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Reunião de março do GMOH-RJ

Prezadas e prezados Colegas,

No próximo dia 02 de março, às 18 horas, no CRORJ, Centro do Rio de Janeiro, teremos a 3ª reunião do ano.

Como primeira atividade será apresentada uma palestra sobre cuidados bucais na UTI, pelas Profas. Marcia Hirata e Josiane Costa R. de Sá, Cirurgiãs-Dentistas da Força Aérea Brasileira, atuantes no Hospital Central da Aeronática no Rio de Janeiro e pioneiras na realização deste tipo de atenção na FAB.

Logo após, como de costume, serão discutidos assuntos gerais da MOOH, dentre eles:

· Situação da MOOH na saúde pública.

· Apresentação do pedido de ajuda feito a Comissão de Odontologia Hospitalar do CRORJ.

· Apresentação do programa final dos Simpósios de MOOH no próximo CIORJ, em julho.

· Debate sobre a realização do Consenso sobre a modalidade de pós-graduação em MOOH a ser sugerida pelos estados ao CFO.

· Discussão sobre a data de eleição dos novos membros para a Comissão de Odontologia Hospitalar do CRO do Rio de Janeiro.

Vale ressaltar, corroborando o papel aglutinador da MOOH exercido pelo CRORJ, que teremos na reunião a presença do Presidente do CRO de Minas Gerais, Dr. Arnaldo de Almeida Garrocho e da Presidente da Comissão de Odontologia Hospitalar do CROMG e diretora do Departamento de Odontologia da SOMITI, Dra. Maria Thereza Fonseca Martins.

Até lá.

X Congresso Brasileiro de Pacientes Especiais

Recebi a mensagem abaixo e disponibilizo para os interessados:

Prezados,
Realizaremos em Barretos-SP o X Congresso Brasileiro de Odontologia para Pacientes com Necessidades Especiais. Gostaríamos de contar com a presença de todos e pedimos para nos auxiliarem na divulgação.

Alex Tadeu Martins

No site indicado há a apresentação do congresso

 

É com muita alegria e expectativa que apresento o X Congresso Brasileiro de Odontologia para Pacientes com Necessidades Especiais, que será realizado de 07 a 09 de abril de 2011 em Barretos – São Paulo. Alegria, pois é a primeira vez que esse Congresso é realizado no Centro Universitário da Fundação Educacional de Barretos – UNIFEB. Expectativa, pois durante o evento, serão enfocados temas atuais de interesse profissional que facilitam a prática da especialidade odontológica, considerando não apenas os aspectos clínicos, mas também os científicos.

O Congresso conta com a participação valiosa de pensadores e professores da área das Ciências da Saúde, que lidam em seu dia-a-dia com pacientes com necessidades especiais. A comissão organizadora com o apoio da Associação Brasileira de Odontologia para Pacientes com Necessidades Especiais (ABOPE) elaboraram com grande dedicação uma grade de atividades, visando oferecer aos participantes momentos de ampla discussão e reflexão, priorizando as condutas para essa área do conhecimento odontológico.

Esse Congresso, como os demais realizados anteriormente, fortalecerá ainda mais essa especialidade odontológica, refletindo na melhoria da qualidade de vida das pessoas com necessidades especiais, bem como de seus cuidadores. Desta forma, aguardamos você com muito entusiasmo e com a convicção de que sua presença nos honrará durante os dias que desfrutaremos juntos.

