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Sedação de pacientes em Odontologia no Crato-CE

Nota: Apesar de citado abaixo que é a primeira experiência no país, tenho notícias que projeto semelhante está acontecendo no município do Rio de Janeiro.

Fonte: http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1100761

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Pessoas especiais ou que tenham muito medo de dentista podem dispor de nova técnica durante o atendimento

Crato O Centro de Especialidades Odontológicas (CEO), regional deste Município, é a única unidade de saúde pública no País a utilizar a técnica de sedação inalatória com óxido nitroso. O procedimento, que serve como analgésico para sedação dos pacientes, consiste em uma mistura entre o oxigênio e o óxido nitroso, que são inalados através de uma máscara apropriada. A sedação é rápida, em aproximadamente 10 minutos o paciente está pronto para receber o atendimento.

A técnica está disponível há 15 dias. Antes os pacientes que apresentavam dificuldades na hora do atendimento eram sedados com medicação via oral.

O novo procedimento está sendo utilizado em todos os pacientes odontofóbicos. Ou seja, aqueles que apresentam algum comprometimento sistêmico que necessitem de controle do estresse no ato do atendimento médico. Além de pacientes que tenham dificuldades de cooperar com o atendimento, como crianças e pessoas com necessidades especiais. Todo o procedimento é feito através de um equipamento elaborado para a mistura dos gases. A técnica já é bastante difundida nos Estados Unidos e há cerca de 10 anos chegou ao Brasil, porém, disponível apenas em clínicas particulares, devido ao alto preço do equipamento e por exigir que o profissional que executa o procedimento seja especialista em sedação ou tenha habilitação na categoria.

Apesar dos benefícios para os pacientes, a falta de informação dos profissionais de Odontologia quanto ao método ainda gera opiniões divergentes sobre a técnica. Alguns acreditam que o uso do óxido nitroso, por ser usado em anestesias gerais, pode levar algum risco ao paciente durante o processo.

Entretanto, a especialista Katia Turatto, que realiza a técnica no Crato, garante que o procedimento é seguro e não oferece riscos relevantes, uma vez que o óxido nitroso só é utilizado em anestesias gerais associado a outro gás até 100 vezes mais potente que ele. “É importante que essa técnica seja mais divulgada entre os profissionais para que não ocorram dúvidas quanto a sua segurança. O equipamento possui inúmeros dispositivos de segurança que evitam qualquer falha na administração dos gases”, afirma a especialista.

De acordo com ela, quando bem indicado, o único risco eminente que o método oferece é o de, em paciente que tenham ingerido leite ou algum dos seus derivados antes do procedimento, ocorrer náuseas ou vômitos.

A especialista assegura que o novo método pode ser revertido muito mais facilmente do que a forma tradicional de sedação, onde, para que o paciente volte ao normal, é necessário a administração de drogas na veia, muitas vezes presentes apenas em âmbito hospitalar. Já com a sedação inalatória com óxido nitroso, o paciente volta ao normal em um período de dois a cinco minutos, apenas com a administração de oxigênio a 100%.

Desde que foi implantada até agora, apenas três pessoas foram atendidas utilizando a nova técnica. Os pacientes com a indicação estão sendo agendados para receberem o atendimento.

A previsão é que em dois meses haja quatro atendimentos com sedação inalatória por dia. Os pacientes que recebem a sedação pelo equipamento permanecem sendo monitorados durante todo o procedimento odontológico.

O equipamento permite que o operador mensure o nível de oxigênio no sangue e a frequência dos batimentos cardíacos de quem recebe a anestesia.

O procedimento promove um relaxamento total do paciente, mas mantém todos os reflexos protetores inalterados. A técnica está auxiliando nos atendimentos, uma vez que os pacientes ficam mais tranquilos, evitando assim o uso de estabilização protetora, que é quando ele precisa de contenção física; minimiza o uso de anestésicos e injeções locais; auxilia principalmente na diminuição do medo e de experiencias negativas de pacientes que resistem em ir ao dentista. Após o atendimento, os pacientes podem realizar todas as suas atividades rotineiras normalmente, ao contrário do que acontece na sedação convencional via oral.
(…)
Mais informações:

Centro de Especialidades Odontológicas (CEO)

