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Simpósio de Odontologia (SOCESP-2011)

O evento do departamento de Odontologia da SOCESP, coordenado pelo Dr. Frederico Medeiros foi um sucesso. Temas complexos foram simplificados para facilitar o debate e o amadurecimento profissional e técnico dos que se dispuseram a comparecer ao evento.

Frederico Medeiros

Atendimento ambulatorial de cardiopatas, prevenção de emergências, prescrição, realização de cirurgias em anticoagulados, condutas em transplantes de órgãos, prótese bucomaxilofacial e atendimento em CTI foram alguns dos temas apresentados.

Parabéns a Odontologia Paulista.

Seguem abaixo alguns momentos registrados, a pedido do Coordenador do Simpósio, pela Dra. Luciana Ferreira Stahel-Lage, Cirurgiã-Dentista do Hospital de Bonsucesso e preceptora do curso de MOOH do HFSE.

Luciana Lage e Alberto Matos (RJ)

Auditório

Profa. Maria Aparecida Borsatti

Profa. Maria Aparecida Borsatti

Profa. Tereza Márcia Moraes e Luciana Lage

Prof. Paulo Santos

Prof. Paulo Santos

Condições bucais são agravadas no paciente hospitalizado

Evidence-Based Dentistry 12, 48 (2011) | doi:10.1038/sj.ebd.6400793

Hospitalisation associated with a deterioration in oral health

Petteri Sjögren

Abstract

Study selection

Longitudinal prospective observational studies in individuals of all ages being hospitalised, that assessed changes of the following outcomes: tooth loss, any measures of periodontal health, dental caries and stomatological diseases. There were no language restrictions.

(…)

Results

Five studies were included and all were assessed to be adequately representative and had sufficient follow-up. Outcome assessments were adequate but validity of the outcome measures was found to be subjective. One investigation included children only, whilst the remainder included adults only. Four of the studies were in intensive care units. Duration of hospitalisation was 5-20 days. This was insufficient a period for caries to develop. A power calculation was reported in only one study. Three out of four studies that reported on plaque accumulation found increasing levels of plaque accumulation during hospitalisation, whilst one did not. Two of three studies assessing gingival inflammation found a statistically significant increase. Two studies found a statistically significant increased incidence of mucositis in intubated patients but not in non-intubated patients.

Conclusions

Hospitalisation is associated with a deterioration in oral health, particularly in intubated patients.

1º Fórum das Comissões de MOOH dos CROs

Prezado(a)s,

A Comissão de Odontologia Hospitalar e Medicina Oral do CRO-RJ convida os demais CROs (Presidentes e representantes de Comissões de MOOH que já tenham sido constituídas ou estejam se formando), CFO, Ministério da Saúde e demais entidades (Associações de especialidades da Odontologia, Sindicatos, ABOs, ABCDs, FDI, FNO, Coordenação de Saúde Bucal das secretarias municipais e estaduais de Saúde, Departamentos de Odontologia de Associações Médicas, Universidades, SBMO, etc..) para o III Encontro de Medicina Oral e Odontologia Hospitalar do Rio de Janeiro, de 20 a 23/07/2011.

E para o 1º Fórum das Comissões de MOOH dos CROs no dia 21/07, das 15 as 17 hs, na sala 208, durante o XX CIORJ.

O objetivo do Fórum é a apresentação de propostas para a legitimação institucional, acadêmica e científica da MOOH no Brasil.

Solicitamos a inscrição prévia através do email: odontologiahospitalar@cro-rj.org.br para ser feita uma divisão de tempo a fim de que todos interessados em expor opiniões sejam democraticamente contemplados e possamos gerar uma ata com propostas, calendário e metas para a área.

Também neste Fórum será empossada a nova diretoria da ABRAOH.

Atenciosamente,

Paulo Pimentel, Jorge Barbosa e Silvio Brandão

Comissão de Odontologia Hospitalar e Medicina Oral do CRO-RJ

Painel das Comissões de MOOH nos Estados

Prezado(a)s,

Venho recebendo solicitações para que façamos uma reunião das comissões de MOOH no Rio de Janeiro durante o XX CIORJ, aproveitando a vinda de vários colegas e autoridades da Odontologia.

Solicitei ao presidente do XX CIORJ um espaço para uma reunião no dia 21/07 das 15 às 17 horas e obtive a autorização.

