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50 anos do Quadro dos Oficiais Dentistas da FAB

Recebi o comunicado abaixo e repasso a todos.

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Prezado(a) Colega,
É com imensa satisfação que o(a) convidamos para o nosso I Encontro de Odontologia Hospitalar e Medicina Oral do Hospital Central da Aeronáutica (HCA), com o objetivo de levarmos para a classe odontológica os principais avanços científicos no atendimento odontológico ao paciente com comprometimento sistêmico
Convidamos os Professores Héliton Spíndola Antunes e Sílvio Brandão a participarem do nosso encontro, objetivando a divulgação de suas experiências no ensino, na pesquisa e no enfrentamento de situações clínicas complexas no ambiente odontológico.
Desejamos a todos um excelente evento, sejam bem vindos e festejem conosco os 50 anos do Quadro dos Oficiais Dentistas da Força Aérea Brasileira!
Atenciosamente,
Ten Cel Dent Rogério Oliveira de Souza
(Chefe da Divisão odontológica do Hospital Central da Aeronáutica – HCA)
Mauricio José Bonel Ribas Moreira
(Laboratório Gross – Divisão Lacer)

Mais informações em: http://medicinaoral.org/blog/wp-content/uploads/2011/09/convite_espaco_gross-hca2_2011.pdf

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Quem cuida de quem cuida?

O site de Medicina Oral e Odontologia Hospitalar vinculado à Comissão de mesmo nome do CRO-RN, trás a tona um importante assunto que normalmente é deixado de lado quando se menciona o cuidado aos pacientes sistemicamente comprometidos, o “cuidador(a)”.

Tanto dentro quanto fora da alta complexidade é preciso que haja uma atenção direcionada à este(a)s personagens chave no bom andamento das terapias, mas que geralmente não recebem também os cuidados especiais da sociedade.

Neste sentido foi citado o trabalho de Marques et al, publicado na Revista de Ciência & Saúde Coletiva neste ano, sobre a necessidade de se focar as condições em que vivem, e as situações a que estão sujeito(a)s o(a)s cuidadore(a)s.

Na alta complexidade já tive conhecimento de trabalhos específicos com este fim realizados por voluntários, Assistentes Sociais e manuais publicados no INCA, que prestam serviços para que os cuidadores tenham toda sorte de benefícios sociais e oferecem conhecimentos que serão úteis para si e para o doente.

No HFSE a Odontologia, especialmente as profissionais ligadas à Odontopediatria, têm se preocupado com esta questão e trabalhado para dar conhecimento e equipamentos adequados para os cuidados bucais dos pacientes enquanto internados ou após a alta.

Afinal não é só a equipe de enfermagem que se empenha para o suporte aos internos.

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Evento de Medicina Oral na Tufts

Disponibilizo mensagem enviada pela AAOM sobre evento de educação continuada em Medicina Oral na prestigiada Escola de Medicina Dentária da Universidade de Tufts. No evento há um misto de dor orofacial, estomatologia, pacientes especiais e farmacologia, com provável menção á Odontologia Hospitalar, pois dois palestrantes são ligados ao Hospital da Universidade de Harvard.

Afinal estas especialidades e áreas de conhecimento não podem viver isoladas.

Na programação do evento há a mesma interdisciplinaridade que é disponibilizada nos eventos da MO-OH brasileira. Veja abaixo:

Clique na imagem e amplie

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Lembro que nos EUA, existem duas titulações para o Cirurgião Dentista, o DDS (traduzindo, doutor em cirurgia dentária)  e o DMD (doutor em medicina dentária). Como esclarece a Academia Americana de Odontologia no link http://www.ada.org/3049.aspx, ambas tem o mesmo valor, diferindo apenas quanto ao local de graduação.

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Odontologia Hospitalar na USP-Campinas

:::: TREINAMENTO EM SERVIÇO EM ODONTOLOGIA (NÃO REMUNERADO) ::::

TREINAMENTO EM SERVIÇO EM ODONTOLOGIA OFERECIDOS:
• Odontologia Hospitalar e Cirurgia Oral;
• Disfunções Temporomandibulares e Dor Orofacial;
• Tratamento de Pacientes com Necessidades Especiais;

ATIVIDADES (12 meses)
• 4horas e 30 minutos semanais de atividades clínicas ambulatoriais;
• 4horas mensais de aulas teóricas;

PROVA DE SELEÇÃO
• 29 de Setembro de 2011, às 9h, no Anfiteatro da AFPU.

