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A Odontologia e as eleições 2010

A mensagem abaixo, sobre as eleições 2010, foi enviada pelo boletim informativo mensal do CRORJ (também um braço político da MOOH) e, pela sua relevância, é reproduzida abaixo.

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Candidato leigo não luta pela Odontologia

 

Mais de 20 mil candidatos em todo o país pedem seu voto nestas eleições. Se você escolher um candidato leigo, por melhor que seja, ele nunca lutará pelas reivindicações da classe odontológica.

Ou seja, você continuará sendo desrespeitado e desvalorizado profissionalmente.

Está na hora de nos unirmos para eleger a bancada da Odontologia no Congresso Nacional e nas assembléias legislativas.

Convide todos os profissionais da área que você conhece para participar dessa luta: cirurgiões-dentistas, protéticos, assistentes de saúde bucal (ASB), técnicos em saúde bucal (TSB), recepcionistas, comerciantes, fabricantes de produtos odontológicos… Juntos, vamos conquistar o nosso espaço!

NESTAS ELEIÇÕES, VOTE NOS CANDIDATOS DA ODONTOLOGIA!

 

   ACESSE O SITE OFICIAL DO MOVIMENTO 

Mensagem da Presidente do V Congresso de Dor Orofacial da SBCe

 

 

 

Caros colegas e Membros do Comitê Brasileiro de Dor Orofacial,

 

 

Rapidamente nos aproximamos de Outubro quando entre os dias 7 e 9 na aconchegante e belíssima cidade de Gramado se realizará o V Congresso do Comitê Brasileiro de Dor Orofacial da SBCe, que acontece durante o XXIV Congresso Brasileiro  de Cefaleia.

Continuamos nos empenhando com o objetivo de consolidar ainda mais a interrelação DTM/Dor orofacial e Cefaleia avançando o conhecimento desta importante área e integrar profissionais de diferentes áreas de saúde, pois assim, conseguiremos agregar sem dividir o conhecimento, somando e absorvendo a transferência da ciência.

Neste contexto estamos trabalhando para elaborar um evento de altíssimo nível científico para trocas de experiências e atualização profissional levando os mais recentes estudos e descobertas na área das DTM e Dor Orofacial.

Conclamo a todos para que mais uma vez, o evento seja um sucesso de público e crítica.

 

Renata Campi de Andrade Pizzo

Presidente do V Congresso de Dor Orofacial da Sociedade Brasileira de Cefaleia

 

Programa do encontro:

http://www.sbcefaleia.com.br/gramado/index.php?option=com_content&Itemid=134&id=54&layout=blog&view=category

 

Deu na TV: Cuidados bucais na gravidez são fundamentais

 

Para mais informações consulte: http://medicinaoral.org/blog/2010/06/29/associacao-americana-lanca-guia-de-diretrizes-para-os-cuidados-orais-de-mulheres-gravidas/

Analgesia inalatória: “A Odontologia sem medo”

Reunião de outubro do Grupo de Medicina Oral e Odontologia Hospitalar do Rio de Janeiro

 

Direcionada aos colegas interessados na área e cirurgiões dentistas em geral.

 

1ª atividade:

Palestrante: Prof. Mauro Althoff

- Especialista em odontopediatria

- Habilitado na 1ª turma de analgesia inalatória no Brasil

- Coordenador do curso de habilitação em analgesia inalatória da Academia de Odontologia do Estado do Rio de Janeiro

 

Tema

Analgesia inalatória: “A Odontologia sem medo”

 

Data: 06/10/2010

Local: Auditório do CRORJ (Rua Araújo Porto Alegre, 70/5º and) - Centro - Rio de Janeiro

Horário: 18:00 às 19:15

 

2ª atividade:

Reunião administrativa do GMOH-RJ até às 20 hs.

Odontologia protege o coração!!!

A reportagem abaixo foi veiculada pelo Globo Repórter em 24/09/10,

Porém ela está errada quando cita que o tratamento periodontal não é reconhecido oficialmente pela medicina. Veja os arquivos abaixo:

http://www.americanheart.org/downloadable/heart/1271273387460STROKE.pdf

http://www.joponline.org/doi/pdf/10.1902/jop.2009.097001

Manifestaçoes otológicas da disfunção da ATM (tonturas, zumbido, otalgia…)

Um dos posts sobre Dor Orofacial (DOF) e Disfunções da ATM (DTM) recebeu o comentário abaixo, assinado por Rossanna, sobre zumbido e DTM:

Olá, tenho DTM e demorei um ano e meio para descobrir. Fiz um vídeo sobre o assunto contando minha experiência e procurando informar pessoas que sofram os mesmos sintomas que eu e não sabem. Se puder disponibilizar no seu site te agradeço.”

 

Achei que o tema é muito importante no contexto, não apenas da DTM/DOF, mas também da medicina oral, pois trata de situações de interdisciplinaridade entre a Odontologia e a Otorrinolaringologia (ORL).

