Já está em plena atividade o Comitê de Odontologia da Associação Brasileira de Hematologia e Hemoterapia – ABHH, que foi estruturado no Congresso Brasileiro de Hematologia e Hemoterapia / 2010 - 12º Simpósio de Odontologia em Hematologia, realizado em novembro, em Brasília.
De acordo com o presidente do Comitê, Luiz Alberto Valente Soares Junior, as atividades darão prioridade às ações científicas, políticas e formativas, visando a melhoria de protocolos assistenciais.
“Observamos a agregação de novos cirurgiões-dentistas que compartilham dos objetivos e missão do comitê, os quais desempenham suas funções inseridas em instituições de saúde em diversas localidades de nosso país”, destacou.
“Nosso objetivo é disseminar e promover trocas de conhecimento tão importantes nesta área”.
Composição do Comitê:
Presidência:
Dr. Luiz Alberto Valente Soares Junior – CRO / SP 49475 - Supervisor da divisão de Odontologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. jrvalente@uol.com.br
Diretoria Científica:
Dr. Héliton Spindola Antunes - CRO/RJ 19.321 – Cirurgião Dentista da Coordenação de Pesquisa Clínica do INCA – Instituto Nacional do Câncer - Professor de Semiologia da UNIGRANRIO - Universidade do Grande Rio. hspindola@inca.gov.br
Diretoria de Educação Continuada e Institucional:
Dr. Luiz Antonio de Souza. – CRO/SC 1920 – Cirurgião Dentista do HEMOSC - Hemocentro de Santa Catarina. luiz.antonio@fns.hemosc.org.br e manoluiz@hotmail.com
Secretária:
Dra. Perla Porto Leite Shitara – CRO/SP 48500 – Coordenadora do Serviço de Odontologia Hospitalar do CHS - Conjunto Hospitalar de Sorocaba / SP– Coordenadora do Serviço de Odontologia Hospitalar do GPACI - Grupo de Pesquisa e Assistência ao Câncer Infantil /Sorocaba/SP - Cirurgiã Dentista da Equipe de Transplante de Órgãos Sólidos e Medula Óssea do HUS – Hospital Unimed de Sorocaba/SP. eshitara@uol.com.br
Conselho Consultivo:
Dra. Geisa Badauy L. Silva – CRO/ GO 4357 – Cirurgião Dentista do HAJ –Hospital Araujo Jorge – Instituição de Combate do Câncer de Goiânia/GO. geisabadauy@hotmail.com
Dr. Paulo Sérgio da Silva Santos - CRO/SP 51.737 - Professor Doutor do Departamento de Estomatologia da Faculdade de Odontologia de Bauru, Universidade de São Paulo. paulosssantos@hotmail.com
Dra. Renata M. Soares – CRO/RN 1287 – Cirurgião Dentista do HEMONORTE – Hemocentro Dalton Barbosa Cunha. renata-soares07@hotmail.com
Dr. Wellington Espírito Santo Cavalcanti - CRO/RJ 267 - Coordenador do Serviço de Odontologia do HEMORIO – Hemocentro do Rio de Janeiro. wellington@hemorio.rj.gov.br
GRUPO DE MEDICINA ORAL E ODONTOLOGIA HOSPITALAR DO RIO DE JANEIRO
COMISSÃO DE MOOH DO CRORJ
ATA DA REUNIÃO DE ABRIL DE 2011
RIO DE JANEIRO, 13 de ABRIL de 2011
Presença de 24 cirurgiões dentistas do Estado do Rio de Janeiro, incluindo o Presidente do CRORJ, Dr. Afonso Rocha. Também presentes o Presidente do CROMG, Dr. Arnaldo de Almeida Garrocho e as representantes de Odontologia Hospitalar do CROMG Maria Thereza Fonseca Martins e do CRORS Elaine Camargo.