Peço que vejam o documento abaixo (ou cliquem aqui) com o atual painel geral das comissões nos estados. Faltam alguns dados e outros podem estar incorretos. Aguardo as solicitações de mudanças para atualizar o quadro visando a emissão dos convites oficiais.

Abs

Paulo Pimentel

DTM/DOF - A Especialidade precisa ser mais divulgada

JORNAL DA ABORJ, junho de 2011, pág. 9

http://www.aborj.org.br/jornal_flip/2011/junho/jornal_junho_2011.swf

Entrevista com o Especialista

Paulo A. Pimentel Jr.

Responsável pelo Serviço de DTM-DOF da ABORJ

1- Qual é a área de atuação do especialista de disfunção têmporomandibular e dor orofacial?

R. Sua área de atuação compreende o diagnóstico e prognóstico das dores orofaciais (DOF), incluindo as disfunções têmporomandibulares (DTM), particularmente aquelas de natureza crônica.

Em conjunto com a Neurologia, Reumatologia, Otorrinolaringologia, Ortopedia e Fisioterapia, pode também auxiliar no tratamento de cefaléias, neuralgias, doenças do conjuntivo, alterações otológicas e cervicalgias que estejam associadas com alterações orofaciais.

Atua no controle de distúrbios do sono, como o bruxismo, onde comumente é necessária a confecção de dispositivos oclusais para redução das parafunções ou atenuação dos seus efeitos sobre dentes, periodonto e estruturas da ATM.

Oferece ainda possibilidades de diagnóstico e, se necessário, tratamento das limitações da função mandibular associadas a trismos, luxações da ATM, ruídos articulares, parafunções e dificuldades de movimentação da mandíbula causando problemas à fala, mastigação e outras atividades bucais.

2- Qual a situação do mercado de trabalho da especialidade?

Como é uma especialidade nova, no mercado desde 2002, ainda precisa de maior divulgação sobre suas atividades e possibilidades de tratamento. É comum que Médicos, Fisioterapeutas e mesmo Cirurgiões Dentistas recomendem seus pacientes com DTM e DOF para Ortodontistas, Reabilitadores Orais e Cirurgiões Bucomaxilofaciais, por desconhecimento da existência desta nova especialidade.

A existência de profissionais com conhecimento específico sobre o diagnóstico diferencial e prognóstico das principais doenças desta região é fundamental para que propostas de tratamento irreversíveis, caras e agressivas sejam evitadas, especialmente em fases iniciais da terapia onde, inversamente, devem ser valorizadas as rotinas, geralmente reversíveis, que tenham abrangência sobre os aspectos biopsicossociais do problema.

3- Quais os avanços da área?

O principal avanço, e que provocou uma revolução no diagnóstico e nas propostas terapêuticas, foi a realização dos estudos epidemiológicos nas décadas finais do século passado, onde foi constatado que não havia a suposta relação de causa e efeito entre as alterações oclusais e as manifestações de DTM e DOF que se pensava existir. O tema ainda provoca discussões acaloradas quanto ao exato percentual de correlação mas é certo que a participação da oclusão é bastante reduzida na gênese destas alterações, sendo portanto desnecessários a maioria dos procedimentos ortodônticos, ortopédicos, reabilitadores e cirúrgicos que anteriormente eram propostos na tentativa de redução dos sintomas.

O outro grande salto foi a elaboração das classificações, especialmente as da Academia Americana de Dor Orofacial e Sociedade Internacional de Cefaléias, pois propiciaram a universalização dos termos, a elaboração dos critérios de diagnóstico para as situações clínicas encontradas e a realização de pesquisas com metodologia adequada.

4- Como é a atuação interdisciplinar?

O especialista em DTM e DOF deve saber atuar em parceria tanto dentro da própria Odontologia quanto com as outras profissões da saúde. Desde o diagnóstico – onde há inúmeras possibilidades de causas para as DOF, por exemplo, pulpites, adenites, neoplasias, doenças intracranianas e alterações sistêmicas – até o tratamento, quando pode ser necessária a prescrição de medicamentos a pacientes com outras doenças e em uso de diversas drogas.

Nos hospitais a atuação deste especialista, em parceria com a CTBMF, pode ser importante quando são necessários exames e tratamentos especiais, como procedimentos invasivos intra-articulares ou a discussão de casos complexos em sessões clínicas multidisciplinares.

