publicidade

Entries Tagged as ''

Odontologia e o Autismo

Mensagem enviada pela Dra. Diana Lopes da Comissão de MO-OH do CRO-RN
_________________________________________
Recebi o convite do curso da colega Adriana Zink, autora do blog Odontologia e Autismo e resolvi dividir com vocês.
Adriana Zink é a dentista vencedora do VI Prêmio orgulho autista Brasil 2011 em 2 categorias: blog e foto autista no dentista. É mestranda na Unicsul, Especialista em Pacientes com Necessidades Especiais e ministra Cursos para pais, cuidadores e profissionais.
contato do consultório: (11) 22128933 ou  e-mail.
Curso de “Atualização em pacientes com necessidades especiais com ênfase em autismo”.
Venha conhecer um método de “atender brincando” esse público mais que especial que são nossos autistas. Nos EUA 1/100 são autistas, no Brasil não temos estatísticas oficiais, mas com certeza faltam profissionais capacitados e treinados para esse atendimento. Conheça um pouco da técnica. Visite meu blog com mais informações ou clique no link da APCD para inscrição.
Do link da APCD, extraí para vocês:
TEO/20A13 – Atualização em Odontologia para pacientes com necessidades especiais com ênfase em autismo
  • Ministradoras: Adriana Gledys Zink e Maria Cristina Duarte Ferreira
  • Realização: 20 de outubro de 2011 - das 08h30 às 17h30
  • Carga horária: 08 horas/aula
  • Valor único: R$ 100,00 - Teórico
  • Inscrições na secretaria da EAP-APCD tel.: 11 2223-2300 ou mais informações no site da APCD

Odontologia na ABRELA

Prezados colegas,
Informo e divido com  todos que neste sábado (27-08) a Odontologia Hospitalar de Goiás estará presente no Simpósio de Esclerose Laterla Amiotrófica da ABRELA. Será  a primeira participação da Odontologia em eventos desta área da neurologia.
Participaremos de uma mesa redonda sobre cuidados ao portador de ELA juntamente com fisioterapia, neurologia, enfermagem, fonoaudiologia e psicologia.
Abraços a todos e bom final de semana
Camila de Freitas

Comissão MO-OH do CRO-GO

Avaliação da condição de saúde bucal de pacientes em programa de transplante de órgãos sólidos

Assessment of oral health status of patients on program for solid organ transplant

Catharine Bittencourt Cunha, Erika Christina Amantes de Souza, Perla Porto Leite Shitara, Paulo Sérgio da Silva Santos , Luciene Luvizotto David

JBT J Bras Transpl. 2010; 13:1393-1447

RESUMO

Pacientes portadores de doenças crônicas em programa de transplante de órgãos sólidos apresentam condições sistêmicas que comprometem seu sistema imune, o que os predispõe a risco potencial de infecções, que devem ser prevenidas para o momento pós-transplante, principalmente diante do uso de imunossupressores. Os focos infecciosos em cavidade oral após o transplante são uma preocupação com essa condição e merecem atenção especial. Objetivo: Avaliar dados referentes à condição da saúde bucal de pacientes em programa de transplante de órgãos sólidos, buscando evidenciar a importância da assistência odontológica prévia. Métodos: Este estudo teve caráter quantitativo, descritivo, exploratório e retrospectivo, onde foram analisados 225 prontuários de pacientes em programa de transplante de fígado, rim e coração, os dados referentes à condição bucal e os possíveis riscos infecciosos (cáries, doença periodontal e lesões infecciosas de mucosas) obtidos nos relatórios de avaliação odontológica. Foram aplicados métodos estatísticos para análise de relevância através do teste de qui-quadrado e teste exato de Fischer com significância (p<0,05). Resultados: Foi registrada a presença de alterações bucais sinalizadoras de focos de infecção em (134/136) 80,72% dos pacientes em programa de transplante hepático, (35/43) 81,39% em programa de transplante renal e (13/16) 81,25% de transplante cardíaco. Conclusão: Os dados obtidos permitiram concluir que nos pacientes em programa de transplantes de órgãos, a incidência de focos infecciosos bucais é significativa e sugerem que a adequação bucal prévia aos transplantes é relevante diante da condição de imunossupressão a que aqueles pacientes são submetidos.

Habilitação em Analgesia Inalatória no RJ

Curso de Habilitação em Analgesia Inalatória
Certificado pela AORJ e Registrado no CFO
Modular - 3 meses - Aulas quinzenais
Início em 16 de setembro de 2011
APENAS 3 VAGAS!

Artigo de CDs brasileiros no JOMS

J Oral Maxillofac Surg. 2011 Jul 28. [Epub ahead of print]
Bleeding Evaluation During Single Tooth Extraction in Patients With Coronary Artery Disease and Acetylsalicylic Acid Therapy Suspension: A Prospective, Double-Blinded, and Randomized Study.
Medeiros FBde Andrade ACAngelis GAConrado VCTimerman LFarsky PDib LL.

