ainda que ele não pergunte, informe se trabalha com máquinas de risco ou com veículos. A prescrição de sedativos ou hipnóticos pode causar perda de concentração.
5 - Gravidez – Qualquer suspeita deve ser avisada. Alguns medicamentos – como analgésicos, anestésicos e anti-depressivos, entre outros – podem causar má formação do feto.
6 – Histórico de doenças do paciente – O médico deve estar ciente de todas as doença crônicas do paciente.
7 – Alergia – Informe se já teve reação – ou suspeita – alérgica, mesmo se causada pelo mais simples medicamento.
8 – Letra legível – Exija uma prescrição legível. Segundo o código de ética medica, uma receita escrita claramente é direito do paciente e obrigação do profissional.
9 – Entender a indicação dos medicamentos – Alguns remédios, apesar de indicados para o tratamento de certas doenças, podem auxiliar em outras (caso do ácido acetil-salicílico, cuja prescrição clássica é a analgesia mas que também passou a ser receitado para “afinar” o sangue). Peça essa informação ao médico.
10 - Idosos não devem tomar muitos medicamentos – as pessoas idosas têm, em média, 3 a 5 doenças. Assim, tomam até 6 a 8 medicamentos diferentes. O médico deverá ter cuidado especial ao prescrever um novo medicamento, pois como já foi escrito acima, há uma grande probabilidade de ocorrer interação, ou seja, mistura de medicamentos e isso causar efeitos colaterais sérios. Sempre pergunte ao médico se as misturas de vários remédios não podem estar causando algum dano ao idoso.
Extraído de: http://www.idosossolidarios.com.br/artigo_completo.php?id=425

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Odontologia Hospitalar em Londrina

Recebido por email, repasso para conhecimento geral.
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“Um trabalho inovador típico de países de primeiro mundo está há pelo menos um ano sendo realizado no Hospital da Zona Sul (HZN) em Londrina.” Este é o início da exclente matéria produzida pela jornalista Fernanda Borges e publicada na edição de ontem da Folha de Londrina, que trata de um projeto inédito denominado “Inserção da Odontologia Hospitalar nos Hospitais Estaduais do Paraná”, que difunde a necessidade da saúde bucal como meio de prevenção de doenças cardíacas e respiratórias, dentre outras, e também atua no tratamento das mesmas.
A idealizadora e responsável pelo projeto é a odontóloga Diana de Souza Abussafi, a quem parabenizamos pelo brilhante trabalho.
Veja reprodução da página inteira do jornal no link http://agenciab2work.blogspot.com/2012/03/diana-abussafi-e-saude-bucal.html

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Livro de Medicina Bucal e Odontologia Hospitalar

Este livro eu quero e indico…

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O cuidado com a saúde bucal do paciente no ambiente hospitalar exige do cirur­gião-dentista uma intervenção mais abrangente e, ao mesmo tempo, diferenciada, voltada para os procedimentos clínicos e emergenciais, no diagnóstico de lesões bucais e no manejo de pacientes que requerem cuidados especiais em interação com toda a equipe multidisciplinar existente nos hospitais. Para que essa ação seja plena, o profissional da Odontologia precisa aprender a rotina do hospital, conhecimentos de clínica médica, patologia clínica e laboratorial, den­tre outros que o tornarão apto para dar suporte aos pacientes hospitalizados em diversas especialidades, como UTI, oncologia, neurologia, transplantes de ór­gãos e tecidos, nefrologia, endocrinologia, geriatria, pediatria; enfim, todo e qualquer suporte necessário a um paciente que precise de atenção bucal dentro do hospital.

Esta obra foi elaborada com a participação de autores e colaboradores com ampla experiência em ambiente hospitalar e tem o objetivo de que as informações contidas nela possam contribuir para a formação de novos profissionais na área e para a complementação de informações para os que já militam nesse fas­cinante ambiente.

ISBN: 9788572888929
Autor: SANTOS, PAULO SERGIO
Selo Editorial: SANTOS
Acabamento: Cartonado
Formato: 17 X 24
Edição: 1|2012
Número de páginas: 336

Fonte: http://www.grupogen.com.br/ch/prod/10839/3441/medicina-bucal—a-pratica-na-odontologia-hospitalar.aspx

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Duas ideias para esterilização de escovas em Hospitais

Da mesma forma que há necessária preocupação com o biofilme oral em pacientes internados, também a própria escova dental e raspadores linguais podem favorecer o acúmulo de micro organismos patogênicos. Estes podem, assim, proliferar nas escovas (e raspadores linguais) e serem reinseridos na cavidade oral.

O armazenamento destes objetos auxiliares da descontaminação oral também pode favorecer a infecção cruzada além de incorporar um dificultador a mais para a implantação de rotinas em hospitais e, nos já sobrecarregados, CTIs, por exigir uma desinfecção após o uso.

A forma mais prática de lidar com o problema é o simples descarte, porém, isto pode inviabilizar o uso das escovas e raspadores em unidades menos abastadas.

Para tentar uma solução são propostas várias alternativas ao descarte, por exemplo, a lavagem e imersão em antissépticos como clorexidina e hipoclorito de sódio e uso de gaze (enrolada em abaixador lingual ou porta-agulhas) ao invés dos limpadores. Ambas alternativas já foram citadas no protocolo sugerido para UTIs.

Ultimamente tive contato com duas ideias interessantes para tentar minimizar o problema, a esterilização em autoclave e a desinfecção por luz ultra violeta. Estas alternativas só seriam viáveis em escovas convencionais já que escovas com sucção não devem, em princípio, ser reutilizadas, e em casos onde não houver precaução de contato, por exigir maior cuidado microbiológico.

Estudos de crescimento de biofilmes (culturas individuais, nas escovas e do grupo de pacientes internados), análise de custos X benefícios, considerações sobre casos específicos e mudanças de rotinas (para as equipes de enfermagem) são variáveis que devem ser bem avaliadas antes de indicar qual o melhor método a ser implantado.

Desinfecção em autoclave

A FNL Comércio de Suprimentos, representante da marca de marca de higiene bucal TePe no Brasil, acaba de investir em mais um estudo que reforça a qualidade dos produtos que comercializa. Com o apoio de um grupo de pesquisadores clínicos e de membros do Departamento de Farmácia da Faculdade de Odontologia da USP, foram realizados testes que comprovam que as escovas de dente, escovas interdentais e raspadores de língua da empresa sueca de podem ser submetidos à esterilização em autoclave sem danos mecânicos ou à eficácia dos produtos.

Segundo Maria Helena Leite, diretora da FNL, o resultado chancela o que a matriz da empresa já havia garantido e abre perspectivas para a melhoria da saúde bucal em hospitais – uma vez que permite aprimorar o controle da reinfecção dos pacientes hospitalizados – em geral comprometidos na sua condição de saúde -, por microorganismos remanescentes das suas próprias escovas dentárias. Os estudos foram realizados pelos doutores Felipe Rebello Lourenço, Teresinha de Jesus Andreoli Pinto, Marco Aurélio Hiendlemeyer Furtado e Rodrigo Guerreiro Bueno de Moraes.

Com radiação Ultra Violeta

Ver descrição do produto em http://www.fisiostore.com.br/esterilizador-ultravioleta-de-escova-de-dente-portatil-azul–relax-medic,product,RELX-101AZ,229.aspx. Aplicável somente em escovas.

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