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Encontro do GMOH-RJ em setembro

Encontro de setembro do Grupo de Medicina Oral e Odontologia Hospitalar do Rio de Janeiro (GMOH-RJ)

 

Cooperação Medicina & Odontologia no tratamento dos distúrbios respiratórios obstrutivos do sono

 

PALESTRANTES

Prof. André Matta

  • Doutor em Neurologia
  • Professor de Neurologia da Universidade Federal Fluminense

Prof. Paulo Pimentel

  • Mestre Patologia Bucal
  • Especialista em DTM e Dor Orofacial (CFO)
  • Responsável pelo Serviço de DTM / DOF da ABORJ
  • Cirurgião Dentista do Hospital Federal dos Servidores
  • Doutorando em Neurociências

 

DIA: 08/09/2010, quarta-feira  //  HORÁRIO: 18:00  às 19:00(*)

LOCAL: Auditório do CRO-RJ (Rua Araújo Porto Alegre, 70/5° and., Centro do Rio).

CONTRIBUIÇÃO: 2 latas de leite em pó

INFORMAÇÕES: odontologiahospitalar@cro-rj.org.br

REALIZAÇÃO: Comissão de Odontologia Hospitalar e Medicina Oral do CRO-RJ

(*) após as palestras haverá reunião administrativa do GMOH-RJ (até às 20:00hs)

Outro kit para higiene bucal em CTI

    O kit abaixo é outra opção para cuidados bucais em CTI para pacientes com uso da ventilação mecânica.

    O grande benefício destes kits, além da realização da higiene bucal e utilização dos antissépticos (o protocolo correto necessita pelo menos da clorexidina 0,12%), é o de facilitar, e induzir, a adesão ao uso na equipe de enfermagem.

     Mais informações em http://www.kchealthcare.com/kimvent/

Palestra sobre dor craniofacial na ADERJ

ASSOCIAÇÃO PARA ESTUDOS DA DOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - ADERJ

O clube de tratamento da dor em 2010 estará centrado na discussão dos mecanismos fisiopatológicos e implicações diagnósticas nos distúrbios dolorosos Musculoesquelético.

Escolhemos 07 palestras com temas que se inter relacionam, mas que mantém uma lógica independente, permitindo a liberdade de escolha dos participantes.

Dentro de uma abordagem multidisciplinar, os debates após cada palestra terão a participação de fisioterapeutas e psicólogos, coordenados por Fernando Heraclito Gurgel e Sonia Osano respectivamente.

 
 
 

17 de Agosto -   Dor Musculoesquelética craniofacial

                           Francisco Pereira Junior - Odontólogo

 

21 de Setembro -  Dor Musculoesquelética cervical e em membros superiores

                               Fábio Aguiar - Médico Anestesiologista

 

19 de Outubro -   Dor Musculoesquelética lombares

                              Marco Helio da Silva - Médico Acupunturologista

16 de Novembro -   Indicações de procedimento intervencionistas

                                 Jeane Juver - Médica Anestesiologista 

 

Local: Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro

Endereço: Av. Men de Sá, 197 - Centro - Estacionamento no local

Hora: 19h30 - Lanche de confraternização

            20h00 / 20h40 - Palestra

            20h40 / 21h30 - Debate

 Custo: Sócios da SBED / ADERJ: sem custo

             Não sócios: R$ 25,00 ( vinte e cinco reais ) por evento

CRO-RJ cria nova comissão de Odontologia Hospitalar e Medicina Oral

A Comissão de Odontologia Hospitalar e Medicina Oral, foi criada em 28 de julho de 2010, através da Portaria CRO-RJ n º 11 e tem como finalidade liderar as ações do Grupo de Medicina Oral e Odontologia Hospitalar do Rio de Janeiro (GMOH-RJ) junto à autarquia. Terá como membros os cirurgiões-dentistas Dr.Paulo Affonso Pimentel Júnior; Dr. Jorge Barbosa Pinto e o Dr. Silvio da Cruz Brandão.

O email oficial da Comissão é odontologiahospitalar@cro-rj.org.br

 

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 Odontologia Hospitalar ganha mais espaço

A Odontologia Hospitalar ganha crescente destaque pela sua relevância. Em nível nacional, a publicação da Portaria nº 1.032 pelo Ministério da Saúde, mostra que o governo federal começa a ter entendimento dos resultados positivos que esta atuação dos cirurgiões-dentistas pode trazer. O documento inclui procedimentos odontológicos na tabela do SUS para pacientes com necessidades especiais em ambiente hospitalar. Na esfera regional, a realização do II Encontro de Medicina Oral e Odontologia Hospitalar do Rio de Janeiro confirma que os profissionais do estado também se mobilizam no intuito de fortalecer este campo de atuação e, por conseguinte, a classe.