Avenida Perimetral- S/N

Crato - Região do Cariri

Telefone: (88) 3586.1911

YAÇANÃ NEPONUCENA
REPÓRTER

Curso de Cirurgia e Patologia Oral na Paraíba

CBCTBMF - CURSO DE ATUALIZAÇÃO - 2012

TRAUMATOLOGIA BUCO-MAXILO-FACIAL

CIRURGIA ORTOGNÁTICA

PATOLOGIA ORAL E MAXILO-FACIAL

31 de março a 08 de dezembro de 2012

PROGRAMAÇÃO

31/03/2012 - 17:00h - O POLITRAUMATIZADO

•Abertura / A CTBMF nos Estados da Paraíba e Rio Grande do Norte / Prof. Josuel Raimundo Cavalcante (UEPB / HREDLGF / HAT)

•Anatomia Relacionada ao Traumatismo de Face / Prof. Julierme Ferreira Rocha (UFCG)

•Primeiro Atendimento ao Traumatizado de Face / Prof. Aníbal Henrique Barbosa Luna (UFPB / HEETSHL)

•Lesões Traumáticas dos Tecidos Moles / Prof. Danilo Batista Martins Barbosa (UFPB / Ortotrauma)

•Traumatismo Dento-alveolar / Profª. Luciana Ferraz Gominho (UFCG) e Prof. Hécio Henrique Araújo de Morais (UERN)

•Debate com a platéia / Moderadores: Profs. Marcos Antônio Farias de Paiva (UFPB) e Olavo S. Montenegro (UFPB) / Coquetel de abertura

28/04/2012 - 17:00h - FRATURAS DE FACE I

•A Fixação Rígida no Traumatismo de Face / Prof. Rafael GrottaGrempel (UEPB / HREDLGF)

•Fraturas de Mandíbula / Prof. José Cadmo Wanderley Araújo Filho (UFCG / FIP)

•Fraturas de Côndilo / Prof. Hécio Henrique Araújo de Morais (UERN)

•Fraturas de Maxila / Prof. José Wilson Noleto (UFCG)

•Debate com a platéia / Moderadora: Profª. Ruth Lopes de Freitas Xavier Lima (Aeronáutica – RN)

26/05/2012 - 17:00h - FRATURAS DE FACE II

•Fraturas do Complexo Zigomático-maxilar e Arco Zigomático / Prof. Sócrates Steffano Silva Tavares (HRI / HMDAA)

•Fraturas Orbitárias / Prof. Paulo Germano de Carvalho Bezerra Falcão (HRPDJC)

•Fraturas da Pirâmide Nasal / Profª. Ruth Lopes de Freitas Xavier Lima (Aeronáutica – RN)

•Fraturas do Tipo Fronto-naso-órbito-etmoidais / Prof. José Lacet de Lima Junior (HEETSHL / SINDODONTO)

•Debate com a platéia / Moderador: Prof. Hécio Henrique Araújo de Morais (UERN)

30/06/2012 - 17:00h - FRATURAS DE FACE III

•Fraturas da Região Frontal / Prof. Talvane Sobreira (UNIPÊ / HEETSHL)

•Tratamento das Sequelas das Fraturas do TerçoMédio da Face / Prof. Wagner Ranier M. Dantas (UFRN)

•Tratamento das Sequelas das Fraturas de Mandíbula / Prof. Adriano Rocha Germano (UFRN)

•Recursos Atuais na Reconstrução Óssea Alveolar / Prof. Leonardo Rocha Mendes Campos (UNIPÊ / HEETSHL)

•Debate com a platéia / Moderador: Prof. Eduardo Dias Ribeiro (UNIPÊ)

ORGANIZAÇÃO

Prof. José Wilson Noleto

Prof. Marcos Antônio Farias de Paiva

Drª Lilian Temir Gomes Silva

Sede do Conselho Regional de Odontologia da Paraíba

Avenida João Machado, n° 894 – Centro – JP

(Auditório) Tel: (83) 3513-0202

PERODICIDADE VALOR

Mensal Gratuito

REALIZAÇÃO

COORDENAÇÃO

Prof. José Wilson Noleto (Capítulo IV)

