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Estudo sobre deslocamento (luxação) da ATM

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Um estudo sobre deslocamento (ou luxação) da ATM será realizado no Hospital dos Servidores e convoca pacientes com problemas semelhantes ao caso apresentado no vídeo (o vulgo queixo caído) a comparecerem para avaliação e tratamento no Serviço de Odontologia do HSE (Rio de Janeiro). Informações no telefone: 0xx21 2291-3131, ramal 3618 ou email para paulopimentel@cruiser.com.br.

O trabalho já foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa do Hospital.

Os Dentistas que desejarem também podem encaminhar os casos.

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Os pacientes apresentando deslocamentos da articulação têmporomandibular (ATM) são comumente avaliados por especialistas em cirurgia bucomaxilofacial e recebem tratamentos, tanto clínicos quanto cirúrgicos, dependendo do grau de severidade do quadro. A participação de clínicos especialistas em disfunções da ATM (DTM) geralmente não é enfatizada por motivos que variam de falta de informação sobre a existência e área de atuação da especialidade, cultura vigente no meio médico e ausência de literatura específica que enfatize a participação destes profissionais.

Os relatos científicos sobre a participação dos fatores relacionados às DTM na gênese ou agravamento dos deslocamentos das ATM é escasso. Fatores etiológicos como bruxismo ou alterações oclusais, e.g. perda de dimensão vertical, ausência dentária, prematuridade em relação cêntrica e falta de estabilidade protética não são mencionados. A história de macrotrauma é geralmente o único fator abordado, mas o microtrauma gerado por hábitos parafuncionais, por exemplo, não é citado.

A presença dos sinais e sintomas típicos das DTM são as mialgias, ruídos articulares, artralgias e prejuízo na função mandibular podendo levar ainda a redução da amplitude de movimento, desvio e deflexão durante a abertura e incoordenação no movimento.

Outras alterações comumente associadas às DTM são de origem otológica: zumbido, plenitude e otalgia; origem neurológica: cefaléias e distúrbios do sono; psiquiátricas: depressão e ansiedade; e ortopédico / fisioterápicas: cervicalgias.

As doenças sistêmicas também podem induzir manifestações de disfunções têmporomandibulares, como as alterações reumatológicas provenientes de vasculites (lupus eritematoso sistêmico), as degenerativas (artrite reumatóide) e alterações musculares (fibromialgia).

Entrevista sobre MOOH

No momento em que temos o CFO e a ABENO em debate sobre qual será o modelo de residência odontológica a ser enviado aos Ministérios da Educação e Saúde, vale a pena uma lida na entrevista abaixo, concedida há algum tempo, mas ainda não publicada.

Nela abordo o tema da Medicina Oral como essencial à formação odontológica, especialmente na Odontologia Hospitalar.

Talvez esse não seja o ponto de vista da ABENO, que pode moldar a residência às especialidades odontológicas tradicionais (ainda não se sabe qual é o texto final) e não contemplar a Odontologia Hospitalar em toda sua abrangência.

 

 1) Conte sobre a sua experiência com a Odontologia Hospitalar e os atuais trabalhos o HSE? (Fale sobre a equipe, o numero de atendimentos, os serviços realizados, a importância deles, etc).

 

R: Iniciei minhas atividades no HSE, um Hospital Federal do Rio de Janeiro há três anos, e encontrei um serviço ainda não completamente estruturado quanto ao que se entende como Odontologia Hospitalar (OH), ou seja, o atendimento de alta complexidade em integração com os serviços médicos e a rede pública de média e baixa complexidade.

