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Artigo de CDs brasileiros no JOMS

J Oral Maxillofac Surg. 2011 Jul 28. [Epub ahead of print]
Bleeding Evaluation During Single Tooth Extraction in Patients With Coronary Artery Disease and Acetylsalicylic Acid Therapy Suspension: A Prospective, Double-Blinded, and Randomized Study.
Medeiros FBde Andrade ACAngelis GAConrado VCTimerman LFarsky PDib LL.

Source

Director, Department of Dentistry, Sociedade Paulista de Cardiologia do Estado São Paulo, Brazil; PhD Student, Department of Oral Pathology, Faculdade de Odontologia, USP - Universidade de São Paulo, Brazil.

Abstract

PURPOSE:

Acetylsalicylic acid (ASA) has been used for the primary and secondary prevention of cardiovascular events. To reduce bleeding, the administration of ASA has traditionally been suspended before dental procedures; however, this suspension potentially increases the risk of thromboembolic events. The effect of ASA on the amount of bleeding that occurs during tooth extraction procedures is controversial, and perioperative guidelines recommend that ASA administration should not be altered for such procedures. The aim of this study was to evaluate the amount of bleeding that occurs during the intraoperative period of tooth extraction procedures in patients with coronary artery disease who are either undergoing acetylsalicylic acid (ASA) therapy or who have been instructed to suspend their ASA use.

PATIENTS AND METHODS:

Sixty-three patients with coronary artery disease who required tooth extraction were enrolled in this study. All patients were receiving 100 mg/d of ASA at the time of enrollment and were randomly placed into 2 groups: group S, which was comprised of patients whose ASA therapy was suspended 7 days before tooth extraction, and group NS, comprised of patients whose ASA therapy was unaltered. A platelet aggregation test was carried out on the day of the operation, and the amount of bleeding was measured during the intraoperative period by means of aspirated blood collection. All the extractions were performed by the same surgeon, who was unaware of whether the patient’s ASA therapy had been suspended.

RESULTS:

The mean (± SD) volume of bleeding was 12.10 ± 9.37 mL for patients who underwent ASA therapy suspension and 16.38 ± 13.54 mL for those patients whose treatments were unaltered (P = .151). Local hemostatic methods were sufficient to control bleeding, and there were no reported episodes of hemorrhaging during the intra- and postoperative periods. The platelet reactivity index values exhibited statistically significant differences between the 2 investigated groups (P = .004). The platelet reactivity index values for group S and group NS were 242.58 ± 71.26 and 192.09 ± 60.54, respectively.

CONCLUSION:

There was no difference in the amount of bleeding that occurred during tooth extraction between patients who continued ASA therapy versus patients who suspended their ASA therapy. The platelet reactivity test demonstrated a reduction in platelet aggregation in the ASA therapy group (group NS), but this reduction was without clinical consequence.

Analgesia inalatória e Medicina Oral

Caros colegas,

Na última quarta-feira tivemos uma ótima oportunidade de nos inteirarmos sobre a opinião de um especialista na utilização da Analgesia Inalatória com o óxido nitroso (AION). O Prof. Mauro Althoff apresentou, de forma resumida porém elucidativa, as vantagens da utilização desta técnica, tão prática quanto segura e que está ao alcance do Cirurgião Dentista que queira controlar a ansiedade, o medo e a insegurança do paciente durante o tratamento odontológico.

Como foi dito no encontro, é uma técnica que pode auxiliar tanto no ambiente privado de um consultório dentário convencional ou em uma consulta domiciliar, quanto no ambiente hospitalar, evitando, em alguns casos, a utilização do centro cirúrgico e técnicas anestésicas mais complexas.

A AION, conforme foi colocado pelo palestrante, possui também alguns interesses em comum com a Medicina Oral e Odontologia Hospitalar, pois todas necessitam de conhecimento profundo de Semiologia Médica e noções avançadas para lidar com emergências. São, ainda, fundamentais para a abordagem ao paciente com comprometimento sistêmico, pois é parte do protocolo de redução do stress a utilização da AION.

O encontro pode ter ajudado na integração entre o GMOH-RJ e os interesses do Prof. Mauro, integrante da Academia de Odontologia do Rio de Janeiro, e que também atua como coordenador da capacitação para uso da AION. Anunciou que é desejo dos “analgesistas” ampliar sua área de atuação para também oferecer a anestesia local odontológica e a analgesia por via venosa em alguns casos (conforme proposta do Prof. Malamed). Tal mudança (a utilização da via endovenosa para a sedação) aumentaria em muito a complexidade do procedimento executado por este profissional e, certamente, exigiria uma formação mais sólida. Acarretaria também um aumento nas críticas da Sociedade Brasileira de Anestesiologia, e seus membros, ao Cirurgião Dentista que ofereceça estes serviços à sociedade.