III Encontro de Medicina Oral e Odontologia Hospitalar do Rio de Janeiro

Prezado(a)s,

Enviamos abaixo o folder de divulgação do III Encontro de Medicina Oral e Odontologia Hospitalar do Rio de Janeiro, um evento do XX CIORJ, que ocorrerá de 20 a 23 de julho no RIOCENTRO.

FRENTE (clique nas imagens para melhor visualização)

INTERNO

Convidamos para que todos os interessados na MOOH estejam presentes e pedimos que auxiliem na divulgação junto a Entidades da classe, meio Acadêmico, empresas e outros profissionais da saúde, para que possamos atingir nossos objetivos de aumento do conhecimento geral sobre a MOOH.

Temos folders que poderão ser afixados em seus serviços, hospitais, faculdades, órgãos de classe e outros locais de circulação de Dentistas e demais profissionais da área da saúde. Eles poderão ser retirados no CRO-RJ, HFSE, ABORJ, HEMORIO, HOSPITAL CARDOSO FONTES e junto aos demais patrocinadores do Encontro (LACER / GROSS, POLITEC, MANDALA, SONOLEVE e THERMOMAXX) a partir de 15/06/2011.

Estamos trabalhando para que esta área seja alçada ao justo patamar que ela merece alcançar.

Atenciosamente,

Paulo Pimentel, Jorge Barbosa e Silvio Brandão

Membros da Comissão de Odontologia Hospitalar e Medicina Oral do CRO-RJ


(*) NM: Aproveito ainda para informar que o Dr. Paulo Murilo Filho, Presidente do XX CIORJ, aprovou a realização de um encontro paralelo das Comissões Estaduais de Medicina Oral e Odontologia Hospitalar no dia 21/07 das 15:00 às 17:00hs.

Cerimônia de posse da ABRAOH

No último dia 11 de junho houve o II Simpósio de Odontologia Hospitalar do Hospital Mãe de Deus. O CRO-RS enviou convite a vários estados para que houvesse uma Assembléia geral para formação da nova diretoria da ABRAOH.

Infelizmente o representante da Comissão de MOOH do Rio de Janeiro, Dr. Silvio Brandão, não pode estar presente devido ao problema das cinzas do vulcão chileno.

Durante o evento foi marcada a posse para a diretoria da ABRAOH no biênio 2011-2013 que segue abaixo, segundo informações do link:

http://www.abraoh.com.br/ler.php?t=paginacao_noticia/editor_detalhe.php&id=NyT1UA=s .

Eleição para diretoria da ABRAOH 2011-2013

A Odontologia Hospitalar já é realidade e, a Associação Brasileira de Odontologia Hospitalar – ABRAOH – convida os sócios eletivos para participarem da Diretoria 2011- 2013, que unificada, em todo o território nacional, mobiliza o desenvolvimento dessa área de atuação do cirurgião dentista.

A cerimônia de posse será em Julho no Rio de Janeiro – no CIORJ 2011

Os cargos serão tratados após confirmação do plenário (VER LINK ACIMA PARA INFORMAÇÃO COMPLETA)

_______________________________________

(*) nota do moderador: a Presidência do XX CIORJ cedeu o espaço no dia 21/07/2011, das 15:00 às 17:00hs para a cerimônia de posse da ABRAOH e para a reunião das comissões estaduais de MOOH. Também estão convidados as autoridades representativas da Odontologia, das Especialidades e demais interessados na estruturação desta área no Brasil.

Odontologia no II Simpósio de Enfermagem da AMIB

Mais notícias da Medicina Oral e Odontologia Hospitalar nos Estados

Amanhã tem início o XII Congresso Mineiro de Terapia Intensiva. Nos 17 e 18 serão apresentadas várias palestras sobre a Odontologia nos cuidados intensivos. A coordenação está a cargo da Dra. Maria Thereza Fonseca Martins, que acumula os cargos de diretora do departamento de Odontologia da SOMITI e presidente da Comissão de OH do CRO-RJ.

Esperamos que o evento seja o maior sucesso e aguardamos fotos e notícias.