Temos tomado atitudes para mudar o perfil do atendimento odontológico priorizando os casos que necessitem de intervenção do Cirurgião Dentista (CD) em uma unidade hospitalar, por exemplo, pacientes internados, que tenham problemas sistêmicos e precisem de monitoramento durante os procedimentos, casos de diagnósticos complexos e cooperação, através de protocolos, com os serviços médicos. Dentre estas ações estão a capacitação dos CD, a orientação às chefias de serviços quanto aos casos pertinentes da alta complexidade odontológica e orientação sobre a atenção à saúde bucal para as equipes de enfermagem. Minha atuação é mais focada no diagnóstico e tratamento das dores orofaciais, na consultoria para reestruturação do serviço e na capacitação dos CD do serviço visando a atuação plena em OH. Atualmente temos uma capacitação em andamento com a participação de médicos e dentistas do HSE e de outras unidades para fomentar a atuação nos protocolos interdisciplinares. Sobre minha atuação clínica na dor orofacial, temos uma estatística de 800 atendimentos realizados nos três últimos anos, porém, como somos a única referência do SUS em dor orofacial e disfunções da ATM, ainda atendemos casos de média complexidade. Temos tido reuniões com a secretaria municipal do Rio de Janeiro para auxiliar na implantação de centros de dor orofacial de média complexidade minimizando a necessidade do atendimento hospitalar (que deve apenas ser feito nos casos mais difíceis).

Nossa equipe conta também com um serviço de Odontopediatria, Cirurgia Bucomaxilofacial, Radiologia Odontológica, Periodontia e CDs que atuam na clínica odontológica. Além disso, temos uma CD que também é enfermeira e auxilia na administração do serviço e coordenação das auxiliares.

 

2) Quais são as maiores dificuldades na relação entre os dentistas e a equipe de saúde (médicos, enfermeiros, etc). Estes profissionais conhecem a importância do trabalho realizado pelo dentista dentro dos hospitais?

 

R: Há falta de informação dos outros profissionais quanto à pertinência da atuação da OH. Eles não sabem direito o porque de estarmos em um hospital. Outra dificuldade é a própria falta de formação em Medicina Oral dos CD brasileiros, pois estes não tem o pleno conhecimento de suas responsabilidades e deveres dentro dos hospitais.

 

3) Na sua opinião, o que impede a Odontologia Hospitalar de se tornar uma especialidade (oficial)? O Sr. acredita que esse fato “afasta” muitos dentistas que seguir este caminho na profissão?

 

R: Não acho que deva se tornar (mais uma) especialidade. Eu acredito que a formação correta seria uma residência em Medicina Oral, realizada no ambiente hospitalar, onde o CD teria o aprendizado integrado a outras equipes de saúde e teria noções gerais de patologia bucal, estomatologia, atendimento a pacientes com problemas sistêmicos, dor orofacial, cirurgia oral, emergências médicas, farmacologia, microbiologia oral e a atuação integrada com as unidades de apoio em média complexidade e os centros de saúde da família. Só um CD com esta formação mínima de 5800 horas teria condição de atuar no ambiente hospitalar satisfatoriamente.

 

4) Qual sua opinião a respeito do Projeto de Lei que tem por objetivo a inclusão dos dentistas nas UTIs?

 

R: Acho que chama a atenção para a nossa atuação e isto é bem vindo, mas não acredito que uma lei modifique este modelo se o CD não se mostrar economicamente viável para as unidades hospitalares privadas. É preciso que as entidades odontológicas também chamem a atenção para este problema de falta de atenção à saúde oral dos pacientes internados e que a sociedade entenda a importância de nossa presença.

 

5) O que é o MOOH? (Fale sobre os objetivos, o que tem sido feito, como outros profissionais podem participar, etc).

 

R: A Medicina Oral (MO) é reconhecida no mundo inteiro como a área de conhecimento que abrange toda atuação odontológica onde o conhecimento médico é essencial, como nas situações citadas anteriormente. É importante para a Odontologia como um todo, mas é fundamental para a atuação da Odontologia Hospitalar (OH). Temos feito reuniões no Rio de Janeiro e em outros estados para propagar estas idéias e utilizo o site www.medicinaoral.org como um canal de divulgação do conhecimento e integração dos diversos centros brasileiros. Tudo é feito de forma aberta e contamos com a participação de todos os interessados em aderir a esta ampla e instigante área da Odontologia.

A ABORJ abriu suas portas para a Dor Orofacial e a Disfunção da ATM

 A partir de setembro a Associação de Odontologia do Rio de Janeiro está oferecendo o atendimento clínico aos pacientes com dores orofaciais e disfunções da ATM (DOF-DTM). O tratamento a estes pacientes é de extrema importância, mas há dificuldade em se encontrar serviços especializados no Estado.

