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Palestras grátis no CRO-RJ e em Itaguaí

1 - Protocolos para Atendimento Odontológico de Pacientes com a Saúde Comprometida: Doenças Cardiovasculares e Diabetes
2 - Lesões Ulceradas: Será que Todas são “Aftas”?

  • Data: 07/11/2011 (Segunda)
  • (1) Horário: 14h às 16h
  • Ministradores: Arley Silva Junior (Mestre em patologia buco-dental - UFF; Doutor em ciências diagnósticas - Universidade de Maryland); Ellen Brilhante Cortezzi (Especialista em estomatologia - FO/UFRJ; Doutora em Odontologia - FO/UFRJ)
  • (2) Horário: 16h às 18h
  • Ministradores: Maria Elisa Rangel Janini (Mestre em Patologia Bucal - FO/UFRJ; Doutora em odontologia - FO/UFRJ); Valdir Meirelles Junior (Especialista em patologia bucal - FO/UFRJ; Doutor em odontologia - FO/UFRJ)
  • local: Auditório do CRO-RJ - Centro, localizado na Rua Araújo Porto Alegre nº 70, 5º andar, Centro
  • Inscrições e Informações: 3505-7600 (ramais 7633, 7642 e 7601)
  • Contribuição: 2 (duas) latas de leite em pó.
Prescrição Medicamentosa em Odontologia de Âmbito Clínico (Incluindo Via Sistêmica de Uso Parenteral)

  • Data: 08/11/2011 (Terça)
  • Horário: 14h às 17h
  • Ministradora: Maria Carolina de Lima Jacy Monteiro (Doutoranda em Clínicas Odontológicas Área de concentração: Patologia bucal; Mestre em Patologia Bucal.; Professora Adjunta da UNIGRANRIO; Membro acadêmico da AORJ)
  • Programa:
    Capacitar o cirurgião-dentista clínico geral para a correta prescrição de drogas, assim como entender os efeitos principais e colaterais de medicametos usados na Odontologia. Preparar o profissional para prescrição para pacientes com alterações sistêmicas e possíveis interações medicamentosas.
    1) Analgésicos. 2) AINES 3) Corticosteróides. 4) Antibióticos. 5) Antifúngicos. 6) Antivirais. 7) Ansiolíticos. 8) Interação medicamentosa.
  • Local : Auditório da Secretaria de Educação - Av. Prefeito Isoldackson Cruz de Brito 18.745 - 2º andar - Vila Margarida - Itaguaí.
  • Inscrições e Informações: Secretaria Municipal de Saúde de Itaguaí (RJ). Sala da Saúde Bucal (321) Tel: 2688-6052 Ramal 245. Carla Wanderley (cel: 8825-6025). Leonardo (cel: 8726-3882)
  • Contribuição: 2 (duas) latas de leite em pó.

Mais informações em: http://www.cro-rj.org.br/cursos/index.asp

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Certificação em Odontologia do Sono reconhecida pela Associação Brasileira do Sono

Fonte: http://www.sbsono.com.br/absono/comissoes.htm

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COMISSÃO ODONTOLÓGICA (COABS)

A Comissão Odontológica da Associação Brasileira de Sono (COABS) foi criada para representar os profissionais da odontologia envolvidos no tratamento e na pesquisa dos Distúrbios Respiratórios do Sono, junto à Associação Brasileira do Sono. Entre os principais objetivos da COABS estão: a padronização do papel da odontologia dentro da medicina do sono, a contribuição para disseminação do conhecimento e a criação de uma prova de certificação junto à ABS para a qualificação do profissional da odontologia que se proponha a atuar na área de medicina do sono.

A Comissão Odontológica da ABS surgiu no ano de 2005, e atualmente conta com a coordenação dos seguintes profissionais da Odontologia:

Marco Antonio Cardoso Machado Presidente
Cibele Dal Fabbro Vice-Presidente
Paulo Afonso Cunali Secretário
Teresa Cristina Barros Schutz Secretária
Threzinha Pastre Secretária

A cada 02 anos será realizada uma nova prova para certificação na Odontologia do Sono. A primeira prova será realizada em Belo Horizonte. Os dentistas certificados terão seus nomes e contatos disponibilizados no site da Associação Brasileira do Sono.