Source

Director, Department of Dentistry, Sociedade Paulista de Cardiologia do Estado São Paulo, Brazil; PhD Student, Department of Oral Pathology, Faculdade de Odontologia, USP - Universidade de São Paulo, Brazil.

Abstract

PURPOSE:

Acetylsalicylic acid (ASA) has been used for the primary and secondary prevention of cardiovascular events. To reduce bleeding, the administration of ASA has traditionally been suspended before dental procedures; however, this suspension potentially increases the risk of thromboembolic events. The effect of ASA on the amount of bleeding that occurs during tooth extraction procedures is controversial, and perioperative guidelines recommend that ASA administration should not be altered for such procedures. The aim of this study was to evaluate the amount of bleeding that occurs during the intraoperative period of tooth extraction procedures in patients with coronary artery disease who are either undergoing acetylsalicylic acid (ASA) therapy or who have been instructed to suspend their ASA use.

PATIENTS AND METHODS:

Sixty-three patients with coronary artery disease who required tooth extraction were enrolled in this study. All patients were receiving 100 mg/d of ASA at the time of enrollment and were randomly placed into 2 groups: group S, which was comprised of patients whose ASA therapy was suspended 7 days before tooth extraction, and group NS, comprised of patients whose ASA therapy was unaltered. A platelet aggregation test was carried out on the day of the operation, and the amount of bleeding was measured during the intraoperative period by means of aspirated blood collection. All the extractions were performed by the same surgeon, who was unaware of whether the patient’s ASA therapy had been suspended.

RESULTS:

The mean (± SD) volume of bleeding was 12.10 ± 9.37 mL for patients who underwent ASA therapy suspension and 16.38 ± 13.54 mL for those patients whose treatments were unaltered (P = .151). Local hemostatic methods were sufficient to control bleeding, and there were no reported episodes of hemorrhaging during the intra- and postoperative periods. The platelet reactivity index values exhibited statistically significant differences between the 2 investigated groups (P = .004). The platelet reactivity index values for group S and group NS were 242.58 ± 71.26 and 192.09 ± 60.54, respectively.

CONCLUSION:

There was no difference in the amount of bleeding that occurred during tooth extraction between patients who continued ASA therapy versus patients who suspended their ASA therapy. The platelet reactivity test demonstrated a reduction in platelet aggregation in the ASA therapy group (group NS), but this reduction was without clinical consequence.

Comissão de MO-OH faz capacitação para a rede pública de Goiás

Fonte: http://www.crogo.org.br/noticias/20110819oh.htm

_____________________

19/08/2011 - Comissão de Odontologia Hospitalar realiza treinamento para cirurgiões-dentistas

A Comissão de Odontologia Hospitalar do Conselho Regional de Odontologia de Goiás realizou nos dias 16, 17 e 18 de agosto, um treinamento para os cirurgiões-dentistas atuarem na prefeitura de Goiânia. O publico alvo foi de 35 cirurgiões-dentistas da rede pública municipal que trabalham em esquema de plantão de urgência odontológica.

O objetivo, segundo a presidente da Comissão, Camila de Freitas, é oferecer um treinamento básico sobre odontologia hospitalar com foco em UTI para realização de profilaxia oral.

Novo livro de Dor Orofacial e DTM

Lançado equipamento brasileiro que transforma lixo hospitalar em resíduo comum


Por Gisele Eberspacher às 8h00 de 11/02/2011
Fonte: Atitude Sustentável
O Newster 10, esterilizador de resíduos de saúde potencialmente infectados, é lançado no Brasil. O equipamento transforma o lixo hospitalar em resíduo comum, permitindo que ele seja encaminhado de maneira correta com mais facilidade. Além disso, o aparelho não traz danos para o meio ambiente.
No processo, os resíduos sofrem decomposição térmica de proteínas, ruptura de membranas celulares e modificação química dos componentes celulares. Para isso, a tecnologia utiliza uma câmara hermética, com pressão atmodférica e altas temperaturas em um ambiente úmido. Dentro da câmara há uma parte giratória com lâminas que desintegra, agita e aquece os resíduos por meio de impactos e atritos. Quando a temperatura chega a 155ºC, o aparelho borrifa água vaporizada para garantir o processo de esterilização.
Dessa maneira, resíduos que poderiam ser perigosos para a população e para o meio ambiente por risco de infecção, como seringas, bisturis e resíduos cirurgicos, podem ser descartados com mais segurança. Depois de tratado, o material tem uma redução aproximada de 70% do seu volume e de 30% do peso, com um aspecto irreconhecível.
No Brasil, o aparelho é distribuído pela TRAADEX Importação e Exportação de Produtos Manufaturados LTDA, uma empresa especializada em representação de produtos de segmentos como médico-hospitalar, informática, eletrônico, entre outros para o litoral e interior do Paraná. O lançamento aconteceu no Instituto de Medicina e Cirurgia do Paraná.