Mais informações em: http://medicinaoral.org/blog/wp-content/uploads/2012/02/educacao-continuada-2012.pdf

Odontologia Hospitalar é programa de governo em SP

Sorria Mais SP levará assistência odontológica a hospitais estaduais

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Projeto-piloto foi implantado em agosto no maior hospital público do ABC e agora será expandido para toda a rede

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O governador Geraldo Alckmin lançou nesta quarta-feira, 1º, o programa Sorria Mais São Paulo. Pioneiro no País, o projeto visa integrar o trabalho realizado por dentistas ao das equipes multidisciplinares, formadas por médicos, profissionais de enfermagem, nutrição e assistência social, entre outros e será implantado em toda a rede de hospitais estaduais.

O projeto-piloto foi implantado em agosto de 2011 no Hospital Estadual Mario Covas, em Santo André, o maior público do ABC paulista. O objetivo é garantir a manutenção da saúde bucal tanto dos pacientes internados como também os portadores de doenças crônicas atendidos regularmente nas unidades.

“São três programas importantes para a saúde bucal. Primeiro: passamos de 199 para 350 cidades no nosso programa de atendimento à saúde bucal. Segundo: a fluoretação da água. Faltam só 40 cidades para chegarmos a 645 municípios com a água fluoretada, evitando a cárie. Terceiro: o nosso grande programa de odontologia hospitalar. É a presença do cirurgião-dentista nas UTIs, nos tratamentos oncológicos, enfim, cuidando da saúde da população, e da população mais debilitada, hospitalizada”, explicou Alckmin.

Hoje o acompanhamento odontológico acontece em hospitais especializados, como o Instituto do Câncer do Estado de São Paulo, Instituto de Infectologia Emílio Ribas, Centro de Referência e Treinamento em DST/Aids e Cratod (Centro de Referência em Álcool, Tabaco e Outras Drogas). A proposta é ampliar este tipo de atendimento aos hospitais gerais da Secretaria da Saúde, que normalmente possuem apenas serviço de atendimento buco-maxilo.

“A inserção do cirurgião-dentista na equipe multiprofissional de atendimento de pacientes em hospitais contribui para minimizar o risco de infecção, melhorar a qualidade de vida e reduzir o tempo de internação além de promover um atendimento completo ao paciente”, afirma o secretário da Saúde, Giovanni Guido Cerri.

A partir da experiência implantada no Hospital Estadual Mario Covas, o Governo irá expandir o programa a outros hospitais da rede pública estadual, em parceria com as faculdades públicas de odontologia, o Conselho Regional de Odontologia de São Paulo (Crosp) e Associação Paulista de Cirurgiões Dentistas (APCD).

No Hospital Estadual Mário Covas foram atendidos 615 pacientes da Unidade de Terapia Intensiva, com visitas diárias de um cirurgião dentista para realização de exames clínicos para identificar possíveis focos de infecção, além de orientá-los sobre a higiene bucal.

Neste período foram realizados 774 procedimentos entre obturações, extrações e tratamento de focos de infecção em mucosas orais. Foi possível dimensionar a necessidade de recursos humanos para o hospital, levando em consideração, também, sua demanda médica, bem como determinar os reais custos para a implantação do programa de odontologia hospitalar e o custeio da manutenção do projeto.

Além do Mário Covas, outros sete hospitais da rede estadual deverão receber o programa neste ano: Hospital Geral do Grajaú, na capital, Hospital Geral de Carapicuíba, na Grande São Paulo e, no interior, os hospitais estaduais do Vale do Paraíba (Taubaté), Bauru, Américo Brasiliense e Sumaré, além do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto.

A expectativa é de que até 2014 toda a rede hospitalar estadual ofereça acompanhamento odontológico a pacientes internados. O investimento projetado, quando o projeto estiver em todos os hospitais, é de R$ 35 milhões por ano.