Fabiano de Sant’Ana dos Santos
Presidente do X Congresso Brasileiro de Odontologia
 para Pacientes com Necessidades Especiais

 

Mais informações em:

http://www.unifeb.edu.br/congressoodonto/apresentacao.html 

A Odontologia Legal frente à Medicina Oral

Por Marilia Ribeiro Vilela - Especialista em Odontologia Legal

 

 

Prezados leitores do Portal de Medicina Oral,

Quando falamos, em Odontologia Legal, muitos ainda associam como sendo uma especialidade estritamente envolvida com Perícias, sejam elas em foro civil, criminal, trabalhista ou em sede administrativa. Porém, a realidade é muito mais ampla do que a maioria têm ciência. Na área civil destacamos como exemplo as de Ressarcimento de Danos e as de Arbitramento de Honorários Profissionais. Já no foro criminal, destacam-se as de Identificações e Lesões Corporais em pessoas vivas, cadáver ou esqueleto, como é exposto constantemente através da mídia e em vários seriados de televisão sobre investigações criminais. A competência real para atuação do especialista em Odontologia Legal esta bem definida na CNPCO no seu Art. 64, visto a sua evolução e significância frente aos aspectos éticos e legais relacionados à sociedade e a própria odontologia.

A Odontologia Legal está inter-relacionada, digo inserida diretamente ou mesmo indiretamente com todas as demais especialidades odontológicas reconhecidas pelo Conselho Federal de Odontologia.

Considerando que a toda ação existe uma reação, sempre estarão envolvidas por aspectos éticos e legais inerentes ao exercício profissional, seja ele em ambientes de consultório, clinica ou hospital no setor privado ou público.

“No Brasil, especificamente no estado do Rio de Janeiro, a Medicina Oral segue o seu processo de consolidação e normatização, estando ainda na fase embrionária e defendida por diversos profissionais que militam nas áreas de Patologia Oral, Pacientes Especiais, Cirurgia, Odontogeriatria, entre outros que atuam diariamente em ambientes hospitalares. O Grupo de Medicina Oral e Odontologia Hospitalar do Rio de Janeiro (GMOH-RJ) traz uma proposta de transformação com base na integração e aperfeiçoamento dessa mão de obra, visando a melhoria contínua dos processos de atendimento principalmente em ambientes hospitalares”.

Tive a honra e a satisfação de receber o Convite do ilustre colega, Prof. Dr. Paulo Affonso Pimentel Jr, Presidente da Comissão de Odontologia Hospitalar e Medicina Oral do CRORJ com o objetivo de fornecer informações do âmbito da Odontologia Legal que pudessem assessorar o Grupo frente aos aspectos éticos legais relacionados a essa nova área de atuação.

Todos sabem que o processo de construção de uma nova área é bem complexo, porém, é certo que a todo nascimento exige das pessoas dedicação, envolvimento, desprendimento, cuidados e um planejamento estratégico sustentável. Certamente, este grupo poderá alcançar êxito, pois estão subindo degrau por degrau todos com prudência e fundamentação.

Desejo ao GMOH-RJ e a Comissão de MOOH do CRORJ, sob a presidência do Dr. Paulo Pimentel, que esta nova área de atuação possa em pouco tempo ser reconhecida à nível nacional e internacional como referência de transformação real em atendimento odontológico hospitalar.

Marilia Ribeiro Vilela - Cirurgiã-dentista

Especialista em Odontologia Legal

Membro do GMOH-RJ/ Brasil

Porque se omite a Especialidade de DTM-DOF?

Na última edição da RBO (v.67, n. 2, 2010), excelente revista editada pela ABORJ há décadas, foram publicadas duas matérias que me chamaram a atenção. A primeira sobre as cefaleias, com a entrevista concedida pelo Prof. José Geraldo Speciali, conceituado Neurologista de Ribeirão Preto, e a segunda matéria, escrita pelo respeitado Cirurgião Buco-maxilo-facial, Nicolas Honse atual Presidente do Capítulo do Rio de Janeiro do Colégio Brasileiro de CTBMF.

Na ótima entrevista do Prof. Speciali, foi citado o trabalho dos Neurologistas relacionado ao tratamento das cefaleias. Os cefaliatras, como eles se denominam, são neurologistas que tem um foco no tratamento e controle das cefaleias, ou dores de cabeça. No texto, que indico para a leitura, foram abordadas as cefaleias primárias e secundárias e sua participação nas dores orofaciais, de competência do Cirurgião-Dentista.

