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Londres 2010 e a Medicina Oral no mundo

 

 

 

 

Caros interessados na Medicina Oral

Recebi o comunicado abaixo pelo SOBELIST e repasso a todos.

Trata-se de um email do Prof. Mike Brennan ao Prof. Jair Leão estimulando a participação de brasileiros em pesquisa sobre a atuação em Medicina Oral a nível mundial. 

Dear Colleague,

Could you please send the email below to Oral Medicine Practitioners in Brazil? We currently have no participants from Brazil and want to make sure that Oral Medicine Practitioners in Brazil are well represented in this international survey.

“ The World Workshop in Oral Medicine V will be incorporated into the 10th Biennial Conference of the European Association of Oral Medicine, which will take place September 21st-25th, 2010 in London, England. The goal of WWOM V is to convene an international group of experts in oral medicine and allied fields to complete and disseminate systematic reviews and position papers in strategic areas of scientific interest and key areas of relevance to oral medicine at the international level.”

“A goal of the workshop is to evaluate the current state of oral medicine practice on a global scale. To assess this goal, we are asking for your participation in a survey.”

“Please send an email to WWOM@carolinashealthcare.org if you are interested to participate, and instructions to complete the survey will be sent back to you.”

“Your reply will help to describe the present status of oral medicine practice as well as delineate recommendations for future modeling.”

“Thank you for your time and effort regarding this important matter.”

Sincerely,

Michael Brennan

Pepe Shirlaw

Eric T. Stoopler

 

 

Convite para reunião de junho

CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO PARA MELHOR VISUALIZAÇÃO

 

GMOH-RJ em junho – Palestra e noite de autógrafos

Em nome do Grupo de Medicina Oral e Odontologia Hospitalar do RJ, convidamos os colegas interessados para uma palestra e lançamento de livro, no dia 09/06/2010, quarta feira, no auditório do Conselho Regional de Odontologia, às 18 horas.

Palestra: Diagnósticos e tratamentos de doenças do complexo bucomaxilomandibulares.

Autor e palestrante: Uoston Holder da Silva

·        Doutorando em Odontopediatria na Universidade Cruzeiro do Sul - São Paulo-SP.

·        Mestre em Clínicas Odontológicas

·        Especialista em Patologia Oral

·        Especialista em Estomatologia

·        Especialista em Radiologia

Neste evento será realizado o lançamento do Livro “Propedêutica Odontológica” escrito pelo Professor Uoston Holder.

Trata-se da compilação de suas experiências com as casuísticas obtidas no PROJETO ASA BRANCA.

Este livro teve a co-autoria de Danielle Lago Bruno de Faria, Professora de Propedêutica e Clinica Odontológica do Curso de Odontologia da Faculdade ASCES, Caruaru-PE.

O livro será vendido na ocasião pelo preço simbólico de R$ 30,00, e o Prof. Uoston Holder, estará autografando.

Em seguida será servido um coquetel.

Ausência dentária e problemas sistêmicos

Os idosos brasileiros vão pouco ao dentista, não recebem orientações sobre como evitar problemas bucais, têm cáries não tratadas e, devido à grande quantidade de dentes perdidos, dependem do uso de próteses. O resultado é que metade deles tem dificuldades para mastigar os alimentos, o que reduz o consumo de fibras, frutas e vegetais, podendo desencadear desde problemas digestivos a doenças cardiovasculares. O alerta é de um estudo da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), do Rio Grande do Sul, publicado na revista Cadernos de Saúde Pública, da Fiocruz (http://www.scielo.br/pdf/csp/v26n1/09.pdf).

Os pesquisadores Marcos Pascoal Pautssi, Maria Teresa Anselmo Olinto e Juvenal Soares Dias-da-Costa lembram que a população está envelhecendo e que, portanto, o Sistema Único de Saúde tem de se adaptar à nova realidade. “No entanto, apesar de uma ampla modificação no SUS sobre medidas curativas e preventivas para a maioria das doenças bucais, muitos indivíduos são excluídos dos cuidados adequados”, alertam no artigo.

De acordo com eles, um dos fatores de diminuição da qualidade de vida e da saúde geral dos idosos é a ingestão de bons nutrientes, o que depende dos dentes naturais ou de próteses bem adaptadas. “Mesmo a prótese não tem o mesmo poder de corte que os dentes naturais. E é importante lembrar que a digestão começa na boca”, diz a especialista em prótese Selma Jebrine, da Odontoclínica, de Brasília.