Benefícios da odontologia hospitalar

Nos três meses de Projeto Piloto no Hospital Mário Covas foi possível verificar os seguintes benefícios aos pacientes:

* Crianças portadoras de determinados tipo de câncer, que receberam metotrexato (droga que tem como efeito colateral ulcerações em boca), no atendimento odontológico tiveram os focos de infecção removidos, além de dicas de como higienizar a boca durante quimioterapia. Nesta fase foi possível zerar a reinternação dessas crianças, que começaram a se alimentar normalmente pela boca (não precisaram de sonda). Não tiveram dificuldades pra falar e passaram a receber menos medicação para dor e menos antibióticos;

* Pacientes psiquiátricos graves, que estavam completamente abalados por dor de dente ficaram menos agitados com o atendimento odontológico;

* Foi possível, ao cirurgião dentista presente no Mário Covas, identificar o que posteriormente foi confirmado como diagnóstico de um sarcoma de Kaposi (tumor maligno) em um paciente portador de HIV;

* Aos pacientes da UTI, o dentista pôde avaliar se algum foco de infecção estava comprometendo seu estado de saúde.

Fonte: Secretaria da Saúde: http://www.saopaulo.sp.gov.br/spnoticias/lenoticia.php?id=217583

Reunião do CRORJ e notícias do CIOSP

Retornando do CIOSP trago excelentes notícias para a MOOH.

Em encontro com o Dr. Emil Razuk soubemos da assinatura pelo Gov. Alckmin de uma resolução para criação do serviço de Odontologia Hospitalar em mais de 50 hospitais da rede estadual.

Também ouvimos dele o interesse na criação da comissão no CROSP e na certificação de dentistas pelos conselhos.

Representantes das comissões dos estados da Bahia (Dra. Sandra, Dr. Falcão e Dr. Francisco, presidente do CROBA), Amazonas (Dra. Vera, Presid. do CROAM), Pará (Dra. Aline), Rio de Janeiro (Eu, Dr. Héliton e Dr. Afonso, Presid. do CRORJ), Rio Grande do Norte (Dra. Cecília) e Minas Gerais (Dra. Alessandra) puderam conversar informalmente sobre as situações locais. Houve ainda uma proposta de uma nova reunião (esta oficial) das comissões para breve.

Estavam também presentes os Drs. Paulo Santos e Walmir, estusiastas da Odontologia Hospitalar em São Paulo.

Outra notícia boa foi a lotação esgotada do1º Simpósio de OH do CIOSP. Sala cheia e muito entusiasmo dos ministradores e da plateia são sinônimo de sucesso. Parabéns aos coordenadores.

Também com a sala cheia, e a presença do Presidente do CFO, foi fundada a SBDOF, Sociedade Brasileira de DTM e Dor Orofacial. Na presidência o Prof. Paulo Conti.

Finalmente comunico que a próxima reunião no CRORJ foi transferida para a próxima quarta feira, dia 8, as 18hs.

Simpósio de Odontologia Hospitalar do 30º CIOSP

EXPO CENTER NORTE
DIA 30 DE JANEIRO, DAS 16 ÀS 19 HORAS

SUCESSOS E INSUCESSOS DOS TRANSPLANTES ÓSSEOS
EM CIRURGIA BUCOMAXILOFACIAL

Edevaldo Tadeu Camarini

SIP-007

Currículo

Professor Associado UEM - Universidade Estadual de Maringá.
Mestre em Estomatologia FOB – USP.
Doutor em Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofaciais - Unesp, Araçatuba.

Programa

Transplantes ósseos - uma alternativa viável. Seleção e manipulação dos tecidos transplantáveis. Controvérsias em indicações interferem no sucesso?

SITUAÇÃO ATUAL DA ODONTOLOGIA HOSPITALAR NO BRASIL

Paulo Affonso Pimentel Junior

SIP-007

Currículo

Mestre em Patologia Bucal – UFF.
Cirurgião-Dentista do Ministério da Saúde, lotado no HFSE-RJ.
Presidente da Comissão de Odontologia Hospitalar e Medicina Oral do CRO-RJ.

Programa

A Odontologia clínica brasileira se vê diante de seu maior desafio, o de se organizar para disponibilizar um profissional qualificado e certificado por suas principais entidades para atuar efetivamente na alta complexidade, frente aos desafios do paciente com comprometimento sistêmico.
Para tanto, é preciso que os Conselhos Regionais e Federal de Odontologia, as entidades das especialidades, com participação direta no campo da Medicina Oral, os meios acadêmicos e os órgãos governamentais, especialmente o Ministério da Educação e Saúde, se organizem para a construção de um novo modelo profissional para a área.
A criação das Comissões de Medicina Oral e Odontologia Hospitalar ligadas aos Conselhos Regionais de Odontologia oferece um possível caminho em direção a esta estruturação e integração da classe. Sendo, ainda, o processo legal e melhor estruturado para ser apresentado às demais áreas da saúde e à sociedade.