Programação completa no link: http://eticaeventos.com.br/eventos/somiti/prog_mariana.htm

Vejam no link: http://www.cropr.org.br/uploads/revista/revista_72-1294847765.pdf o texto escrito pelas Dras. Maria Carolina Lucato, Regina Martins Schmitt, Camila Kaschny, Gabriela Camargo e Daniele Miranda sobre a Odontologia Hospitalar e Medicina Oral para a revista do CRO-PR.

Temos mais uma comissão pronta para sair?

COMISSÃO DE MOOH NO CRO-RN

Foi criada a Comissão de Medicina Oral e Odontologia Hospital do CRO-RN, presidida pela CD Diana Rosado Lopes, e composta pelos CDs Maria Célia Azevedo de Aguiar e Gláucio de Morais e Silva.

Abaixo o trecho inicial do discurso de posse da presidente da Comissão.

“É com muito prazer que, em nome da comissão de Medicina Oral e Odontologia Hospitalar (MOOH) do Conselho Regional de Odontologia do RN (CRO-RN) hoje instalada, venho esclarecer e informar aos presentes e interessados, alguns conceitos, números e objetivos relacionados ao tema…”

Parabéns aos membros da Comissão e ao Dr. Eimar Lopes pela iniciativa.

Leia o discurso completo em: http://www.crorn.org.br/noticias/ver/656

Seguem abaixo algumas fotos da cerimônia de posse, onde também foi nomeada uma Comissão de Uso Racional de Medicamentos.

A Dra. Camila Freitas é um exemplo!!

No mundo da Odontologia é de se enaltecer colegas como a Dra. Camila Freitas. Não só por ser uma profissional dedicada e capaz que enveredou pelo complexo mundo da Odontologia Hospitalar, e também porque ainda se integrou com equipes multiprofissionais dos cuidados intensivos, sendo agora uma referência dentro da Sociedade Goiana de Terapia Intensiva.

A Dra. Camila merece os parabéns porque entendeu que ficar se lamentando por falta de apoio da classe e das outras áreas da saúde, sem procurar seus órgãos representativos, não é produtivo.

Ela, junto a outros colegas, bateu na porta do Conselho Regional de Odontologia de Goiás e abriu caminho para a criação de mais uma Comissão de OH ligada ao CRO, que teve o completo e irrestrito apoio de seu presidente, o Dr. Rodrigo Marinho.

Assim como fizeram os Drs. Afonso Rocha (CRO-RJ), Abraão Oliveira (CRO-PB), Eimar Lopes (CRO-RN), Arnaldo Garrocho (CRO-MG) e Joaquim Cerveira (CRO-RS), o CRO-GO, através de seu empolgado e dinâmico presidente, também criou a comissão específica para a área. O que abre uma perspectiva interessante de novos rumos, com uma maior representatividade nacional (tenho notícias que os estados do Espírito Santo, Paraná, Tocantins, Pernambuco e Bahia, além do Distrito Federal, também têm se mobilizado para formar suas comissões).

Torcemos para que iniciativas como a da Dra. Camila, e apoios como o do Dr. Rodrigo, sejam exemplo para os demais Estados.

Abaixo seguem as palavras da Dra. Camila Freitas sobre o evento da SOTIEGO que ela coordenou.

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Prezados Alexandre, Andréa, Carolina, Luciane, Paulo, Rodrigo e Teresa,

Nosso congresso foi um sucesso! A Odontologia Hospiatalar no início foi subestimada, porém conseguimos mostrar a que viemos com cïência e louvor! Os comentários de elogios somente nos dão a certeza de que a luta vale a pena e precisamos persistir.

Obrigada pelo apoio, carinho e participação de todos vocês. Sei que não é fácil, viajar, largar família, consultório, trabalhos, mas quando vemos os resultados constatamos o quanto valeu a pena.

Neste congresso tivemos o I FÓRUM GOIANO DE ODONTOLOGIA HOSOPITALAR/UTI - SOTIEGO. Primeiro de muitos, onde iniciamos as discussões regionais sobre nossa profissão e nos deixou com gostinho de quero mais. Agora que iniciamos, unidos, temos que manter a chama acesa e darmos continuidade aos estudos , lutas e trocas de experiências dentro de nosso Estado e em intercâmbio com os demais.

Mais uma vez meu muito obrigada a todos, somente fomos capazes com a ajuda de todos vocês!

Atenciosamente

Camila de Freitas