Outra dificuldade que existe é o pouco conhecimento da especialidade (reconhecida pelo Conselho Federal de Odontologia desde 2002) que lida com estas incômodas situações. Profissionais da área médica, e até mesmo odontológica, encaminham inicialmente seus pacientes para cirurgiões bucomaxilos, reabilitadores orais ou ortodontistas antes que estes encontrem os especialistas em DOF-DTM.

 

 

A proposta do grupo é atender os pacientes priorizando o diagnóstico e a realização de procedimentos reversíveis antes de qualquer encaminhamento para os serviços considerados irreversíveis (cirurgias, desgastes e movimentações dentárias), além do trabalho interdisciplinar com outras profissões da área médica.

É possível ainda a participação de Cirurgiões Dentistas e outros profissionais da área da saúde, como Fisioterapeutas e Fonoaudiólogos, nas atividades da clínica inscrevendo-se em uma capacitação oferecida nos meses de novembro e dezembro deste ano. Também serão ministradas aulas teóricas sobre os fundamentos da DOF-DTM. Informações podem ser obtidas no link: http://www.aborj.org.br/default.asp?menu=3

Dor Orofacial em Vitória - ES

 

   Recebi o email do Dr. José Luiz e reproduzo abaixo.

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   “Caros Doutores e Doutoras,

    Este ano o IV Congresso do Comitê de Dor Orofacial da Sociedade Brasileira de Cefaleia (IV CDOF SBCe) acontecerá entre os dias 8 e 10 de outubro na cidade de Vitória, ES. O presidente local do IV CDOF será o Dr. Marcio Bittencourt que em sua palestra de abertura avaliará o papel da especialidade de Dor Orofacial e DTM no meio odontológico brasileiro e maneiras de inserí-la nas políticas públicas de saúde bucal.

    A programação valorizará o relacionamento das Disfunções Têmporo-Mandibulares com as Cefaleias e o Sono, além de uma palestra especial sobre o papel da Acupuntura na área das Dores Orofaciais e DTM que se seguirá (e com certeza complementará) a sessão sobre Tratamento das Mialgias Mastigatórias. Como novidade, neste ano será realizada uma sessão especial em que ELAS nos mostrarão como pensam a área de DOF, DTM, e Cefaleia. E, com o apoio da atual diretoria da SBCe, traremos pela primeira vez em nosso evento um convidado internacional, o Dr. Eric Schiffman, que nos falará sobre a experiência dele de mais de 25 anos de prática exclusiva (junto com o Dr. James Fricton) em DOF e DTM na Universidade de Minnesota (EUA), além de também trazer as novidades do RDC-TMD-2 (do qual é um dos líderes do projeto de validação)que passa por modificações importantes para adequá-lo também a prática clínica.

    Aproveito para lembrar que a inscrição ao IV CDOF dará direito ao colega inscrito também participar de todas as sessões do XXIII Congresso Brasileiro de Cefaleias. A presença maciça de colegas de nossa área irá nos fortalecer junto a SBCe e a classe médica em geral permitindo que realizemos novos projetos no futuro.

    Todas as informações sobre o evento (programação, palestrantes, inscrições,…) encontram-se na página da SBCe que vocês poderão acessar no link www.congresso.sbcefaleia.com. Peço, também, que vocês ajudem a divulgar o evento remetendo este e-mail para seus colegas que também se interessam pela área de DTM, DOF e Cefaleias.

    E não se esqueçam de levar posters para serem expostos lá!

    Então, até Vitória em outubro!

    José Luiz Peixoto Filho (pelo Comitê de Dor Orofacial da SBCe)”

BRUXISMO - A visão da Odontologia

    Abaixo o vídeo da entrevista concedida por mim ao Programa Ligado em  Saúde da FIOCRUZ em outubro de 2008 sobre este importante problema de saúde associado à Odontologia e outras áreas da saúde. Ou assista no link: http://www.youtube.com/watch?v=1vtSO0l0tP0.

    Agradeço à produção do programa pela atenção e dicas e à Coordenação de Saúde Bucal da Prefeitura do Rio de Janeiro, Dras. Márcia Torres e Carla Bianca pela indicação para a entrevista.