:: Confira aqui o edital! :: Ficha de Inscrição

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Instantâneos do Encontro de MO-OH do HCA

(Luciana Teles, Maurício Moreira, Paulo Murilo, Silvio Brandão, Marcia Hirata e Alberto Matos)

Foto enviada pelo Dr. Maurício Moreira

(Professor Silvio Brandão durante palestra)

(Marília Vilela, Afonso Rocha, Marcia Hirata, Luciana Teles, Silvio Brandão, Paulo Murilo Fontoura, Maurício Moreira)

Fotos enviadas pela Dra. Marília Vilela.

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Instantâneos do 17º Hospital Business (2011)

Fonte: http://saudeweb.com.br/galeria/veja-como-foi-o-primeiro-dia-do-hospital-business-2011/

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Palestra de Cardiopatias e Odontologia no CRO-RN

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Avaliação psicológica nos pacientes com DTM

Editorial do 3 Oral da AAOM, escrito pelo Presidente da Academia Americana de Cirurgia Oral e Maxilofacial sobre a importância da avaliação psicológica em alguns pacientes com DTM:

Ver texto completo em: http://download.journals.elsevierhealth.com/pdfs/journals/1079-2104/PIIS1079210411004781.pdf

(…) Not all patients need psychological evaluation and management; however, many can be helped by what dentistry cannot provide. My concern is that the psychological component of this debilitating condition is too frequently overlooked or ignored. Perhaps ignoring the psychological component is what leads to the frustration and difficulty in managing the TMJ/TMD patient.

The literature is remarkably deficient in the evaluation of the relationship between TMJ/TMD syndrome and the psychological status of the patient. This is an area warranting further research.

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Medicina Oral se solidariza com pacientes reumatológicos

Enviado pelo Blog Medicina Oral e Odontologia Hospitalar

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No Dia Nacional de Luta contra o Reumatismo, 30 de outubro, pacientes não tem muito o que comemorar: de acordo com representantes do governo, não há previsão para incorporação de novas drogas.
Às vésperas do Dia Nacional de Luta contra o Reumatismo, celebrado no dia 30 de outubro, representantes da Associação Nacional dos Grupos de Pacientes Reumáticos (ANAPAR) e do Ministério da Saúde se reuniram na terça-feira, 11, na Procuradoria da República do Distrito Federal, em Brasília, para discutir a atualização do Protocolo Clínico relacionado à Artrite Reumatóide. A ANAPAR pede agilidade na incorporação de três novos medicamentos pleiteados há mais de quatro anos, a fim de que seja atendida a necessidade de pacientes que já não respondem mais aos tratamentos oferecidos pelo SUS.
A atualização do protocolo clínico de AR vem se arrastando e estava prevista para 2010, mas até hoje não houve avanço. O diretor do Departamento de Assistência Farmacêutica, José Miguel do Nascimento Júnior, presente na reunião, não soube dar uma previsão de quando o protocolo será colocado em consulta pública (último passo para a incorporação). O documento foi atualizado pela última vez em 2006.  “Importante ressaltar que na última atualização do protocolo foram incluídos novos códigos, ou seja, novos tipos de doenças reumáticas a serem cobertas, mas não houve incorporação de novos medicamentos. Há uma defasagem que precisa ser corrigida”, explicou a coordenadora institucional da ANAPAR, Lauda Santos.
Com a sanção da Lei 12.401/11 que regulamenta a Lei 8080/90, esclareceu José Miguel, é possível que o processo de incorporação de novos medicamentos para artrite reumatóide, em tramitação há mais de dois anos, tenha que recomeçar do zero. “Teremos novos requisitos para incorporação que, provavelmente, não serão atendidos pelos processos em andamento hoje. Será preciso então recolher o processo, adequar, e dar entrada novamente”, disse. Ele afirmou que o decreto que irá normatizar a Lei 12.401 está em análise na Casa Civil e entrará em vigor a partir do próximo dia 26 de outubro. Só então será possível conhecer as exigências que serão cobradas para novas incorporações.
A notícia foi recebida com pesar pelas representantes da ANAPAR. “É revoltante perceber que os nossos esforços durante todos esses anos foram em vão. Teremos que recomeçar do zero”, disse Lauda Santos, após ter a confirmação de que não vai haver prioridade para o que já está em tramitação.
O procurador da República, Peterson de Paula Pereira, que coordenou a reunião, ressaltou, entretanto, que a Lei 12.401/11 é um avanço, pois estabelece prazo de 180 dias, prorrogável por mais 90, para a conclusão do processo administrativo. “Nossa expectativa é de que isso garanta celeridade aos processos de incorporação de novos medicamentos”, disse.
Ele afirmou, ainda, que encaminhará um ofício à Secretaria de Assistência à Saúde (SAS), do Ministério da Saúde, solicitando esclarecimentos sobre o andamento do protocolo de AR, já que os representantes governamentais presentes na reunião não souberam informar a Procuradoria a esse respeito.
De acordo com a coordenadora da ANAPAR, estima-se que 1% da população brasileira sofra de artrite reumatóide e que, deste total, grande parte não responde mais ao tratamento fornecido pelo Sistema Único de Saúde. “Por isso estamos cobrando do Ministério da Saúde a incorporação de novas alternativas terapêuticas para esse público específico, que precisa acionar a Justiça para garantir seu direito ao tratamento. Não é esse o objetivo da ANAPAR, não defendemos a constante judicialização”, ressaltou ela.
Também participaram da reunião a presidente e a advogada da Associação, Abigail Gomes Silva e Lígia Jansen, respectivamente, e as representantes da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, Vânia Canuto Santos e Ana Cláudia Barbosa.