 

Tal como o CD que se propõe a atuar no ambiente hospitalar, existe um caminho longo a ser percorrido até que a Odontologia seja reconhecida como uma área da saúde, separada administrativamente da Medicina, mas unida no que tange a necessidade do conhecimento médico, através da adequação curricular, na graduação e pós graduação, para dar ao CD a capacidade de atuar com segurança e eficácia nas situações críticas, dentro ou fora dos hospitais.

Analgesia inalatória: “A Odontologia sem medo”

Reunião de outubro do Grupo de Medicina Oral e Odontologia Hospitalar do Rio de Janeiro

 

Direcionada aos colegas interessados na área e cirurgiões dentistas em geral.

 

1ª atividade:

Palestrante: Prof. Mauro Althoff

- Especialista em odontopediatria

- Habilitado na 1ª turma de analgesia inalatória no Brasil

- Coordenador do curso de habilitação em analgesia inalatória da Academia de Odontologia do Estado do Rio de Janeiro

 

Tema

Analgesia inalatória: “A Odontologia sem medo”

 

Data: 06/10/2010

Local: Auditório do CRORJ (Rua Araújo Porto Alegre, 70/5º and) - Centro - Rio de Janeiro

Horário: 18:00 às 19:15

 

2ª atividade:

Reunião administrativa do GMOH-RJ até às 20 hs.

BRUXISMO - A visão da Odontologia

    Abaixo o vídeo da entrevista concedida por mim ao Programa Ligado em  Saúde da FIOCRUZ em outubro de 2008 sobre este importante problema de saúde associado à Odontologia e outras áreas da saúde. Ou assista no link: http://www.youtube.com/watch?v=1vtSO0l0tP0.

    Agradeço à produção do programa pela atenção e dicas e à Coordenação de Saúde Bucal da Prefeitura do Rio de Janeiro, Dras. Márcia Torres e Carla Bianca pela indicação para a entrevista.

 

Impressões do Fórum de Odontologia Hospitalar do CIORJ 2009

O fórum ocorrido no dia 18/07/09 levantou inúmeras questões que temos abordado aqui no site gerando algumas boas impressões nos participantes.

 

Dentre as questões destacam-se: 

1- A vertente acadêmica da Odontologia Hospitalar com o assistencialismo aliado ao ensino e pesquisa em pacientes com comprometimento sistêmico no Hospital Clemetino Fraga da UFRJ. O Serviço, apresentado pelo Prof. Arley Silva Filho, iniciou sua atuação com os pacientes do DIP, mas hoje insere-se em várias disciplinas médicas.

 

2- O Prof. Jorge Barbosa, do Serviço de Odontologia do HEMORIO, apresentou várias situações clínicas onde a Odontologia mostrou-se essencial ao pleno atendimento do paciente portador de distúrbios da coagulação. 

3- Eu (Paulo Pimentel), representando o Serviço de Odontologia do HSE, mostrei a atuação em alta complexidade da Dor Orofacial, enfatizando a necessidade de uma integração com a rede de atenção básica e média complexidade do SUS e com vários serviços médicos hospitalares. Apresentei ainda a atual situação técnico administrativa do HSE com seu imenso porte e as consequentes dificuldades de integração plena. Finalmente expus o que considero essencial para a implantação da Odontologia Hospitalar no Brasil em termos institucionais, acadêmicos, corporativo/profissional e possíveis caminhos futuros.

 

4- A Prof. Marcia Hirata do Hospital Central da Aeronáutica, periodontista e estomatologista, mostrou a implantação da medicina periodontal em seu hospital, especialmente no serviço de Medicina Intensiva, onde apresentou documentos para a implantação de Norma Padrão de Ação da Odontologia na UTI. 

Ao término das apresentações foi aberto ao público o debate sobre novas ações a serem realizadas para a efetivação da Odontologia Hospitalar. Destacaram-se os colegas, Dr. Afonso Rocha do CRORJ, Dr. Wellington Cavalcanti, chefe do serviço de Odontologia do HEMORIO, Dr. Paulo Moreira do Instituto Nacional de Cardiologia, Dr. Nataldo Alexandre, ex-chefe do Serviço de Odontologia do Hospital Cardoso Fontes, Dr. Roberto Neves do Instituto Nacional do Câncer e o Dr. Luciano do Serviço de Emergência em CTBMF do HUAP da UFF. Outros colegas também estiveram presentes e abrilhantaram a discussão.

 

Todo o fórum foi registrado em ata e uma próxima reunião no CRORJ será agendada visando ações institucionais em benefício da Odontologia Hospitalar. Os interessados, que participaram do fórum ou não, podem enviar comentários para este post no link abaixo: 

http://medicinaoral.org/blog/2009/07/21/impressoes-do-forum-de-odontologia-hospitalar-do-ciorj-2009/#comments.