 

Palestra Internacional - Prof. Boudewijn Stegenga

Palestra Prof. Boudewijn Stegenga 2009
da Universidade de Groningen - Holanda 

 Título:

Osteoartrose da ATM: Características Patológicas e Tratamento

Programa

• Aspectos Básicos e Patológicos da ATM
• Desarranjo Interno
• Tratamento minimamente invasivo da ATM

Local:

Hotel Mar Palace Copacabana
Av. Nossa Senhora de Copacabana, 552
(esquina com Rua Siqueira Campos)
Rio de Janeiro

Data e Hora

Dia 22/08/2009

9:00: Início das Atividades: Inscrição

9:30: Palestra

Coffee Break

12:00: Término das atividades

Informações e Inscrições:

Solange Hammes

Tel. 21 3216-8305 / 21 8814-7915
e-mail: cesb_rj@yahoo.com.br

R$50,00
Cheque ou
Depósito Banco Itaú
Agência: 0308 c/c 48550-7

Curso de Medicina Oral no HSE - 2009

 

A promoção de saúde só será completa com integração do Cirurgião Dentista (CD) na equipe multiprofissional de saúde hospitalar, colaborando com seu conhecimento na sua área de atuação para restaurar na plenitude, e no mais breve tempo possível, a saúde do paciente.

Diversos protocolos médicos já inserem a necessidade da avaliação e intervenção do CD previamente a determinados procedimentos médicos (cirurgias cardíacas, transplantes, tratamento com bifosfonatos, etc…) e, alguns destes protocolos exigem a atuação do CD dentro do hospital (entre outros, ocorrências de emergências, melhores recursos, necessidade de equipe auxiliar treinada, possibilidade de internação).

Avaliação, adequação e atuação do CD alteram positivamente o quadro clinico dos pacientes, minimizando fatores que possam influenciar negativamente o tratamento sistêmico, pois a condição oral altera a evolução e resposta ao tratamento médico. Assim, o conceito ampliado de saúde se faz indispensável com a atuação do CD no hospital.

No formato vigente na maioria dos hospitais brasileiros, a atuação dos CD está com baixo aproveitamento, focando mera prestação de serviços básicos e de baixa resolução. Baseado na atuação somente nas cadeiras odontológicas, como resposta a uma demanda espontânea.

Portanto se faz necessário reorganizar o modelo de atuação dos CD nos hospitais e institutos, buscando a formação de um serviço de odontologia hospitalar que promova a saúde bucal dentro de uma visão integrada com as outras profissões de saúde, e nas necessidades do paciente enquanto internado ou necessitando de serviços odontológicos de alta complexidade. Diversos trabalhos, por exemplo, comprovam a associação entre infecções orais e doenças sistêmicas, e necessitam da atuação do CD hospitalar na resolução dessas patologias.

Desta forma, buscando dar maior informações aos Cirurgiões Dentistas (CD) da equipe de Odontologia do HSE e também a interessados externos ao serviço, e empenhados em dar continuidade à missão de ensino já existente no HSE, foi elaborado este Curso de Medicina Oral que visa integrar o CD neste contexto.

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Informações sobre o curso podem ser obtidas no link: http://medicinaoral.org/blog/residencias-e-pos-graduacoes/

 

 

 

 

Simpósio de Dor Orofacial e DTM no CIORJ 2009

Dia 15/07/2009 – 4ª feira – das 14:00 às 18:00 horas – sala 204B

 

TÍTULO: “DTM: como diagnosticar e tratar”

 

Mediador: Francisco J. Pereira Jr.

 

1ª apresentação - Anamnese e outros fatores importantes no diagnóstico das DTMs - George Miguel Spyrides

- Professor Adjunto do Departamento de Prótese e Materiais Dentários da F.O da UFRJ

- Coordenador do Curso de Especialização em Prótese Dentária da F.O. da UFRJ

- Doutor pela UNESP e Mestre pela UERJ

 

2ª apresentação - Imaginologia para DTM: da Panorâmica à Ressonância Magnética Nuclear: o que visualizar em cada alteração? -  Florence Mitsue Sekito

- Doutoranda em Ciências – Área Radiodiagnóstico

- Mestre em Odontologia

- Profa. da Disciplina de Dor Orofacial, DTM e Oclusão da UERJ

 