Devo dizer que recebo, no serviço público e privado, um alto percentual de pacientes indicados por especialistas em ORL. As indicações podem ser relacionadas a possibilidade de DTM/DOF como fator subjacente às manifestações otológicas de dor de ouvido (agora o termo ouvido foi suprimido e o correto é falar orelha), tonturas, zumbido e sensação de plenitude (orelha cheia).

Vários desses casos podem realmente ter algum fator precipitador da competência do cirurgião dentista, por exemplo, doenças inflamatórias da ATM e dores de origem muscular, na maioria das vezes acompanhadas de parafunções, como o bruxismo, ou alterações oclusais, como a ausência dentária posterior. Em outras situações, condições inflamatórias odontoestomatológicas podem ser responsabilizadas, e.g. pulpites e pericoronarites (inflamação ao redor do terceiro molar).

Outros casos podem não ter qualquer motivação de origem bucal, então o dentista deve descrever a situação e relatar, através de um laudo, as estruturas avaliadas e a ausência de correlação.

Abaixo, coloco a disposição um artigo sobre o assunto e agradeço a Rossana (espero que esteja totalmente recuperada) por chamar a atenção para este importante problema.

 http://medicinaoral.org/blog/wp-content/uploads/2010/09/dtm-e-sintomas-otologicos.pdf

Programa de combate ao câncer de boca na UPE

RESUMO DO PROGRAMA

O Programa de Combate ao Câncer de Boca – ICB/UPE, desde 1998, já capacitou e atualizou mais de 3.600 profissionais da rede pública e privada (Cirurgiões-Dentistas, Auxiliares de Saúde Bucal, Técnicos em Saúde Bucal e Agentes Comunitários de Saúde), os quais efetivamente modificaram suas rotinas de atendimento, incluindo a observação clínica mais atenta e investigativa objetivando a prevenção, diagnóstico diferencial e precoce do câncer de boca, além da realização de procedimentos como citologias e biópsias, anteriormente pouco executados.

Realizou atividades educativas e preventivas além de atendimento em parceria com profissionais e população pernambucana residente no Recife, região metropolitana, grande Recife, no sertão, agreste, litoral e na ilha de Fernando de Noronha. Foram identificadas lesões potencialmente malignas e casos de câncer de boca diagnosticados. Mais de 48.600 pessoas compartilharam das atividades educativas e preventivas e aprenderam o autoexame (dados parciais até fev.2009).

Cerca de 1.000 alunos dos cursos de odontologia, medicina, enfermagem e ciências biológicas da UPE participaram desenvolvendo atividades educativas e preventivas junto à população em prol do combate ao câncer de boca. Contribuíram também cerca de 200 alunos de outras Instituições de Ensino Superior e também de outros cursos como fonoaudiologia, psicologia e fisioterapia.

Atualmente há 300 alunos da UPE e 36 de outras IES no Programa, o qual colabora para a formação de profissionais de saúde mais conscientes, solidários e cidadãos. Muitos ex-alunos continuam colaborando com o Programa na qualidade de profissionais. Acreditamos que o conhecimento é a ferramenta básica para a prevenção.

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Nota final

Folder, cartaz, histórico e “lições de cidadania” estão disponíveis no site http://www.ead.upe.br/cancerdeboca e, segundo a Professora Aurora Karla Vidal, podem ser reproduzidos.

Veja abaixo algumas imagens da campanha:

Odontologia (DTM/DOF) no Sábado de Cefaléia no RJ

Veja abaixo a descrição do evento e em negrito a palestra da interrelação DOF/DTM/Cefaléia:

Data início: 19/09/2010

 Data final: 19/09/2010

 Local: Hotel Windsor Barra

 Endereço: Avenida Lucio Costa, 2630 - Barra da Tijuca

 Cidade: Rio de Janeiro - RJ

 Instituição: Comitê de Cefaléia da SBED, SBC e Aboott

 Email: dor@dor.org.br

 Telefone: (11) 5904-2881

 Resumo do programa: 

8:30 Abertura

8:40 Classificação das Cefaléias - Prof Djacir Dantas

9:00 Quadro Clínico e Fisiopatologia da Migrânea - Prof Jano Alves de Souza

9:30 Tratamento das Crises de Migrânea - Prof Jose Geraldo Speciali

9:50 Indicações de Profilaxia na Migrânea - Prof Pedro Moreira CREMERJ

10:10 Discussão

COFFEE BREAK

10:40 Cefaléia do Tipo Tensional Tratamento Sintomático e Profilático - Prof Djacir Dantas