APLICAÇÃO DO PROTOCOLO DE PROFILAXIA ANTIBIÓTICA PARA
ENDOCARDITE BACTERIANA (AHA 2007)

Frederico Buhatem Medeiros

SIP-007

Currículo

Doutorando em Patologia Bucal – Fousp.
Diretor do Departamento de Odontologia da Sociedade Paulista de Cardiologia – Socesp.
Mestre em Semiologia - Diagnóstico Bucal.
Especialista em Cirurgia Bucomaxilofacial e Implantodontia.

PROTOCOLO DE EMERGÊNCIAS ODONTOLÓGICAS
PRECONIZADA PELA AHA (2010)

Lilia Timerman

SIP-007

Currículo

Especialista em Pacientes com Necessidades Especiais. Mestre em Saúde Pública pela Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo. Doutora em Ciências da Saúde pela FMUSP.

Programa

A apresentação versará sobre as diretrizes de emergências cardiovasculares e ressuscitação (Suporte Básico de Vida) da American Heart Association em Odontologia, publicada em 18/10/2010, baseado no novo curso de Suporte Básico de Vida da American Heart Association.

Moderadores:

Fábio Luiz Coracin
Paulo Sérgio da Silva Santos

Prescrição de antidepressivos deve levar em conta o risco de quedas

A notícia acima foi tema de reportagem publicada na BBC. O texto é em inglês mas vale a pena ler, mesmo que com uso do tradutor do google.

São informações importantes para os que costumam prescrever os antidepressivos (amitriptilina, nortriptilina, etc.) para controle da dor crônica.

O link original é http://www.bbc.co.uk/news/health-16618160.

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Falls are the leading cause of accidental death in the over-65s

Elderly people with dementia are more likely to suffer falls if they are given anti-depressants by care home staff, a study claims.

Many dementia patients also suffer from depression and drugs known as selective serotonin uptake inhibitors (SSRIs) are frequently prescribed.

But the British Journal of Clinical Pharmacology reports that the risk of injuries from falls was tripled.

The Alzheimer’s Society called for more research into alternative treatments.

The risk of falls following treatment with older anti-depressants is well established, as the medication can cause side effects such as dizziness and unsteadiness.

It had been hoped that a move to newer SSRI-type drugs would reduce this problems, but the latest research, from the Erasmus University Medical Center in Rotterdam, appears to show the reverse.

‘Worrying’Dr Carolyn Sterke recorded the daily drug use and records of falls in 248 nursing home residents over a two-year period.

The average age of the residents was 82, and the records suggested that 152 of them had suffered a total of 683 falls.

The consequences of falls were relatively high, with 220 resulting in injuries including hip fractures and other broken bones - and one resident died following a fall.

Start Quote

More research is now needed to understand why this anti-depressant is having this effect on people with dementia and if there is an alternative treatment for depression that they could be prescribed”

Professor Clive Ballard Alzheimer’s Society

The risk of having an injury-causing fall was three times higher in residents taking SSRIs compared with those not taking the drug, and this risk rose further if the patient was being given sedative drugs as well.

Dr Sterke said that these risks needed to be taken into account when assessing whether anti-depressants were required.

She said: “Physicians should be cautious in prescribing SSRIs to older people with dementia, even at low doses.”

Professor Clive Ballard, from the Alzheimer’s Society, said it was “worrying” that such a commonly prescribed anti-depressant was causing increased risk.

He said: “It is important to highlight any aspect of care that might be causing risk to a person with dementia. We want to ensure that people with the condition are always receiving the best care possible.

“More research is now needed to understand why this anti-depressant is having this effect on people with dementia and if there is an alternative treatment for depression that they could be prescribed.

“One in three people over 65 will die with dementia yet research into the condition continues to be drastically underfunded. We must invest now.’