MAIS INFORMAÇÕES

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2º Congresso de CTBMF da APCD

Mais informações em http://www.apcd.org.br/2ctbmf/

Desleixo que mata

Sem controle eficiente, infecções hospitalares causam cem mil óbitos por ano

Publicada em 18/09/2011 às 23h33m no portal Globo.com (clique aqui)

Carolina Benevides (carolina.benevides@oglobo.com.br)

RIO - Faz 26 anos que o Brasil criou a primeira Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH), ligada ao Ministério da Saúde. Passados quase 30 anos, o país ainda não tem dados sobre quantas pessoas morrem anualmente por conta dessas infecções ou o índice de infecção que seria, por exemplo, aceitável na UTI, no berçário ou para doentes que estejam com pneumonia. No entanto, informações retiradas de estudos realizados por todo o país pela Associação Nacional de Biossegurança (Anbio) trazem números alarmantes: em média, 80% dos hospitais não fazem o controle adequado, o índice de infecção hospitalar varia entre 14% e 19%, podendo chegar, dependendo da unidade, a 88,3%, e cem mil pessoas morrem por ano por conta das infecções. A Organização Mundial da Saúde (OMS), por sua vez, estima que as infecções hospitalares atinjam 14% dos pacientes internados no país.

O paciente internado está suscetível. E infelizmente o cumprimento das normas de higiene é aquém do esperado

- Os números que temos são estimativas. E, sem números, não sabemos quantos morrem por infecção ou por outros fatores. No que se refere às comissões, cada hospital tem a sua, e a grande maioria funciona burocraticamente. Então, o índice de infecção hospitalar depende da unidade onde o paciente estiver - diz Edmundo Machado Ferraz, fundador e presidente da comissão de controle de infecção hospitalar do Hospital das Clínicas da UFPE e consultor da OMS. - Esse problema só se resolve com transparência. É preciso saber o que acontece nas unidades, com processos controlados por protocolos. Não pode ter segredo. Tem que saber se o profissional se esqueceu de lavar as mãos corretamente, se o paciente fez uso inadequado de antibiótico.

Presidente da Associação Nacional de Biossegurança (Anbio), Leila dos Santos Macedo diz que “o risco não pode ser eliminado nunca, mas é possível bloqueá-lo para que chegue perto de zero”:

- O paciente internado está suscetível. E infelizmente o cumprimento das normas de higiene é aquém do esperado. A gente vê profissionais de jaleco no refeitório, e aí eles levam agentes de risco para fora e trazem outros para o hospital. Outros não lavam as mãos corretamente ou não usam máscaras. Em muitas unidades, a troca de filtro do ar-condicionado não é feita frequentemente ou existe alta rotatividade dos profissionais de limpeza, e aí o pano de chão é usado em mais de uma enfermaria. O país tem mais de sete mil hospitais e eu diria que 1% tem um programa de biossegurança rotineiro.

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Nota do site medicinaoral.org: Importante reportagem, mas não citaram a descontaminação oral, essencial no conjunto de medidas para prevenção da infecção hospitalar que mais mata, a Pneumonia Aspirativa, especialmente em CTIs.

Por um Brasil mais ético

Esta será a segunda vez que postarei algo não relacionado diretamente a área da MO-OH. Mas é um tema da mais alta relevância pois não há catástrofe pior que a descrença no ser humano e nas entidades que os representam.

Assim divulgo mais uma ação do Movimento Contra a Corrupção. Organização não vinculada a partidos políticos, esferas governamentais ou privadas, que se tornou famosa pelas suas manifestações no dia da independência.

Não sei se poderei estar lá amanhã, mas torço que seja um sucesso.

O Brasil não precisa, não quer, não depende e não gosta de corruptos.

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TODOS JUNTOS CONTRA A CORRUPÇÃO //  20 DE SETEMBRO – 18:30 AS 20hs

Rio de Janeiro   //  Cinelândia - Em frente a câmara de vereadores.

https://www.facebook.com/event.php?eid=130744290352035

CARAS PINTADAS CONTRA CORRUPÇÃO II   //  20 DE SETEMBRO – 18:00 AS 20hs

Rio de Janeiro   //  Cinelândia - Em frente a câmara de vereadores.

https://www.facebook.com/event.php?eid=266918376660595

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Pacientes com câncer devem ter cuidados redobrados com a saúde bucal

O diligente Blog Medicina Oral e Odontologia Hospitalar postou agorinha mesmo notícia veiculada pela Secretaria de Saúde de São Paulo.

