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Inaugurado Serviço de CTBMF na Bahia

Fonte: http://www.faxaju.com.br/viz_conteudo.asp?id=131438

Esta é a primeira vez que este tipo de assistência é estruturada numa unidade hospitalar fora da capital. A expectativa da fundação é que, daqui para frente, o Hospital Regional de Itabaiana passe a resolver na região todos os casos de trauma facial, muito comuns em acidentes motociclísticos.

“Como aquela região do estado é onde encontramos a maior concentração de acidentes de motos, resolvemos implantar o serviço em Itabaiana, que já é responsável por todos os encaminhamentos ortopédicos da região”, explica o diretor operacional da FHS, Edvaldo Santos.

Somente na primeira semana de funcionamento do serviço, o hospital realizou 52 atendimentos que envolviam algum tipo de trauma facial, incluindo cirurgias. “Este é o primeiro sinal de que está havendo uma descentralização do serviço, até então restrito ao Hospital de Urgência de Sergipe (Huse)”, explica o cirurgião bucomaxilofacial, Davis Vieira.

De acordo com o especialista, a abertura do serviço em Itabaiana proporciona ainda a diminuição da sobrecarga enfrentada hoje no maior hospital do estado. “Isso nos permite trabalhar em rede, seja acolhendo os casos desta região do estado, que antes seriam levados para o Huse, ou até mesmo acolhendo os encaminhamentos da capital”, complementa.

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Ponto de vista

Recebi o email (desabafo) abaixo e transcrevo após autorização da Dra. Ana Claudia Soldá, de São Paulo. Foram feitas pequenos ajustes para a apresentação no site.

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Prezada Comissão de Odontologia Hospitalar do CRO-RJ

Meu nome é Ana Claudia Soldá, sou CD, tenho recebido vários e-mails de vocês. Gostaria de parabenizá-los pelo trabalho que estão desenvolvendo e  queria saber se aqui em São Paulo nós também poderemos ser beneficiados com as decisões que vocês estão tomando, na tentativa de posicionar o cirurgião-dentista no âmbito hospitalar, que é uma área que me interessa muito.

A maioria dos médicos que trabalha em UTI, por exemplo , delega a higiene oral dos pacientes à enfermagem  e quando eles precisam de um cuidado odontológico, chamam a equipe de buco-maxilo facial. A minha pergunta é a seguinte. Isto está certo? Chamar o buco-maxilo facial só quando existe uma dor aguda?

Porque o desconhecimento  por parte do médico ainda é tão grande? Existe, até aonde eu sei, um protocolo de higiene oral para a PAV (pneumonia associada à ventilação) em que a enfermagem utiliza clorexidina 0,12%, 3 vezes ao dia, com um auxílio de uma esponja (do tipo swab). Na opinião de vocês, isto é suficiente?
Se isto for suficiente, vou fazer algumas perguntas:
Se um paciente der entrada na UTI apresentando cárie em um dente , a clorexidina  e o swab vão ser úteis?:
Se um paciente der entrada na UTI com doença periodontal  a clorexidina e o swab vão ser úteis a ponto de eliminá-la?

E a saburra lingual também vai ser beneficiada  apenas pela clorexidina e o swab?
Se um paciente oncológico der entrada na UTI apresentando mucosite decorrente do tratamento radio e/ou quimioterápico esses dois componentes apenas vão ser apropriados? Será que não estaria faltando a aplicação de Laser nesta situação?

Acho que a clorexidina e o swab são excelentes porém não são os únicos meios de dar um tratamento digno a um paciente internado em UTI ou em outra ala hospitalar. Será que, se um dentista estiver acompanhando diariamente esses pacientes utilizando um equipo portátil, o tratamento não seria mais eficaz,  mais pormenorizado, diminuindo o tempo de internação?

Por favor entrem em contato com os médicos fornecendo essas e outras informações que vocês sabem tão bem para que os dentistas possam participar de forma mais efetiva nos hospitais
Obrigada pela atenção  e me desculpem pelo desabafo sincero

Ana Claudia Soldá
CRO-SP 46575

Oficialização do grupo de MO-OH do Rio de Janeiro

No Rio de Janeiro a formação do Grupo de Medicina Oral e Odontologia Hospitalar, o GMOH-RJ, em 2009, foi o marco para o início de todo um movimento de construção de um modelo de Odontologia voltada para a interdisciplinaridade e para o atendimento do paciente sistemicamente comprometido, ou com maior interesse médico.