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Você acha necessária capacitação para o exercício da Odontologia Hospitalar?
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Curso de Medicina Oral no HSE - 2009

 

A promoção de saúde só será completa com integração do Cirurgião Dentista (CD) na equipe multiprofissional de saúde hospitalar, colaborando com seu conhecimento na sua área de atuação para restaurar na plenitude, e no mais breve tempo possível, a saúde do paciente.

Diversos protocolos médicos já inserem a necessidade da avaliação e intervenção do CD previamente a determinados procedimentos médicos (cirurgias cardíacas, transplantes, tratamento com bifosfonatos, etc…) e, alguns destes protocolos exigem a atuação do CD dentro do hospital (entre outros, ocorrências de emergências, melhores recursos, necessidade de equipe auxiliar treinada, possibilidade de internação).

Avaliação, adequação e atuação do CD alteram positivamente o quadro clinico dos pacientes, minimizando fatores que possam influenciar negativamente o tratamento sistêmico, pois a condição oral altera a evolução e resposta ao tratamento médico. Assim, o conceito ampliado de saúde se faz indispensável com a atuação do CD no hospital.

No formato vigente na maioria dos hospitais brasileiros, a atuação dos CD está com baixo aproveitamento, focando mera prestação de serviços básicos e de baixa resolução. Baseado na atuação somente nas cadeiras odontológicas, como resposta a uma demanda espontânea.

Portanto se faz necessário reorganizar o modelo de atuação dos CD nos hospitais e institutos, buscando a formação de um serviço de odontologia hospitalar que promova a saúde bucal dentro de uma visão integrada com as outras profissões de saúde, e nas necessidades do paciente enquanto internado ou necessitando de serviços odontológicos de alta complexidade. Diversos trabalhos, por exemplo, comprovam a associação entre infecções orais e doenças sistêmicas, e necessitam da atuação do CD hospitalar na resolução dessas patologias.

Desta forma, buscando dar maior informações aos Cirurgiões Dentistas (CD) da equipe de Odontologia do HSE e também a interessados externos ao serviço, e empenhados em dar continuidade à missão de ensino já existente no HSE, foi elaborado este Curso de Medicina Oral que visa integrar o CD neste contexto.

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Informações sobre o curso podem ser obtidas no link: http://medicinaoral.org/blog/residencias-e-pos-graduacoes/

 

 

 

 

Redução do estresse no tratamento odontológico

   Um dos fatores mais importantes no desencadeamento de situações de emergência no atendimento odontológico é a presença do estresse. A capacidade de controle deste sintoma é um dos diferenciais que caracterizam o Cirurgião-Dentista (CD) quanto à sua aceitação por pacientes, mas esta capacidade não deve apenas ser atributo de poucos. A via emocional, afetiva e cultural para o aumento da empatia na relação paciente-profissional é tão necessária quanto os saberes técnicos no intuito de se obter a qualidade plena no atendimento odontológico. Mas, situações onde há impraticabilidade ¾ parcial ou total ¾ na abordagem ao paciente, geralmente por dificuldade de comunicação, exigem a implementação de técnicas de sedação ou mesmo a anestesia geral.

   É consenso geral que a classe odontológica, apesar de autorizada a prescrever medicamentos psicotrópicos, não possui experiência e segurança para indicar, ou contraindicar o uso destes fármacos. Na verdade, o breve e insípido ensino de farmacologia nas faculdades de Odontologia brasileiras contribui para esta falta de conhecimento básico, mas também há pouco, ou nenhum, domínio de clínica médica, fisiologia e patologia geral, o que torna realmente difícil senão impossível, para o CD, a prescrição com verdadeira segurança, não só dos psicotrópicos, mas de qualquer medicamento.

   O que foi escrito acima é um dos argumentos mais importantes na tentativa de se adequar a realidade da Odontologia às exigências de um atendimento seguro e eficaz e o CD não pode ficar a mercê apenas da via psicológico-comportamental para efetivar a totalidade dos casos. Cabe a este profissional a realização de uma anamnese acurada, a identificação de doenças que dificultem a absorção, metabolização ou excreção de drogas, lidar com interações medicamentosas e possuir o prévio conhecimento de efeitos colaterais e reações adversas que porventura ocorram. Cabe ainda a capacidade de decidir qual técnica de sedação deverá ser realizada, ou se há necessidade de atitudes mais avançadas, como o atendimento em ambiente hospitalar para procedimentos mais complexos.