Medicina Oral e Odontologia Hospitalar no maior estado do Brasil

Portaria CRO-AM 001/2012
Comissão de Medicina Oral e Odontologia Hospitalar (MOOH) no Estado do Amazonas
A Presidente deste Regional resolve: nomear o Cirurgião-Dentista, Dr. Valber Barbosa Martins, como presidente da Comissão de Medicina Oral e Odontologia Hospitalar, bem como a Dra. Eliane de Oliveira Aranha Ribeiro, Dra Keuly Souza Soares e Dra. Laenilze Maria de Castro de Araújo como membros da Comissão de MOOH do Conselho Regional de Odontologia do Amazonas

Nem toda dor periauricular é uma DTM

Veja o caso clínico apresentado no “Pulo do Gato”, jornal on line da SBCE e tente acertar o diagnóstico.

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Uma mulher de 34 anos comparece ao pronto socorro (PS) com queixa de cefaleia na região peri auricular com irradiação para região temporal direita há três dias. Ela estava trabalhando assentada quando sentiu uma vertigem súbita, desconforto na garganta e uma sensação de queimação no braço e perna esquerda.

Quando tentou se levantar e caminhar, seu braço direito e perna não se moveram de forma normal e coordenada. A paciente era previamente saudável e não tomava qualquer medicação regularmente. Sem vícios; negava etilismo ou tabagismo e praticava exercícios aeróbicos quase diariamente. Sua mãe e uma série de parentes maternos sofrem de hipertensão.

Ao exame físico: A paciente tinha temperatura oral de 37,0 ° C. Pulso regular, com uma frequência de 86 bpm, pressão arterial de 164/90 e ausculta cardíaca normal. Não há sopros carotídeos. A paciente refere ter surtos prolongados de soluços. Incapaz de se manter em posição ortostática devido à grave sensação de desequilíbrio. Há ptose e miose à direita. Presença de olhar horizontal sustentado e nistagmo bilateral e também um nistagmo com fase rápida para baixo (downbeating). Há diminuição da sensibilidade à dor e temperatura na hemiface direita, queda do véu palatino à direita e diminuição do reflexo de vômito. Os movimentos da língua são normais. A força e os reflexos tendinosos profundos são normais e simétricos e está ausente o sinal de Babinski. Há um grau moderado de ataxia afetando o braço e perna direita. Há diminuição da sensibilidade à dor e temperatura no braço esquerdo, perna e tronco. A propriocepção está inalterada.

Análises laboratoriais de rotina incluindo hemograma completo, um painel metabólico básico e perfil lipídico foram normais. A tomografia computadorizada sem contraste de crânio foi normal. A Figura 1 mostra a ressonância magnética do crânio.

(…)

# Qual é o diagnóstico?

Dica: Considere os nervos cranianos envolvidos e as modalidades sensoriais comprometidas.

a) Isquemia lateral pontina à direita (Síndrome de Marie-Foix)

b) Isquemia da porção dorso-lateral direita do bulbo (Síndrome de Wallenberg);

c) Isquemia da porção dorso-medial direita do bulbo (Síndrome de Dejerine);

d) Isquemia da porção direita do bulbo (Síndrome de Babinski-Nageotte);

e) Isquemia da porção dorso-medial esquerda do bulbo;

Odontologia Hospitalar no CRO de Sergipe

Fonte: http://www.crose.com.br/ler.asp?id=265&titulo=destaques

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IX CURSO DE ATUALIZAÇÃO EM CLINICA ODONTOLÓGICA

13/01/2012, 09:55

Encontro de CTBMF no CRO de Goiás

Fonte: http://www.crogo.org.br/noticias/19012012especialistasCTBMF.htm

Aos Especialistas em Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial

O Conselho Regional de Odontologia de Goiás e o Colégio Brasileiro de Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial, irão realizar uma palestra para especialistas nesta área. Ministrada pelo Dr. Renato Nascimento, a palestra contará com o tema: “Normativas ANS e a relação da Cirurgia Buco-Maxilo-Facial com os planos hospitalares”.

O evento acontecerá no dia 24 de janeiro, às 19 horas, na sede do Conselho Regional de Odontologia, situado à Av. T-2 nº 1.371, Setor Bueno, Goiânia/GO.