A criação das Comissões de Medicina Oral e Odontologia Hospitalar, vinculadas aos Conselhos Regionais de Odontologia em diversos estados brasileiros, foi o segundo passo para a consolidação dos grupos interdisciplinares odontológicos que são a base institucional para o crescimento da área.

Sem o GMOH-RJ a comissão do CRO-RJ deixaria de ter a sua base teórica e prática, e não seria viável o crescimento exponencial que foi obtido recentemente, evidenciado pela grande presença de público nos simpósios do CIORJ, em julho. E pela realização do Fórum das Comissões com a vinda de representantes de 12 comissões dos CROs, além de CDs representando mais 3 outros estados.

Desta forma, na última reunião do GMOH-RJ, em 07 de dezembro, foi aceita a proposta de criação de um cadastro estadual, que já está disponível para todos os CDs e profissionais auxiliares fluminenses se inscreverem.

Seu objetivo é aproximar os colegas, expondo suas áreas de interesse e contatos para os outros membros do grupo, e oficializar a adesão.

Clique aqui para abrir o formulário de adesão ao GMOH-RJ.

Sugerimos aos outros estados que estudem a possibilidade de seguir o mesmo caminho para que tenhamos, no futuro, uma rede interestadual de colegas que atuem ou tenham afinidade pela Medicina Oral e Odontologia Hospitalar, vinculados aos grupos que sejam a base das Comissões oficiais.

Achamos - aqui no Rio de Janeiro - que este é o caminho para a consolidação da área, fortalecimento da ideia e início das propostas de parcerias e integração com as entidades médicas e odontológicas.

Ficamos a disposição de todos através do email do GMOH-RJ, moohrj@gmail.com, ou da Comissão de MO-OH do CRORJ, odontologiahospitalar@cro-rj.org.br.

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Odontologia para pacientes especiais no 30º CIOSP

Fonte: http://www.segs.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=60565:pessoas-com-necessidades-especiais-tem-direito-a-tratamento-odontologico-especial&catid=47:cat-saude&Itemid=328
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Muitos cirurgiões-dentistas atendem pessoas com necessidades especiais em seus consultórios e o fazem muito bem. Mas, apesar de toda boa intenção por parte dos profissionais, alguns pacientes passam por experiências desagradáveis e traumáticas por falta de abordagem adequada. Geralmente, são pacientes com problemas neuromotores, de aprendizagem, com doenças sistêmicas crônicas e até mesmo dificuldades psicossociais e transtornos emocionais.
“Felizmente, o Brasil foi o primeiro país no mundo a reconhecer a Odontologia voltada para pacientes com necessidades especiais – o que, ainda hoje, não acontece em vários outros países da América Latina e do mundo. Entretanto, ainda há que se fazer um grande trabalho educativo nesse sentido”, diz Leda Mugayar, cirurgiã-dentista e odontopediatra, que vai participar do 30° Congresso Internacional de Odontologia de São Paulo, entre 28 e 31 de janeiro.
Depois de avaliar as condições gerais, comportamentais e bucais do paciente, bem como sua adaptação ao consultório odontológico, o profissional determinará se o tratamento será realizado na clínica ou em ambiente hospitalar. “É preciso aprender a identificar a resposta do paciente ao ambiente e ao contato com o cirurgião-dentista. Muitas vezes, um trabalho de dessensibilização é fundamental para que se estabeleça uma relação de confiança e uma sensação de conforto, por parte do paciente, favorecendo o tratamento”, diz a especialista.
(…)
No dia 28 de janeiro de 2012, entre 12h e 15h, Leda Mugayar irá coordenar o Simpósio sobre Pacientes com Necessidades Especiais dentro do 30° CIOSP, que acontecerá no Expo Center Norte. Além de técnicas alternativas de tratamento, outros assuntos pertinentes serão apresentados, como aspectos psicológicos, contenção física, contenção química, anestesia geral, homeopatia aplicada, musicoterapia e equoterapia, entre outros. Informações: www.ciosp.com.br
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(*) Dra. Leda Mugayar, cirurgiã-dentista, especialista em Odontologia Pediátrica, Radiologia e Diagnóstico Oral, Odontologia para Pacientes com Necessidades Especiais, e Visiting Associate Professor na Universidade da Flórida (Departamento de Pediatria).
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Unifesp recruta voluntários para pesquisas

Restrição crônica do sono - O Centro de Estudos em Psicobiologia e Exercício (CEPE/Unifesp) está recrutando voluntários para identificar as consequências da restrição crônica de sono. O débito crônico de sono pode causar transtornos como dificuldade de memória e concentração, irritação, cansaço e diminuição do rendimento no trabalho.