Neste ponto há um ruído quando é dito que dores que ocorrem no crânio devem ser avaliadas por um Neurologista antes da atuação odontológica:

“…a conduta mais oportuna seria solicitar a avaliação de um neurologista para descartar a possibilidade de uma cefaleia primária do tipo enxaqueca ou tensional ou de cefaleia secundária.”

Eu creio que esta recomendação poderia ser direcionada a um Cirurgião Dentista que exerça a clínica geral ou outras especialidades, mas um especialista em Disfunções Temporomandibulares e Dor Orofacial (DTM-DOF), que não foi mencionado no texto, sabe reconhecer, sem maiores problemas, quando há uma referência de dor para o crânio cuja origem se dê em estruturas da ATM, já que o diagnóstico diferencial entre DTMs e cefaleias consta em sua formação básica.

Outro ruído que notei foi não haver mencionado a existência de um Departamento de Dor Orofacial, dirigido por CDs na própria Sociedade Brasileira de Cefaleia. Creio que seria de bom tom esta referência, já que se trata de uma entrevista concedida a um periódico odontológico.

Na outra matéria, publicada pelo Dr. Nicolas Honse, foi feita uma descrição geral da especialidade de CTBMF. Como Presidente do Capítulo RJ do CBCTBMF, vi com bons olhos a menção de parceria às especialidades de ortodontia, quando citava a cirurgia ortognática, de estomatologia e patologia bucal, quando citava a atribuição do Cirugião Buco-maxilo-facial direcionada ao tratamento de neoplasias, mas, quando citou as desordens temporomandibulares, omitiu a especialidade odontológica de DTM-DOF, reconhecida pelo CFO desde 2002, e que é a responsável pelo tratamento e controle clínico das patologias da ATM e dores orofaciais. Citou ainda o Cirurgião Buco-maxilo-facial como o responsável pela parceria interdisciplinar no tratamento da dor, omitindo mais uma vez a desejável parceria com a especialidade de DTM-DOF:

“…É necessária uma equipe que inclua, além do cirurgião buco-maxilo-facial, médico especialista em dor, fisioterapeuta, psicóloco e fonoaudiólogo para um correto diagnóstico e planejamento terapêutico do paciente.”

As duas matérias podem ser um indicativo de que a especialidade de DTM-DOF, precisa de maior divulgação (e me incluo na crítica de escrever pouco em periódicos) e necessita exercitar a realização de parcerias interdisciplinares para que ocorra uma maior visibilidade de suas atribuições. Talvez seja essa uma das missões mais importantes de uma futura sociedade de DTM-DOF no Brasil.

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O email do diretor da RBO: revista@aborj.org.br

O que é Odontologia–Baseada em Evidências?

O que é Odontologia–Baseada em Evidências?

OBE é a integração:

1.                      Da melhor evidência clínica

2.                      Do melhor julgamento clínico

3.                      Dos valores do paciente

Para a promoção dos cuidados com a saúde.

Por que OBE?

·  Existem mais de 500 pesquisas clínicas  publicadas a cada ano, em cada especialidade odontológica , em mais de 30 revistas’.

·  Para um clínico se manter atualizado, é necessário que o mesmo identifique, obtenha, leia e avalie mais de 1 artigo por dia, em 365 dias, antes de implementar mudanças,  um trabalho muito difícil.

·  Nosso objetivo é simplificar esse trabalho, oferecendo a melhor evidência da literatura mundial, já destilada.

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O texto acima foi retirado na íntegra da página inicial do citado site. 

Acesse e descubra como você pode facilitar seus estudos e tomadas de decisões clínicas.