3ª apresentação - Cefaléias Primárias -  Abouch Valenty Krymchantowski

- Mestre e Doutor em Neurologia pela UFF com teses em cefaléia

- Diretor e Fundador do Centro de Avaliação e tratamento da dor de cabeça do RJ

- Fellow of the American Headache Society

 

4ª apresentação - Inter-relação entre DTMs e cefaléias primárias -  Marco Bruno

- Especialista em DTM e DOF

- Mestre em Prótese

- Membro da Sociedade Brasileira de Cefaléia

 

5ª apresentação - O uso de fármacos para o controle das DTMs - Paulo Affonso Pimentel Jr.

- Especialista em Dor Orofacial e DTM

- Doutorando em Neurociências

- Staff do Serviço de Odontologia do Hospital dos Servidores

 

6ª apresentação - Como a Fisioterapia pode auxiliar o paciente com DTM - Palmiro Torrieri Jr.

- Fisioterapeuta

- Professor de fisioterapia Clinica do IBMR

- Professor credenciado internacional do CONCEITO MULLIGAN

 

7ª apresentação - Recursos Cirúrgicos nas DTM - Wladimir Cortezzi

- Professor Associado da UFRJ

- Doutor em Odontologia UFRJ

 

8ª apresentação - Placas oclusais no controle das  DTMs -  Francisco J. Pereira Jr.

- Doutor e mestre em DTM e Dor Orofacial pela Universidade de Lund – Suécia

- Membro da International Association for the Study of Pain

- Membro da Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor

 

 

 

 

Luxação da ATM

 

  Uma das finalidades dos Encontros de especialidade é a discussão de protocolos de atendimento em situações especiais.
  No Encontro de Dor Orofacial o Prof. Eduardo Favilla suscitou uma saudável polêmica sobre a questão das luxações rescidivantes da ATM. Qual é o melhor protocolo? Cirúrgico ou clínico?
  Existem evidências que fundamentem um ou outro?
  Quais as reais causas da luxação da ATM e suas rescidivas?
  Muscular, neurogência, alteração anatômica, ruptura de ligamentos?
  Qual o papel da Fisioterapia e quais as suas evidências?
  Os pacientes operados ficam livres do problema?
  O Dr. Victor Abreu questionou as evidências anatômicas (ângulo da eminência pronunciado em pacientes afetados versus ângulo diminuído em indivíduos normais) como causa da luxação.
  O Prof. André Monteiro sugeriu um trabalho multicêntrico.
  Para facilitar o debate e dar o pontapé inicial para o que pode ser um trabalho interinstitucional criei uma página específica (http://medicinaoral.org/blog/luxacao-atm/) onde postei alguns artigos obtidos do Medline relacionados ao tema.
  O campo comentários (no final da página) pode ser usado para a discussão e novos textos são bem vindos para uma revisão bibliográfica completa.

Encontro de Odontologia Hospitalar, Medicina Oral e Dor Orofacial

Concretizou-se!!!

Com o inestimável apoio da Comissão Organizadora, Palestrantes e Parcerias (clique na imagem abaixo para ampliá-la), em 12 e 13 de março de 2009 será realizado o Encontro de Odontologia Hospitalar e Medicina Oral do Rio de Janeiro. Também ocorrerão (dentro do encontro) o Espaço Lacer, o Encontro de Dor Orofacial do Rio de Janeiro e a Jornada de Odontologia do HSE.

O evento é gratuito e as inscrições já estão abertas no site http://www.cro-rj.org.br/cursos/index.asp. O programa com mais informações pode ser visualizado em http://www.cro-rj.org.br/cursos/eventoLACER.pdf.

Fiquem atentos porque as vagas serão limitadas!!!

É mais um passo para dar maior qualidade e credibilidade ao CD em sua inserção no meio médico.

Solicito ainda aos que tenham acesso a empresas, que se interessem em alugar stands no local do evento, que entrem em contato, pois há possibilidade de aumentar o número de vagas, e permitir maior conforto, se houver maior aporte financeiro.

Obrigado,

Paulo Pimentel
Cel: 21 8885-0811
HSE: 21 2291-3131 r: 3618