Postado por Blogger no Medicina Oral e Odontologia Hospitalar em 8/19/2011 10:38:00 PM

Odontologia Hospitalar no Brasil

Extraído do blog de MOOH da Comissão do RN
______________________________
O colega Paulo Sérgio da Silva Santos, coordenador do blog “Odontologia em Transplantes“, postou o artigo que se segue no grupo “Odontologia Hospitalar” do Facebook. Como gostei bastante do texto, resolvi dividi-lo com vocês.
abaixo segue o resumo e AQUI fica o link do artigo na íntegra.

Godoi APT, Francesco AR, Duarte A, Kemp APT, Silva-Lovato CH. Hospital odontology in Brazil. A general vision. Rev Odontol UNESP. 2009; 38(2): 105-9.

Resumo: O cuidado com a saúde em âmbito hospitalar exige o trabalho em equipe multidisciplinar, fato que demandou a introdução da Odontologia nesse ambiente de trabalho. No ambiente hospitalar, as responsabilidades são compartilhadas entre médicos, cirurgiões-dentistas e toda equipe assistente. De modo geral, nos hospitais são atendidos pacientes cuja condição de saúde contraindica ou impede a realização de intervenções no consultório odontológico, devido à falta de infraestrutura ou mesmo à ausência de uma equipe auxiliar treinada. Por outro lado, o atendimento odontológico a pacientes hospitalizados portadores de enfermidades sistêmicas contribui efetivamente para a recuperação destes. Desse modo, o cirurgião-dentista deve estar presente nos hospitais e deve estar preparado para o atendimento odontológico, em condições específicas e diferenciadas do cotidiano do consultório. Para o paciente em regime de convalescença ou tratamento, a assistência odontológica em ambiente hospitalar é favorecida por contar com maiores recursos diante de situações de urgência e emergência, além do trabalho, quando em equipe, proporcionar melhores condições de saúde ao paciente. O objetivo deste estudo foi realizar uma revisão da literatura, buscando informações sobre a Odontologia hospitalar no Brasil.



Postado por Blogger no Medicina Oral e Odontologia Hospitalar em 8/18/2011 07:00:00 AM

Radiologia odontológica portátil

Extraído do Blog de MOOH da Comissão do Rio Grande do Norte
_______________
Hoje a Caroline Fernandes, da Comissão de Medicina Oral e Odontologia Hospitalar do Paraná, postou no Facebook o seguinte texto sobre uso de RX portátil:

O atendimento odontológico domiciliar já é reconhecido e aprovado no Brasil. Contudo, os pacientes que necessitam desse tipo de atendimento (acamados, institucionalizados ou com grandes dificuldades de locomoção), têm recebido um tratamento odontológico abaixo dos padrões de qualidade ideal, pois aos dentistas que fazem esse tipo de trabalho é vedado o uso de aparelhos de RX portátil.
O uso de aparelhos de radiografia odontológica portátil é permitido na odontologia domiciliar há vários anos nos EUA e alguns países da Europa. Acredito que o nosso conselho deva apoiar a causa em benefício aos pacientes e proteção legal dos profissionais. O caminho, a meu ver é, a princípio, liberar o uso de aparelhos importados já amplamente testados e aprovados, e posteriormente, regulamentar e aprovar aparelhos nacionais.
Listo abaixo dois importantes estudos, sendo que o primeiro deles foi o responsável pela liberação do uso do aparelho de RX portátil NOMAD (Aribex) no estado de Nova York (EUA). O vazamento de radiação, a radiação atrás do tubo, acima e abaixo da proteção de chumbo, bem como, nos dedos do operador, peito, olhos e gônadas foram medidas e os valores ficaram significativamente abaixo dos valores aceitos pelo FDA.



Eu atuo em Odontologia Portátil e não uso aparelhos de RX devido a proibição da ANVISA(Acesse aqui a portaria na íntegra).

Achei esse texto interessantíssimo, especialmente por ser baseado em dois artigos científicos de boa qualidade. Na verdade, nunca tinha lido nada sobre o tema e isso aguçou minha curiosidade: decidi pesquisar nas bases científicas o que mais havia sido publicado.

Além dos dois artigos citados acima (clique nos links para ler o abstract), encontrei mais três estudos que descrevo a seguir:

O de Danforth et al. (2009) comparou dados do estudo com a dose máxima permitida de exposição ocupacional anual de radiação, para determinar o possível risco de exposição para um operador desprotegido que utilizasse este dispositivo. Os autores encontraram que os resultadosestão bem abaixo dos limites de exposição estabelecidos e são compatíveis com os publicadospelo fabricante.

A pesquisa de Brooks et al. (2009) constatou que a qualidade da imagem de radiografias tiradas com o aparelho de raio X portátil e com o aparelho convencional fixado na parede foi semelhanteem uma variedade de situações clínicas.

O estudo de Pittayapat et al. (2010) demonstrou a viabilidade dos três sistemas testados de raios X portáteis, verificando qualidade de imagem aceitável, precisão suficiente e higiene de radiação.

ALGUÉM CONHECE MAIS PUBLICAÇÕES SOBRE O TEMA?



Postado por Blogger no Medicina Oral e Odontologia Hospitalar em 8/18/2011 11:32:00 AM