Tratamento de insônia - O Departamento de Psicobiologia recrutas voluntários, com idade entre 20 e 64 anos, que tenham dificuldades em dormir, para estudo com o objetivo de tratar a insônia.

Tratamento contra câncer de cabeça e pescoço - A Disciplina de Cirurgia de Cabeça e Pescoço está recrutando voluntários para participar de pesquisa sobre a combinação de raios laser e quimioterapia para tratamento do câncer de cabeça e pescoço. Podem participar do estudo homens e mulheres com idade entre 21 e 70 anos, que tenham cânceres recorrentes de cabeça e pescoço resistentes ao tratamento por cirurgia, radioterapia e/ou quimioterapia.

Tratamento de afta recorrente - O Ambulatório de Estomatologia, do Departamento de Otorrinolaringologia e Cabeça e Pescoço, seleciona homens e mulheres, com idade acima de 18 anos, para participarem de uma pesquisa sobre tratamento de afta recorrente.

Mais informações em http://www.reporterdiario.com.br/Noticia/326899/unifesp-recruta-voluntarios-para-pesquisas/

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Reunião do GMOH-RJ, 4ª feira, 11-01-2012

EDITAL DE CONVOCAÇÃO

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Prezados colegas membros do GMOH-RJ e demais interessados,

Venho por deste Edital, convocá-lo (a) para a nossa próxima e 1ª reunião mensal referente ao ano de 2012 a ser realizada no dia 11 de Janeiro de 2012 no CRORJ às 18:00h para se deliberarem os seguintes itens da Pauta que descrevo a seguir. Tendo em vista, a importância dos assuntos a serem tratados, lembro a conveniência de sua presença. Conto com você. Participe!

Grato.

Comissão de OH-MO do CRO-RJ/ Grupo de Medicina Oral e Odontologia Hospitalar do CRO-RJ

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1º ITEM: Leitura e aprovação da ata de dezembro de 2011.

2º ITEM: Discussão sobre a realização do evento de 2012 com a Promotora de Eventos Josiane Oliveira, responsável pela Hospital Business.

3º ITEM: Posição atual do cadastro de formação dos interessados na odontologia hospitalar e medicina oral.

4º ITEM: Apresentação do Calendário das reuniões de 2012

5º ITEM: Discussão das metas de 2012 pelos subgrupos do GMOH-RJ.

ITEM: Debate sobre a realização da ANEO-2012

7º ITEM: Assuntos gerais

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Abaixo a Ata de dezembro para conhecimento geral:

- Leitura e aprovação da ata de novembro de 2011.

- Dr. Paulo Pimentel informou que enviou a Ata do Fórum das Comissões de Medicina Oral e Odontologia Hospitalar para o CRO-RJ, para que fosse enviada e submetida a apreciação de todos os CROs oficialmente. Foi sugerido que depois de avaliada e revisada pelos CROs, que a mesma seja apresentada ao CFO para ser discutida na próxima ANEO que tem previsão de acontecer no 2º semestre do 2012, para propor a Habilitação em MO-OH.

- Ficou registrada a expectativa do grupo em relação ao trâmite da documentação para acompanhamento de todos os interessados, sobre como este tema será incluído na pauta da ANEO. O Dr. Afonso Rocha informou que primeiro o assunto será levado para discussão na plenária do CFO, e este apresentará o tema para ser incluído na agenda da ANEO.

- Foi sugerido que o “passo a passo” sobre o desenvolvimento das estratégias adotadas pelo grupo de MOOH para discutir a Habilitação, seja repassado aos demais CROs afim de incentivá-los a discutirem esta assunto em seus estados, pois é necessário que este assunto seja discutido nacionalmente. Conforme Dr. Afonso Rocha explicou, no momento pode não haver “massa critica” para se discutir o tema MOOH no Brasil e nos CROs. Há a necessidade de que a sociedade seja sensibilizada, que reivindique esta modalidade de atendimento nos serviços hospitalares, convênios, junto aos gestores, etc. Sugere ainda que como grupo temos o papel de buscar sintonia nas ABOs e CROs do país. Cita que se avançou muito, mas que ainda há uma necessidade grande de se prosseguir mais na divulgação.

- Dr. Paulo Pimentel sugeriu que o GMOH-RJ se consolide como um grupo organizado e recomendou a criação de um site focado nos interesses coletivos do grupo, mostrando a importância das diversas áreas da MO-OH e potenciais comerciais para o seu crescimento. Expôs, complementando a fala do Dr. Afonso Rocha, que este pode ser um bom caminho para se alcançar a auto-suficiência do grupo além de atingir os principais consumidores, ou seja, a classe médica e os pacientes hospitalares ou domiciliares necessitados de atenção bucal.