   Abaixo serão citados alguns artigos sobre o tema, disponíveis na internet ¾ via Google ¾ para aprofundar o assunto e estimular a prática da redução do estresse pelo CD, seja ela em que nível for.

links:

http://eduep.uepb.edu.br/pboci/pdf/Artigo7v73.pdf

http://www.jdentaled.org/cgi/reprint/68/11/1172

http://www.uepg.br/propesp/publicatio/bio/2004_1/01.pdf

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Qual é o melhor protocolo para redução da ansiedade?
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Qual anestésico local é o mais seguro para Gestantes?

Esta pergunta deve ser feita por todos dentistas que lidam com este tipo de paciente especial, pois além de dar preferência pelo 2º trimestre de gravidez, fazer aconselhamentos sobre prevenção e higienização bucal e realizar breves e inofensivos tratamentos há situações em que cuidados mais avançados são também indicados. E nestas situações há que se pesar o risco benefício e lançar mão de procedimentos complexos que não seriam indicados num primeiro momento como, radiografias, prescrição de drogas e também a anestesia local.

E aí vem a pergunta título deste post. Qual é o bloqueador do estímulo nervoso mais indicado nesta fase? Eu sempre tinha ouvido falar sobre a bupivacaína (não sei onde, porém é constante pergunta de concursos), mas consultando o Sonis novo (Oral Medicine Secrets, Sonis ST et al, Ed. Hanley & Belfus, 2003) me deparei com a Classificação de Risco de Drogas da FDA. Nela as classes A e B são liberadas para prescrição pelo dentista, pois já foram feitos suficientes estudos em animais e seres humanos quanto a teratogenicidade. A classe C pode ser prescrita pelo CD, mas com a anuência do Ginecologista (GO). A classe D só pode ser prescrita por médicos e em condições muito especiais, e a classe X é proibida para gestantes.

Lá a lidocaína é colocada como classe B, assim como a prilocaína. A mepivacaína e a bupivacaína são classe C. O capítulo do livro (escrito por Fazio D.M.D. e Fang M.D., PhD) ainda lista vários outros medicamentos, e libera o uso da adrenalina (valem as mesmas considerações já mencionadas no post dos cardiopatas) com a restrição de uso de apenas 2 tubetes com adr. 1:100.000.

Pesquisando mais, encontrei na internet uma monografia: “Uso de Anestésicos Locais em Gestantes” de autoria de CINTHIA PALMIRA BARBOSA e lá ela cita “…bupivacaína seria o agente anestésico mais seguro para o uso em gestantes. Entretanto, sua longa duração de ação anestésica (6 a 7 horas, em média), limita seu emprego em pacientes grávidas. E também o seu efeito tóxico para o fígado impede seu uso na gestante (ANDRADE, 1998).”

Paiva e Cavalcanti destacam: “No Brasil, dentre os anestésicos de longa duração, somente o cloridrato de bupivacaína está disponível comercialmente. Apresenta potência quatro vezes maior que a lidocaína e uma toxicidade quatro vezes menor.” e mais a frente acrescenta “A bupivacaína apresenta a maior cardiotoxicidade, maior penetrabilidade nas membranas do coração e maior resistência após eventual parada cardíaca.” Sobre os novos compostos comenta “Os agentes anestésicos novos (ropivacaína e levobupivacaína) podem ser considerados mais seguros que a bupivacaína…”

Assim, acredito que o composto Lidocaína 2% + Adrenalina 1:100.000 seja hoje a solução mais segura para a utilização em gestantes. Lembrando da restrição de apenas 2 tubetes por sessão e o cuidado extremo em se evitar a injeção intravascular.

Mas, como vemos sempre nesta questão de protocolos, há controvérsias. E também ocorrem mudanças. Se alguém souber de outras opiniões e proposições que acrecentem a este tema, como já o fez a Dra. Cristiane Pingarilho, aceitamos de bom grado.

Mais informações:

http://medicinaoral.org/blog/category/farmacologia/

http://medicinaoral.org/blog/2010/06/29/associacao-americana-lanca-guia-de-diretrizes-para-os-cuidados-orais-de-mulheres-gravidas/

http://www.msd-brazil.com/msd43/m_manual/mm_sec22_247.htm

http://www.fda.gov/womens/healthinformation/pregnancy.html

http://www.abo-go.org.br/robrac/artigos/artigo_0000318.pdf

Encontro de Dor Orofacial no Congresso de Cefaléia

Caros Colegas,

A pedido do Prof. José Luiz Peixoto envio abaixo o folheto do Congresso do Comitê de Dor Orofacial e Disfunções da ATM que ocorrerá no Congresso Brasileiro de Cefaléia em Natal (9-11 de outubro). É um evento de ambito nacional que tem prestigiado a classe Odontológica.
Sua participação ou a indicação para alguém que se interesse pelo assunto será muito bem vinda.
Um abraço e obrigado.

Paulo Pimentel

(clique na imagem para facilitar a visualização)