Na foto, Dr. Afonso Rocha e Arnaldo Garrocho
Apresentação do Dr. Paulo Pimentel das notícias do Encontro da Academia Americana de Medicina Oral, realizado em Porto Rico, de 05 a 09 de abril.
Dr. Paulo Pimentel durante a apresentação
Discussão geral, com a participação ativa do Dr. Arnaldo Garrocho, sobre a necessidade de um posicionamento dos CROs sobre a definição da formação adequada ao Cirurgião Dentista que atuará nos segmentos de Medicina Oral e Odontologia Hospitalar.
Debate sobre a importância de se aglutinar forças nos diversos estados brasileiros para a formação de uma massa crítica que possa sugerir ao CFO a realização de uma assembléia nacional para a votação dos itens necessários à legitimação da atuação plena em Medicina Oral e Odontologia Hospitalar no Brasil, incluindo, formato da pós-graduação, locais de realização, denominação adequada e entidade responsável por sua regulação.
Foi lembrado, pelo Dr. Afonso Rocha, que de 20 a 23 de julho de 2011 será realizado o 3º Encontro de Medicina Oral e Odontologia Hospitalar do Rio de Janeiro, no Congresso Internacional de Odontologia do Rio de Janeiro – XX CIORJ. Nesta oportunidade, professores de vários estados se encontrarão para discussão da MOOH brasileira. Assim, foi sugerido que este encontro possa ser utilizado para as conversas iniciais entre os Cirurgiões Dentistas brasileiros e dirigentes de entidades da Odontologia a respeito da regulação da MOOH junto ao CFO, onde poderá ser lançada a idéia da assembléia nacional.
O Dr. Afonso Rocha ainda mencionou a requisição do CRO do Rio Grande do Norte para a participação do Dr. Paulo Pimentel na sua jornada anual, que ocorrerá em 06 e 07 de maio de 2011 onde a Odontologia Hospitalar será o tema principal.
Finalmente o Dr. Afonso colocou todos a par das mudanças que o Projeto de Lei do Dentista na UTI (do Deputado Neilton Mulim – RJ) estará sofrendo, com a participação de novas lideranças parlamentares que poderão, enfim, viabilizar sua esperada aprovação.
A Dra. Elaine Camargo, também Presidente da Associação Brasileira de Odontologia Hospitalar ABRAOH, colocou a entidade a disposição dos interessados em participar de sua organização e atividades.
Drs. Jorge Barbosa (RJ), Elaine Camargo (RS), Afonso Rocha (CRORJ), Maria Thereza Martins (MG) e Arnaldo Garrocho (CROMG)
Foi definido que o próximo encontro do GMOH-RJ e Comissão de Odontologia Hospitalar e Medicina Oral do CRORJ tratará das questões relacionadas à saúde pública, SUS e interações com a MOOH. Será enviada uma proposta de estruturação elaborada no Rio de Janeiro para sugestão de padronização pelo grupo.
Outra proposta interessante levantada foi a viabilização de videoconferências para que as reuniões possam ser transmitidas a outros estados brasileiros.
A próxima reunião do GMOH-RJ será no dia 04 de maio, no CRORJ, às 18:00hs.
Prezados,
Vejam na janela ao lado - http://medicinaoral.org/blog/eventos/ os eventos atualizados de MOOH em 2011.
Peço que enviem para o campo comentários ou contatos as informações sobre outras atividades que tiverem conhecimento.
Grato
(*) Especial atenção ao evento Coordenado pela Dra. Teresa Márcia Morais do Departamento de Odontologia da AMIB
Um dos motivos mais importantes que me levaram ao encontro da AAOM foi a realização do Workshop em MO. Já no Encontro da Academia Européia em Londres, no ano passado tinha sido apresentada a realização deste importante evento paralelo, que continuou em atividade e, em San Juan, foram mostrados alguns de seus resultados.