 

http://www.cro-rj.org.br/revista/revAGO10/revAGO10.swf

(ver matéria completa nas págs 10 e 11)

Odontologia no XII Congresso Brasileiro de Infecção Hospitalar

A Comissão Organizadora do XII CONGRESSO BRASILEIRO DE CONTROLE DE INFECÇÃO E EPIDEMIOLOGIA HOSPITALAR a se realizar no período de 01 a 04 de setembro de 2010, no Centro de Convenções de Pernambuco, em Recife/Olinda, tem o prazer de convidar aos interessados para participar da Programação Científica, a seguir:

 

Dia: 01 de setembro

 

Controle de Infecção em Odontologia Hospitalar

 

Coordenadora: Aurora Karla L. Vidal

 

09h00- 10h00 Formação e Âmbito de Atuação do Cirurgião-dentista

Dr. José Thadeu Pinheiro (UFPE)

 

10h00-10h45 Doenças Bucais e sua Relação com Doenças Sistêmicas

Dr. Reginaldo Inojosa Carneiro Campelo (UPE)

 

10h45h-11h00 Intervalo

 

11h00-12h00 Importância da Avaliação da Saúde Bucal no Pré-operatório

Dr. José Ricardo Dias Pereira (CRO/PE)

 

12h00-13h00 Intervalo

 

13h00-14h00 Inclusão do Cirurgião-dentista no Âmbito Hospitalar / UTIs

Dr. Emanuel Dias (CFO)

 

14h00-15h00 Microbiota de Orofaringe: Papel da Saliva e Biofilme na Fisiopatogenia daPneumonia associada à ventilação mecânica (VAP)

 

15h00-15h15 Intervalo

 

15h15-16h00 Avaliação Odontológica do Paciente Hospitalizado e no Paciente Crítico

Dr. Paulo Affonso Pimentel Jr. (RJ)

 

16h00-17h00 Quais Cuidados Bucais Funcionam para a Prevenção de VAP (Protocolos)?

Dr. Paulo Affonso Pimentel Jr. (RJ)

Mais informações no link:

http://medicinaoral.org/blog/wp-content/uploads/2010/08/xii-cih_cursos_pre_congresso.pdf

Excelência em cuidados bucais hospitalares (UTI e enfermaria)

Mais informações em:

http://www.sageproductsglobal.com 

http://www.politec.net

ANVISA recomenda cuidados bucais em UTI para prevenção da PAV

     A cada ano ocorrem nos Estados Unidos entre 5 e 10 episódios de pneumonia relacionada à assistência à saúde por 1000 admissões. Estas infecções são responsáveis por 15% das infecções relacionadas à assistência à saúde e aproximadamente 25% de todas as infecções adquiridas nas unidades de terapia intensiva.
     Os dados epidemiológicos sobre a pneumonia relacionada à assistência à saúde são imprecisos porque há falta de critérios de diagnóstico uniformes e claros. A maioria destas infecções é associada à ventilação mecânica e há mais dados epidemiológicos sobre este tipo de pneumonia adquirida no ambiente hospitalar.
     Dados do Estado de São Paulo em 2008 mostraram que a mediana da incidência de pneumonia associada à ventilação mecânica (PAV) foi de 16,25 casos por 1.000 dias de uso de ventilador em Unidades de Tratamento Intensivo (UTIs) de Adultos, mas alcançou até 21,06 casos por 1.000 dias de uso de ventilador em UTIs coronarianas.

     Em 2008, a incidência de pneumonia associada à ventilação mecânica nas UTIs clínico-cirúrgicas de hospitais de ensino nos Estados Unidos da América foi de 2,3 casos por 1.000 dias de uso de ventilador e de 1,2 casos por 1.000 dias de uso de ventilador em UTIs coronarianas.

     Estes números sugerem que a incidência nacional pode ser mais elevada do que a desejada. Infelizmente não há dados nacionais por falta de uma coleta sistemática e padronizada em todos os Estados.

MEDIDAS ESPECÍFICAS FORTEMENTE RECOMENDADAS PARA PREVENÇÃO DA PAV:

   A. Manter os pacientes com a cabeceira elevada entre 30 e 45°;

   B. Avaliar diariamente a sedação e diminuir sempre que possível;

   C. Aspirar a secreção acima do balonete (subglótica);

   D. Higiene oral com antissépticos (clorexidina veículo oral).

     O entendimento que a VAP é propiciada pela aspiração do conteúdo da orofaringe amparou a lógica de se tentar erradicar a colonização bacteriana desta topografia com o objetivo de reduzir a ocorrência de VAP.

     Diversos estudos têm demonstrado diminuição das pneumonias associadas à ventilação quando a higiene oral é realizada com clorexidina veículo oral (0,12% ou 0,2%). Muitos protocolos preconizam a higiene da cavidade oral com clorexidina oral, formulação de 0,12%, com uma pequena esponja, evitando lesões da cavidade, três a quatro vezes ao dia. O profissional deve ficar atento para alergias, irritação da mucosa ou escurecimento transitório dos dentes.

fonte: ANVISA.
http://medicinaoral.org/blog/wp-content/uploads/2010/08/anvisa-manual_prevencao_pneumonia.pdf

 

 

Termo do 1º Consenso em Disfunção Temporomandibular e Dor Orofacial

Fonte: http://www.scielo.br/pdf/dpjo/v15n3/14.pdf

O Termo do 1º Consenso em Disfunção Temporomandibular e Dor Orofacial* foi criado com o propósito de substituir divergências por evidência científica dentro dessa especialidade da Odontologia.

O documento oferece informações claras e fundamentadas para orientar o cirurgião-dentista e demais profissionais de saúde sobre os cuidados demandados pelo paciente, tanto no processo de diagnóstico diferencial quanto na fase de aplicação das terapias de controle da dor e disfunção.

O Termo foi aprovado no mês de janeiro de 2010 em reunião realizada durante o Congresso Internacional de Odontologia do Estado de São Paulo e converge o pensamento dos profissionais mais conceituados do Brasil na especialidade Disfunção Temporomandibular e Dor Orofacial.