- Dra. Luciana Teles colocou que o Dr. Jorge Pinto – presidente eleito da SOTIERJ para o biênio 2012-13 – quer estabelecer uma comissão de odontologia no órgão e que deseja realizar um simpósio sobre odontologia em UTI.

- Dr. Paulo Pimentel informou que  estabeleceu contato com a organizadora do evento “Hospital Business”, Josiane Oliveira, que demonstrou interesse em organizar o evento de MO-OH em 2012, apresentando um relatório específico para a atividade.

- Também foi debatido o formulário de cadastro dos interessados no GMOH-RJ, sendo este uma necessidade para facilitar o contato entre os colegas. Para tanto será criado uma conta de email para o GMOH-RJ que será coordenada inicialmente pelos Drs. Paulo Pimentel, Jorge Barbosa e Héliton Spíndola.

- Foi discutido o uso da toxina botulínica e acido hialuronico (AH) em odontologia. O Dr. Afonso Rocha informou que a toxina botulínica pode ser utilizada em alterações funcionais, mas que foi vetado o uso do AH até que estudos científicos amparem a odontologia e este assunto seja novamente apreciado em plenária no CFO, para que as normas de uso sejam estabelecidas. Houve a réplica de que há literatura científica respaldando o uso do ácido hialurônico nas desordens da articulação têmporomandibular.

Atenciosamente,

Comissão de OH-MO do CRO-RJ

Grupo de Medicina Oral e Odontologia Hospitalar do CRO-RJ

Transplante de ossos é alavancado pela Odontologia

Fonte: http://londrina.odiario.com/blogs/vita/2012/01/05/brasil-vive-boom-de-transplante-de-osso/

A busca por um sorriso perfeito tem lotado os consultórios dentários para alegria não só dos pacientes que recuperam sua autoestima, mas também dos profissionais especializados e de um novato nos bancos de tecidos, o osso. A odontologia tem sido responsável por uma explosão nos números de transplantes desse órgão que até bem pouco tempo era ignorado como alternativa de doação humana.

O volume do transplante ósseo no País saltou de 755 casos em 2005 para 23.647 em 2010. Nos primeiros nove meses de 2011, os registros chegaram a 17.609 casos, segundo a Associação Brasileira dos Transplantes de Órgãos (ABTO). “Há uma forte procura por esse tipo de tecido para tratamento com implantes dentários”, afirma Augusto Santos, responsável pelo Banco de Tecidos do Hospital das Clínicas de São Paulo, ligado à Faculdade de Ortopedia da USP. “O transplante de ossos é oficial, como de fígado ou rim”, explica Santos. “E tem sido muito usado nos consultórios”.

O estudo da entidade mostra que a curva dos transplantes de osso dispara a partir da regulamentação da nova lei dos bancos de tecidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Com as modernas técnicas de aproveitamento do osso de doador humano, a oferta do tecido para a reconstrução de face e região da arcada dentária aumentou de 4,1 transplantes de osso por milhão de pacientes (pmp), naquele ano, para 123,1 pmp em 2011 (janeiro a setembro).

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Uma das técnicas nesse tratamento de reposição é a do transplante de osso direto de outras partes do corpo, como da bacia do próprio paciente, para que haja reconstrução da estrutura reduzida. Os resultados são considerados excelentes, porém pode haver resistência do paciente em razão do trauma da cirurgia.

O cirurgião do HC diz que eventuais falhas podem ocorrer, mas que são, em regra, mais ligadas à técnica de implante, ou seja, às habilidades do profissional que opera, do que à rejeição do organismo receptor do osso. “A parte do osso que é colocada no paciente é somente a estrutura mineral do órgão. Não há partículas orgânicas no processo”, afirma.

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Laserterapia para alívio de problemas bucais nos pacientes oncológicos