Endereço: http://br.evidentista.org/?o=1116

VI SIMPÓSIO BRASILEIRO DE DISFUNÇÃO TEMPOROMANDIBULAR E DOR OROFACIAL

Tema: “O controle clínico da disfunção temporomandibular”

Moderador: Prof. Marcelo Henrique Mascarenhas (MG)

de 23 a 26 de março de 2011

Minascentro - Belo Horizonte – MG

 

 

Clique aqui para mais informações

Reunião de Especialistas em Disfunção da ATM e Dor Orofacial

 

Durante o último CIOSP, houve uma importante reunião de especialistas em DTM e DOF, que serviu para várias discussões sobre a especialidade do ponto de vista acadêmico, científico e institucional.

Parabéns a iniciativa dos colegas Paulo Conti, José Luiz Peixoto Filho, Reynaldo Martins, Juliana Barbosa e demais envolvidos na organização do encontro. Sabemos como é difícil a tarefa de aglutinar forças em função de um tema de interesse comum, especialmente quando já existem duas importantes sociedades eminentemente médicas que abrigam a DTM-DOF por tanto tempo.

A existência de departamentos de Odontologia nas associações médicas é sempre uma excelente oportunidade de se divulgar a grandeza e importância de nossa profissão, mas não podemos nos expressar plenamente e nos fazermos representar de forma ampla se não tivermos uma associação que represente os genuínos interesses dos Cirurgiões-Dentistas.

Da mesma forma, é preciso que se encontre espaço na grade curricular acadêmica para que a especialidade de DTM-DOF possa ser ensinada aos novos profissionais de forma independente e pertinente em relação aos novos conhecimentos científicos que ora se apresentam. Não se pode aceitar que esta área seja um apêndice da “Oclusão” nos bancos de graduação, nem que fique subjugada unicamente aos interesses dos departamentos de prótese dentária. É importante, mesmo de forma sucinta, que os graduandos sejam apresentados aos mecanismos básicos da dor, à necessidade de conhecimento do processo de diagnóstico diferencial, aos fundamentos que justificam o pedido de exames complementares, à farmacologia da dor, à psicossomática e tantas outras vertentes de conhecimentos que são elementares para se posicionar como um Cirurgião Dentista frente a sociedade.

O raciocínio oferecido acima para a graduação deve também ser estendido à pós-graduação onde o conhecimento interdisciplinar deve ser fomentado e a prática clínica direta estimulada, preferencialmente em centros multidisciplinares de dor e utilizando protocolos que se baseiem em evidências científicas consolidadas.

Espero poder contribuir para este novo modelo que se apresenta, servindo de agente de divulgação da especialidade e oferecendo propostas que, de forma construtiva, venham a ser do interesse da Odontologia e de toda sociedade.

 

Encontro Rio - São Paulo de Odontologia Hospitalar

Atendendo ao convite do Prof. Paulo Santos e do Dr. Walmyr Mello, estivemos, eu, o Dr. Jorge Barbosa (HEMORIO), e os Prof. Héliton Spíndola (INCA e UNIGRANRIO) e Bruno Gilho, representando o CRORJ, o GMOH-RJ, SBMO e a ABRAOH na reunião do Grupo de Estudos em Odontologia Hospitalar (GEOH) na sede da APCD durante o último CIOSP.

Foram discutidos temas gerais e apresentadas algumas propostas conjuntas para o fortalecimento da Odontologia Hospitalar em São Paulo e nos demais estados, como por exemplo, a ratificação da necessidade de vinculação aos CROs, a necessidade de existência de jornadas de MOOH estaduais e a possibilidade de criação de um evento itinerante de Odontologia Hospitalar e Medicina Oral nos estados, dando um caráter nacional.

 

Presenciamos ainda a mudança no comando da próxima Jornada Científica do GEOH (assumirão o posto os Drs. Fábio Luiz Coracin e Monira Samaan Kallás) e o início do diálogo para se efetivar uma união com o Departamento de Estomatologia da APCD, o que será, penso eu, de muita importância para o grupo, afinal a Odontologia Hospitalar é basicamente uma reunião de especialidades da Odontologia atuando na alta complexidade.

Esperamos poder retribuir, em breve, o convite para que haja oportunidade dos paulistas também trazerem suas experiências aos colegas fluminenses.