11:00 Cefaléia em Salvas - Dra Maria Eduarda

11:20 Neuralgias Cranianas - Prof Djacir Dantas

11:40 Cefaléia na Infancia - Dra Ana Maria Yamada

12:00 Cefaléia no idoso - Prof Jano Alves de Souza

12:20 Discussão

INTERVALO DE ALMOÇO

14:00 Cefaléias e DTM - Dr Jose Luiz Peixoto

14:20 Cefaléia na Mulher - Dra Maria Adelia Matheus

14:40 Cefaleia Cronica Diária - Prof Andre Palma

15:00 Mecanismos de Cronificação - Prof Carlos Bordini 15:20 Discussão

COFFEE BREAK

16:00 Migrânea Refratária - Prof Carlos Bordini

16:20 Quando e Como Investigar uma Cefaléia - Prof Jano Alves de Souza

16:40 Cefaléia na Emergência - Prof Jose Geraldo Speciali

17:00 ENCERRAMENTO

Encontro de Odontologia no Congresso Brasileiro de Infeção Hospitalar

Em Recife, onde acontece o XII CONGRESSO BRASILEIRO DE CONTROLE DE INFECÇÃO E EPIDEMIOLOGIA HOSPITALAR, foi realizado o encontro: “O papel da Odontologia no controle de infecção hospitalar”, coordenado pela Dra. Aurora Karla L. Vidal, professora de Patologia Geral da ICB/UPE, Doutora em saúde coletiva e presidente da Comissão de Projetos Institucionais  do CRO-PE.

O evento foi iniciado pelo Dr. José Thadeu Pinheiro, professor e diretor do CCS da UFPE apresentando a necessidade da visão social nas questões acadêmicas e institucionais da Odontologia. O professor Reginaldo Inojosa Carneiro Campelo, médico e cirurgião bucomaxilofacial, mostrou a necessidade da avaliação sistêmica do paciente odontológico.

O professor Renato de Vasconcelos Alves, PhD em Periodontia descreveu os relatos que colocam esta especialidade em uma situação de destaque no auxílio ao controle de doenças sistêmicas, cujos tecidos periodontais estão comprometidos. A também periodontista Renata Cimões Jovino Silveira, exibiu as etapas do processo de formação do biofilme microbiológico na cavidade oral, inclusive com as últimas modificações e descobertas na interação, colonização e desenvolvimento da microbiota periodontal.

A professora e Doutora em CTBMF Ana Cláudia Amorim Gomes mostrou várias situações cotidianas da sua vivência hospitalar no Hospital Universitário Oswaldo Cruz, da UPE, tanto no campo cirúrgico quanto no aspecto clínico. Fez ressalvas sobre a entrada de profissionais na área da Odontologia sem o devido preparo, e que somente com a devida ocupação do espaço hospitalar pelos cirurgiões dentistas capacitados para este ambiente, poderá a saúde saúde bucal ser plenamente alcançada.

Finalmente o Dr. Paulo Pimentel, atuante na área da medicina oral, e representante do CRO-RJ para a Odontologia Hospitalar, expôs suas palestras sobre a “Avaliação Odontológica do Paciente Hospitalizado e no Paciente Crítico” e, a respeito de “Quais Cuidados Bucais Funcionam para a Prevenção de VAP (Protocolos)”.

Estiveram presentes ao encontro, entre outros, o futuro presidente do CRO-PB, Dr. Abraão Oliveira, e o Dr. Carlos Rivas, também da Paraíba, e atuante na área de Odontologia Hospitalar.

Ao fim do dia, no jantar dos palestrantes do Congresso, houve a reunião dos vários grupos profissionais que participaram e participarão dos debates sobre os melhores caminhos para o controle das infecções hospitalares. Destacam-se a presença da Dra. Claudia Vidal, presidente do comitê científico do congresso, Dra Aurora Vidal (citada acima), Dra. Bárbara Soule (EUA), especialista em controle de doenças infecciosas, o Dr. Kenneth Leeper (intensivista - EUA) e a Dra. Denise Cardo (EUA) diretora da Divisão de Controle de Infecções do Centers for Disease Control and Prevention (CDC), além dos professores Joseph e Silma Pinheiro da Universidade Federal de Minas Gerais.

Conversei rapidamente com a Dra. Denise e o Dr. Kenneth. O ultimo relatou um episódio ocorrido este mês, quando um paciente – com entubação orotraqueal e sedado –  internado em seu CTI apresentou febre e dor intensa associada à um molar inferior com abscesso dentoalveolar agudo. Segundo seu relato, desconhecia a existência de um cirurgião dentista que pudesse ser especializado na atuação neste ambiente.

Perguntei ainda à Dra Denise Cardo, diretora de divisão do CDC, sobre a ausência da recomendação para realização dos cuidados bucais e desinfecção com clorexidina nos CTIs, na última publicação do CDC, de 2004, para prevenção das pneumonias associadas ao uso de ventilação mecânica. Ela respondeu que a próxima publicação nesta área só se dará daqui a alguns anos, e que depende do seu departamento de saúde oral. Disse ainda que as publicações da SHEA e IDSA são suficientes para se dar credibilidade a esta recomendação.

Abaixo seguem as fotos da participação no Congresso Brasileiro de Infecção Hospitalar.