Precisamos com urgência voltar a nossa Campanha “Um Twitter para @padilhando e @minsaude” todos os dias, várias vezes ao dia. Porque a degeneração da AR não espera.
Vivemos em um Brasil de grande desigualdade. A partir de Janeiro/2012, os planos de saúde cumprindo a RDC 262/Anvisa, vão fornecer medicamento biológico de uso ambulatorial, ou seja, quem já usou Adalimumabe, Etanercepete e Infliximabe e tem plano de saúde, terá acesso aos demais biológicos que o SUS não fornece através do Plano de Saúde, porém, quem não tem plano de saúde, como fica?

Para que tenhamos acesso total e igualitário ao medicamento biológico disponíveis no Brasil, é preciso que ocorra a atualização dos Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas do Ministério da Saúde.

Vamos lá…. @minsaude @ padilhando .. twitando novamente.
@minsaude, diz que terá campanha de Conscientização no Dia de Luta contra o Reumatismo em 30/10 e que  material informativo seria enviado para as Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde.
Será que isso vai acontecer?  Sigamos twitando!!!

Esperamos um futuro sem Deformidades como essas!

Fonte: Associação Brasil Parkinson apud Blog Artrite Reumatoide

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Qual a melhor denominação para a área…

O Prof. Paulo Santos em sua pagina ODONTOLOGIA HOSPITALAR apresenta alguns textos sobre a história e importância da denominação “Odontologia Hospitalar” com várias referências nacionais e internacionais.

http://abraoh.com.br/publicacoes/odontologia%20hospitalar%20brasileira%20artigo.pdf

http://abraoh.com.br//publicacoes/Artigo%20-%20O%20Real%20Sentido%20da%20Odontologia%20Hospitalar.pdf

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Escola Paulista de Medicina Oral