A normatização para a área da Medicina Oral, um dos objetivos que este Workshop deseja alcançar, é uma das prioridades do projeto, pois a divulgação aos Cirurgiões Dentistas que pretendem se iniciar nesta área de atuação depende do esclarecimento do que ela realmente é. Esta padronização também se faz necessária para informação aos pacientes que necessitam de tratamento de profissionais com este tipo de formação. Além disso, em nível local, a própria formatação da capacitação em Odontologia Hospitalar, que tem sido discutida no Brasil, depende da compreensão que este termo pretende alcançar, em nível mundial.
O que vemos atualmente, segundo foi demonstrado, é o uso da denominação Medicina Oral sem muitos critérios e variando enormemente entre as regiões do globo, onde é praticada. Esta realidade ficou patente na apresentação do Dr. Eric Stoopler, da Pensilvania, “Investigação internacional da prática de Medicina Oral”, exibida no encontro. Vejam o artigo original em http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/j.1601-0825.2011.01795.x/pdf.
Palestra do Dr. Eric Stoopler sobre a investigação do exercício clínico mundial em Medicina Oral (*).
Na apresentação foram informados dados estatísticos interessantes como o aumento do número de especialistas em Medicina Oral na Índia e a presença maciça de fomento governamental para a formação em Medicina Oral existente em alguns países como China, Reino Unido e Croácia. Vê-se também um grande investimento estatal no financiamento ao atendimento prestado aos pacientes no Reino Unido, Croácia e Suécia, ao contrário de Espanha, Índia e Israel onde os pacientes arcam com a maioria dos custos.
Foram mostradas também as percepções de definição de Medicina Oral nos diversos países, segundo o relato dos especialistas em Medicina Oral pesquisados. Alguns deles, como Reino Unido, Holanda, México e Grécia, tem a noção de que o atendimento ao paciente com comprometimento sistêmico não seria do escopo da Medicina Oral. Ao contrário de Israel, Índia, Itália, Espanha, Brasil, Canadá, EUA, Croácia e Tailândia onde a maior parte dos especialistas entenderam que este atendimento também seria da pertinência da MO.
No geral, avaliando o tempo despendido durante as atividades práticas dos especialistas em Medicina Oral consultados, o tratamento das lesões de mucosa oral e o controle da dor orofacial, foram as atividades onde houve o maior tempo gasto para o atendimento aos pacientes.
MINHAS PERCEPÇÕES
Achei que o trabalho teve um viés muito forte por não ter envolvido profissionais de outras áreas da Odontologia cujo conhecimento médico aplicado a Odontologia tem sido cada vez mais exigido, como a Periodontia Médica, a Dor Orofacial, a Odontogeriatria, e Especialistas em pacientes especiais, que atuam dentro ou fora do ambiente hospitalar. A inclusão destes profissionais poderia mudar em muito, segundo meu raciocínio, a visão da MO. Penso até em usar a ferramenta de questionários que o Google disponibiliza para fazer esta investigação aqui no Brasil, porém de forma mais ampla.
Nota-se que a AAOM possui uma visível tendência que a aproxima do que conhecemos, aqui no Brasil, como Estomatologia, porém vários de seus pesquisadores e divulgadores fazem questão de enfatizar que a Medicina Oral é uma área de conhecimento que abrange também o atendimento ao paciente com comprometimento sistêmico, a dor orofacial, a odontologia hospitalar, a analgesia inalatória e a própria odontogeriatria. Basta vermos o vasto conteúdo escrito com estas orientações, nos livros publicados, ou editados, por autores como Sonis, Malamed, Little, Silverman e Greenberg, a maioria deles membros da AAOM, sendo este último, junto com Glick, o responsável pela edição do livro publicado originalmente, há mais de 70 anos por Lester Burket (o Pai da Medicina Oral) na década de 30 passada, que tratava também do paciente com comprometimento sistêmico e os protocolos de parceria entre Odontologia e Medicina.