Fonte: http://www.segs.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=60283:-laserterapia-alivia-dores-e-aftas-na-boca-de-pacientes-oncologicos-&catid=47:cat-saude&Itemid=328
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O tratamento realizado por dentistas, mas ainda desconhecido por pacientes, ajuda a reduzir os efeitos colaterais da quimioterapia e radioterapia e garante melhor qualidade de vida aos pacientes de câncer.
A odontologia avançada tem permitido aos dentistas não apenas detectar precocemente alguns tipos de câncer que se manifestam na boca, como também auxiliar no alívio da dor e no controle de efeitos colaterais da quimioterapia e da radioterapia. O tratamento, embora com eficácia comprovada na literatura internacional, ainda é desconhecido por muitos pacientes oncológicos. Prova disso é que, embora a Faculdade de Odontologia São Leopoldo Mandic ofereça esse serviço desde 2008, apenas 20 pacientes foram submetidos à laserterapia até hoje.
A laserterapia consiste basicamente na aplicação de laser nas úlceras, edemas, inflamações e hemorragias decorrentes da radioterapia e quimioterapia. De acordo com levantamento realizado pelos professores dos cursos de Especialização e Capacitação em Laser da Faculdade de Odontologia São Leopoldo Mandic, cerca de 40% dos pacientes submetidos à quimioterapia e 100% dos que recebem radioterapia de cabeça e pescoço desenvolvem a mucosite oral (aftas na boca), manifestada na forma de edema, sangramento e eritema (inflamação) na cavidade bucal. Essas úlceras praticamente impedem a boa alimentação do paciente devido à dor que o paciente sente ao ter contato com o alimento ou bebidas.
“A Laserterapia alivia a dor e melhora a qualidade de vida do paciente ao permitir que ele passe a se alimentar mais adequadamente, tenha um aumento na salivação e melhore o paladar, ajudando em sua recuperação. A intensidade da dor é variável em cada paciente, mas, de maneira geral, essas úlceras (aftas) comprometem a mastigação de alimentos, levando, muitas vezes, à alimentação por sonda, e dificultam até a fala”, explica Daiane Thais Meneguzzo, coordenadora dos cursos de Especialização e Capacitação em Laser da Faculdade de Odontologia São Leopoldo Mandic, de Campinas.
Leia  mais no artigo original…

Residência em Odontologia Pediátrica

Fonte: http://www1.imip.org.br/cms/opencms/imip/pt/imprensa/noticias/1665.html

IMIP vai oferecer Programa de Residência em Odontologia Pediátrica

O IMIP recebeu na semana passada a aprovação para oferecer um programa de residência em odontologia pediátrica. Até então essa residência só existia na cidade de Londrina. O programa dessa residência no IMIP será o segundo no Brasil.
Sob a coordenação da chefe do serviço de odontologia do IMIP, Veronica Kozmhinsky, o programa vai disponibilizar quatro vagas. As inscrições podem ser feitas a partir de hoje (03/01) e seguem até o dia 10/01 no site WWW.upenet.com.br. A prova será realizada no dia 22/01.
A Residência em Odontologia Pediátrica vai mobilizar uma equipe de cerca de 30 profissionais, entre eles ortodontistas, cirurgiões buco-maxilo-facial, periodontistas e endodontistas. As atividades devem começar em março.

Publicado em: 03.01.2012

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Medicina Oral é desprestigiada em Portugal

Nordeste transmontano vai ficar em situação de ruptura na prestação de cuidados de saúde

O funcionamento dos serviços de cuidados de Saúde na região do Nordeste Transmontano vai ser afectado a partir do próximo ano com a dispensa de 179 médicos e técnicos de saúde. Os serviços de urgência, radiologia e medicina dentária são algumas das especialidades que vão ficar em causa devido à falta de profissionais, mas o caso mais grave é o do serviço de urgência básica de Vila Nova de Foz Côa que terá mesmo que fechar se as equipas não forem reforçadas.
Consultas de medicina dentária e de pedologia poderão deixar de existir na maioria dos centros de saúde.
No total são cerca de 180 profissionais de saúde que se encontram com o seu posto de trabalho ameaçado devido às recentes políticas para o sector fomentadas pelo governo em exercício. Apoiados no argumento da contenção orçamental e diminuição do deficit público, os responsáveis do actual governo do PSD/PP vão lançar cerca de 180 pessoas no desemprego, a maioria funcionários qualificados que trabalham e vivem na região do Nordeste Transmontano.
Eliminar serviços públicos de medicina dentária a populações que vivem afastadas dos grandes centros urbanos e sem outras alternativas aos já precários cuidados de saúde oral existentes no Serviço Nacional de Saúde constitui desprezo pela própria população que paga impostos para sustentar o estado.
O Ministério da Saúde sabe que investir hoje 100 euros em medicina oral pode poupar 10 000 euros no futuro (os estudos existem e não enganam ninguém; talvez só o Senhor Ministro da Saúde não tem conhecimento).
Ordem dos Médicos Dentistas devia opor-se eficazmente a este tipo de políticas e não ficar cúmplice da degradação dos serviços de medicina oral disponibilizados à população.
Fonte: http://saudeoral.blogspot.com/2012/01/561-nordeste-transmontano-vai-ficar-em.html
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