Enviado pelo Blog Medicina Oral e Odontologia Hospitalar

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NOTA DA COLUNISTA: excelente texto, do Blog da Escola Paulista de Medicina Oral. Serve de reflexão sobre as práticas intervencionistas, invasivas e mutiladoras. Estamos, teoricamente, na era da prevenção, da Odontologia Baseada em Evidências e minimamente invasiva. SERÁ QUE ESTAMOS MESMO ou é isso é apenas “conversa para inglês ver”?
Publicado em 23 de outubro de 2011 em EPMO
Por mais de 100 anos, os dentistas trataram a cárie e a doença periodontal (as duas doenças de maior prevalência na boca) com três metais: prata, ouro e aço inox. Mas, nós sabemos que as duas doenças são infecciosas e que , nenhum médico trataria tais infecções, ou qualquer infecção com qualquer metal…Observa-se também que os dentistas são muito lentos na adoção de novos conceitos científicos, mas incorporam novas técnicas rapidamente. Esse  desequilíbrio da profissão tem sido observado pela indústria, e a maior parte das mudanças na terapia se origina da introdução de novos produtos e novas técnicas no mercado, geralmente com uma ausência notável de documentação científica sólida para sua eficácia e segurança. O entusiasmo do dentista pela informação casual é narcótico por natureza e se sentem bem quando veem fotografias de belas restaurações adesivas mesmo que possuam uma longevidade clínica de 30 minutos.
Além disso, questões financeiras também desempenham um papel básico. Os dentistas são remunerados basicamente de três maneiras: salário fixo, por serviço ou ainda per capita . O tratamento em adultos se baseia em soluções técnicas que são mais caras que serviços preventivos. Isso reforça as intervenções mecanicistas sobre as biológicas.
Assim, podemos prever dois cenários diferentes na Odontologia do futuro: um dominado por homens de negócio que vendem sorrisos do tipo Hollywood e “dispositivos orais caros”, e outro consistindo de profissionais em atendimento da saúde que tentam manter uma prática baseada em evidências científicas para resultados mais biológicos nos pacientes. Em função da Odontologia não ser controlada em relação à adequação dos procedimentos, a abordagem mercantilista tende a ganhar mais terreno. Entretanto,  esta abordagem deve gerar desconfiança pública porque a sociedade buscará responsabilidade, transparência e altos padrões de ética profissionais.
Referências:
Fejerkov, Kidd. Cárie Dentária – A Doença e seu Tratamento Clínico, 2ª ed. Ed. Santos, 2011
Renshaw, J. After the first 125 years of the BDJ where might clinical dentistry be heading? Br. Dent. J. 2005; 199: 331-7.
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Curso de Odontologia Hospitalar

Recebi o email abaixo e divulgo a todos.

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ATENDIMENTO ODONTOLÓGICO HOSPITALAR

Profa. Dra. Maria Christina Brunetti - Especialista emPeriodontia pela Faculdade de Odontologia da UFRGS; Mestre em Periodontia pelaFaculdade de Odontologia da USP; Doutora em Saúde Pública pela Faculdade deSaúde Pública da USP;

Profa. Dra. Teresa Márcia Nascimentode Morais - Mestreem Clínica Odontológica Integrada pela Universidade de São Paulo; Coordenadorado Departamento de Odontologia da Santa Casa de Misericórdia de Barretos;Especialista em Periodontia pela Faculdades Unificadas da Fundação Educacionalde Barretos;

+ EQUIPE MULTIDISCIPLINAR

Datas: 23/03, 20/04, 18/05, 22/06, 20/07,17/08, 14/09, 19/10, 23/11 e 14/12 – 6a feira - 10 Módulos mensais

Horário: 8h30 às 12h30 e das 13h30 às 17h30

Carga horária:

Investimento: 10 parcelas de R$400,00

Conteúdo programático: Módulo 1: Anamnese eAvaliação Clínica Pré-Operatória. Aspectos éticos e legais. Módulo 2:Farmacologia: Anestesiologia. Anestesia local. Noções de anestesia geral.Farmacologia e utilização racional de medicamentos em âmbito hospitalar eambulatorial. Interação Medicamentosa. Módulo 3: Pacientes portadoresde doenças sistêmicas crônicas: Abordagem odontológica na gravidez. Abordagemodontológica no paciente diabético. Módulo 4: Pacientes portadoresde doenças sistêmicas crônicas: Abordagem odontológica em pacientes hipertensos ecardiopatas. Abordagem odontológica em paciente com distúrbios da coagulação. Módulo5: Pacientesportadores de doenças sistêmicas crônicas: Complicações otorrinolaringológicas emcirurgia odontológica. Abordagem odontológica no paciente transplantado eimunossuprimido. Atendimento odontológico ao paciente em vigência dequimioterapia e radioterapia de cabeça e pescoço. Módulo 6: Aspectosbucais
: Lesões e tumores da boca. Sinais odontológicos em doenças sistêmicas. Módulo7: Aspectos bucais: Cirurgia e traumatologia bucomaxilofacial. DoresFaciais. Módulo 8: Pacientesportadores de doenças sistêmicas crônicas: Abordagem odontológica ao paciente asmáticoe pulmonar crônico. Aspectos de pneumologia de interesse ao cirurgião-dentista.Abordagem odontologia em paciente em UTI. Módulo 9: Pacientes portadoresde distúrbios neuropsicomotores: Abordagem odontológica ao pacientepsiquiátrico. Abordagem odontológica de doenças infecto-contagiosas: Hepatite /AIDS. Biossegurança em Odontologia. Módulo 10: Exames laboratoriais e deimagem: Imageologia hospitalar. Interpretação de exames laboratoriais.

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