Outra tendência forte da AAOM, que também vejo evidente aqui no Brasil, e que foi mencionada no artigo é a forte presença de profissionais do meio acadêmico nas entidades ligadas a Medicina Oral (no nosso caso a SOBEP) e atuando principalmente nestas instituições. Isto faz com que uma visão de mercado da Medicina Oral não seja tão privilegiada, gerando dúvidas nos novos profissionais sobre sua viabilidade como carreira fora do meio acadêmico ou mantida por financiamento governamental. Vejam o que dizem os autores:
“Em primeiro lugar, um esforço deveria ser feito em pesquisas futuras para se obter uma definição consensual internacional do exercício da medicina oral e seu potencial como uma prática clínica em tempo integral, em vez de uma prática, principalmente em tempo parcial, exercida por especialistas em instituições acadêmicas.”
Penso que a abertura da Medicina Oral às outras especialidades interessadas nos protocolos Odontologia-Medicina, já citadas acima, seria uma forma de disseminar este campo de conhecimento, fundamental a todas elas. Achei estranho não haver representantes da periodontia, por exemplo, e se preocuparem com aspectos quimiossensoriais da região oral. Acredito ainda que a divisão de formações nestes vários campos faz com que ela seja ensinada em partes, dificultando em muito o aprendizado. Tivemos essa discussão no GMOH-RJ durante a formatação da proposta de capacitação na Odontologia Hospitalar, por exemplo.
No Brasil, a Medicina Oral poderia, em tese, pairar acima das especialidades odontológicas como uma área de conhecimento básico, necessário ao exercício de todas, principalmente a Odontologia Hospitalar e as outras já citadas no texto acima. Comentei esta idéia com o Dr. Robert Arm, atuante em Medicina Oral e Odontologia Hospitalar no estado de Delaware, que disse concordar com a idéia, mas que problemas políticos importantes impedem, nos EUA, que ela seja posta em prática.
Já fiz um esboço de tradução deste importante artigo, que deverei veicular em breve aqui no blog, mas gostaria que outros colegas atuantes em segmentos da Medicina Oral me ajudassem a revisar a tradução e dar maior respaldo a esta para, a seguir, pedir a autorização do Dr. Stoopler para divulgá-la na nossa língua. Quem quiser ajudar na revisão da tradução envie um comentário para este post solicitando a prévia de tradução.
Caros leitores,
Peço desculpas pela ausência prolongada, mas os preparativos para a ida ao Encontro da Academia Americana de Medicina Oral, em San Juan, Porto Rico, foram muito exaustivos, assim como a volta. Passaporte, inscrição, estruturação das coisas que ficaram aqui, aviso ao administrador do cartão de crédito, seguro saúde, tickets para as 4 pernas (não há vôo direto para lá) e hospedagem, além de outras pendências que não cabem aqui mencionar.
Chegando a Porto Rico pude ver um misto de país latino com estrutura de país desenvolvido, pois tem um status de “quase” estado americano. Um belo país com um povo bastante acolhedor e simpático, que se não consegue se expressar bem no português, se esforça para aprender noções do nosso idioma. Em geral são bilíngües e falam inglês sem problemas, mas nas rádios dos carros 90% da programação é em espanhol.
Pôr do Sol no mar do Caribe
O Encontro da AAOM foi em Carolina, ao lado do Aeroporto, mas eu me hospedei em Rio Grande, a leste de San Juan, e a 30 minutos de distância do local do evento. Já viram que o aluguel de um carro foi mais uma das pendências que tive que resolver antes da viagem.
Brinde com a esposa no Toro Salao em Old San Juan.
Nós, que moramos no Brasil, e não temos o costume de viajar aos EUA, ou não tivemos a oportunidade de nos pós-graduarmos por lá, temos que passar um tempo nos acostumando a sentar lado a lado e bater papo com gente do quilate do James Little, Martin Greenberg, Sol Silverman, Donald Falace e outros autores de livros que comumente recomendamos em nossos cursos.