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Quimio e radioterapia podem provocar efeitos colaterais, deixando a boca mais sensível, alerta especialista do Instituto do Câncer de SP

Apesar de ser muito importante para o tratamento do câncer, a quimioterapia e a radioterapia podem desencadear alguns sintomas que, quando não tratados, prejudicam a saúde da boca e, até mesmo, o tratamento do câncer.
Por isso, o Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), ligado à Secretaria de Estado da Saúde e à Faculdade de Medicina da USP, faz um alerta: os cuidados com a higiene bucal durante o tratamento da doença devem ser ainda mais rigorosos.

Cada pessoa reage de maneira diferente à quimio e à radioterapia, mas alguns efeitos colaterais são mais comuns, deixando os dentes, a gengiva e a mucosa sensíveis. Entre as queixas frequentes estão a perda de paladar e o surgimento de mucosite (feridas), xerostomia (boca seca), candidose (infecção por fungos conhecida como sapinho) e cárie de radiação. Estes sintomas podem ser temporários ou permanentes, dependendo do local e tipo de tumor, assim como da dose das medicações utilizadas.

É importante destacar que é possível prevenir e controlar estes problemas, e a principal ferramenta para isto é a manutenção rigorosa da higiene bucal. Além disso, o paciente precisa de cuidado odontológico antes, durante e após as terapias para o câncer.

“Consultas periódicas com o dentista são sempre essenciais. No caso do paciente oncológico, essa necessidade se acentua ainda mais. Estas pessoas deverão receber cuidados odontológicos especiais por toda a vida”, explica Thais Brandão, cirurgiã-dentista que coordena o Ambulatório de Odontologia do Icesp.

Confira algumas regras essenciais para a manutenção da saúde bucal:

- Cuide detalhadamente da higiene. Passar fio dental, escovar cuidadosamente os dentes, a gengiva e a língua após as refeições é fundamental. Neste processo, indica-se o uso de escovas com cerdas macias e creme dental com fluor.
- Quem faz uso de dentaduras deve certificar-se de que o aparelho está bem ajustado a sua boca. Ela deve ser limpa diariamente, com auxílio de uma escova de dentes. Se possível, diminua o tempo de uso do objeto; nos momentos em que não estiver sendo utilizada, mantenha a dentadura seca ou submersa em água misturada a uma colher de café de água sanitária.
- Mantenha a boca úmida. Além de beber água frequentemente, mascar chicletes sem açúcar e utilizar saliva artificial podem ajudá-lo.
- Evite o uso de enxaguantes bucais com álcool e de palitos de dente.
- Não consuma bebidas alcoólicas ou produtos derivados do tabaco (cigarro, charuto, cachimbo e fumo para mascar).
- Consulte um dentista regularmente.

Publicado por Assessoria de Imprensa em 01/09/2011

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Curso de Emergência Médica em Odontologia

Ministrador: Prof. Dr Wilson Pacheco - Universidade Federal de Santa Catarina
Coordenador: Dr Aloisio de Oliveira Castrro - Rio de Janeiro

Local: ABORJ
Data: 22 de novembro de 2011
Horário: 8h às 18h
Valor: 180,00
Valor para acadêmico: R$ 100,00

Pré-inscrições pelo formulário abaixo ou nos telefones: (21) 3391-7736 / 3391-8137
Pagamento em depósito em conta, boleto ou cartão.
Coffee Break incluso.

Apoio: Kit Help

Conteúdo do curso:

- Abordagem do paciente
- Paciente consciente/inconsciente
- Parada cárdio respiratória
- Ovace - pacientes conscientes e inconscientes
- Tonturas e desmaios
- Crise convulsiva
- Hipoglicemia
- Choque insulínico
- Crise hipertensiva / hipotensiva
- Angina pectoris
- Infarto agudo do miocárdio
- Taquicardia paroxística
- Anafilaxia
- Choque anafilático
- Crise asmática
- Hiperventilação
- Gestante;

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Fonte: http://www.elipseweb.com.br/kithelp/cursos/cursos.htm

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Imagens do I Encontro de MO-OH do Amapá

Abaixo as fotos do Encontro promovido pelo CRO-AM e Comissão de Odontologia Hospitalar em 30/08/2011.

Membros da Comissão:

Nelson Benjamin do Carmo

Patricia Lenora dos Santos Braga (CTBMF)

Nalia Gurgel Juarez (PRÓTESE DENTÁRIA E IMPLANTODONTIA)

Presidente do CRO-AP

Moizés Pereira dos Santos (CTBMF)