Drs. James Little e Donald Falace
Após o deslumbre inicial as diferenças desaparecem e conseguimos ver que nossas dúvidas também são as deles e que a Ciência é um barco que dissipa preconceitos de etnias e nações, aceitando todos que, de boa vontade, entram neste complexo e fascinante mundo.
Lá também estavam palestrando europeus, asiáticos, africanos, australianos e sulamericanos. De nosso continente pude assistir aos Profs Jaime Brahim, peruano, que está na Universidade de Maryland e César Migliorati, brasileiro, da Universidade do Tennessee. Ambos palestraram sobre o atendimento de pacientes com alterações decorrentes do tratamento oncológico, sendo que o primeiro de forma menos direta pois discutiu as osteonecroses mandibulares decorrentes dos bisfosfonatos prescritos pelos diversos serviços médicos, oncológicos ou não.
Prof. César Migliorati
Gostei muito de ver o Dr. James Little ser homenageado pela Academia como um dos mais importantes pesquisadores da história da AAOM. Ele, apesar de sua idade avançada e aposentadoria na Flórida dedicada a pescarias, reserva 4 horas por dia do seu tempo para ainda escrever e estudar sobre a Medicina Oral.
Conversei rapidamente com o Prof. Falace, também um dos autores do livro do Dr. Little, que, como eu, tem grande interesse na Odontologia do Sono. Ele entende que esta área já está bem estabelecida e deveria ser acolhida pela Medicina Oral assim como outras mais consolidadas já o são, como o atendimento de pacientes comprometidos, as doenças da mucosa oral e a dor orofacial.
Em próximos posts vou escrevendo e pontuando outras observações que fiz no encontro. Especialmente sobre o V Workshop Mundial em Medicina Oral, e a ausência quase completa da abordagem direta à Odontologia Hospitalar e aos protocolos de parceria com os serviços de enfermagem nos leitos dos cuidados gerais e intensivos. Outros presentes ao evento fizeram comentários que me transportaram às mesmas questões que tenho aqui conquanto a algumas divergências nos rumos das entidades de classe odontológicas. Tal lá com aqui.
Abraços e Feliz Páscoa a todos.
Recebi o email abaixo do Colega de Tocantins e repasso a todos pois é de interesse direto aos envolvidos na estruturação da Medicina Oral e Odontologia Hospitalar no Brasil.
Precisamos avaliar o texto sugerido e encaminhar urgentemente para os gestores municipais de saúde.
Obrigado Dr. Bardi, pela idéia e pela divulgação.
___________________________
Dr. Paulo Pimentel,
Tendo em vista a realização das etapas Municipais, Estaduais e Nacional da 14ª CONFERENCIA NACIONAL DE SAÚDE, gostaria de sugerir, que fossem apresentadas, propostas no que se refere a Medicina Oral e Odontologia Hospitalar, as quais deverão ser apresentadas nas etapas municipais, pois as etapas Estaduais e Nacional não receberão propostas.
As conferências municipais em todo o Brasil devem ser realizadas de 01 de abril a 15 de julho de 2011, momento oportuno e único de ser colocadas as propostas para as etapas Estadual e Nacional.
Segue uma proposta que pode ser melhorada e/ou acrescida de outras propostas, as quais deverão ser passadas aos nossos colegas para que apresentem e defenda-as nas referidas conferências . Coloco-me a vossa para quais quer esclarecimentos. Sou Conselheiro Estadual de
Saúde-Tocantins, como representante do CRO-TO. e presidente da Comissão intersetorial de Saúde Bucal do mesmo Conselho de Saúde, alem de atuar na MOOH, em dois hospitais de nossa capital.
PROPOSTA
“Definir como obrigatório, a presença de uma equipe de Medicina Oral e Odontologia Hospitalar, nos Hospitais e Clínicas com mais de 30 leitos, das redes particulares e públicas de assistência a saúde, objetivando a assistência odontológica integral e plena a estes pacientes em estado especial.”
Um abraço
EVALDO BARDI