A dona de casa Ledir Crelier, 67 anos, começou a ter problemas nos dentes aos 15. “Hoje, as crianças tratam desde cedo, mas antigamente não tinha nada disso”, afirma. Sem receber orientação adequada, ela extraiu dois dentes da arcada inferior direita e, agora, vai precisar fazer uma prótese. “Incomoda muito na hora de mastigar, principalmente quando como carne. Acabo colocando mais força no lado direito”, diz.

Quando as próteses não conseguem triturar os alimentos, os idosos precisam mudar seus hábitos alimentares, em consequência, aumentam os problemas digestivos já que o bolo alimentar também se transforma.

“É importante ressaltar que a ingestão de nutrientes e a perda de peso têm sido associadas com perda de dentes, próteses inadequadas e função mastigatória insatisfatória em idosos. Nesse sentido, a dificuldade de mastigação pode afetar as escolhas alimentares à medida que pode levar à preferência por alimentos moles, que podem ter menor valor nutritivo do que os ricos em vitaminas e fibras, como frutas duras e legumes”, afirma Marcos Pascoal Pattussi, professor e pesquisador do Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva da Unisinos e um dos autores do artigo.

“Além disso, a diminuição desses alimentos, decorrente da capacidade mastigatória alterada, está associada com o aumento do risco cardiovascular e de uma série de cânceres do sistema gastrointestinal”, complementa.

No artigo publicado pela Fiocruz, os pesquisadores citam um estudo realizado por cientistas chineses e americanos, de 2005. Foram avaliados 29.584 moradores da área rural. Os resultados mostraram que indivíduos com grande perda de dentes tinham 13% mais de risco de morrer, comparando-se aos demais. A falta de dentição aumentou em 35% a probabilidade de morte por algum tipo de câncer e em 28% por problemas cardíacos, além de significar um risco 12% maior de se sofrer ataques cardíacos.

Fonte: Correio Braziliense – 13/04/10

 

 

 

Estudo confirma relação entre periodontite e aterosclerose

Há evidências científicas apontando uma relação entre a periodontite e o desenvolvimento da aterosclerose em humanos, um dos fatores de risco mais importantes para a doença cardiovascular.

Esta é a conclusão de uma revisão sistemática de nove publicações de pesquisas realizada em um estudo feito pela dentista Adriana Paiva Camargo Saraiva, da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP) da USP.

O objetivo da revisão foi analisar as evidências científicas encontradas nos últimos dez anos entre a periodontite e aterosclerose em pessoas adultas.

Ligação entre periodontite e aterosclerose

“Ao analisarmos os dados das pesquisas, concluímos que dentre compostos químicos que refletem risco para aterosclerose, chamados de marcadores sistêmicos, relacionados com a fisiopatologia da doença, os fatores lipídicos, ou seja, as gorduras, parecem fornecer os resultados que melhor refletem a associação entre periodontite e aterosclerose. Em todos os trabalhos que avaliaram esses marcadores foram relatadas a sua elevação na presença de periodontite e redução após o tratamento periodontal”, afirma Adriana.

Outro achado da pesquisadora foi que quanto maior o grau de severidade e extensão da periodontite apresentados pela população amostrada nos estudos, mais evidentes as alterações locais e sistêmicas relacionadas com a aterosclerose, como lesões na parede interna das artérias e presença de compostos químicos indicadores de inflamação no sangue.

“Os estudos analisados mostraram que, embora as bactérias da periodontia tenham apresentado sensibilidade ao antibiótico, sem o tratamento mecânico da periodontite a antibioticoterapia não foi eficaz nem para prevenir eventos cardiovasculares recorrentes e nem para restabelecer a saúde periodontal,” explica.

Metodologia científica

Foram selecionados trabalhos publicados no período de janeiro de 1999 a julho de 2009, a partir dos descritores “periodontite, aterosclerose, doenças vasculares” e das palavras-chaves “tratamento periodontal e função endotelial”.

Adriana encontrou 532 trabalhos, na fonte de dados da MedLine e Biblioteca Cochrane. Os elegíveis foram 22, mas alguns eram duplicados e outros excluídos por não terem sido feitos em humanos.

No final foram selecionados nove que atenderam os seguintes requisitos: Eram de nível de evidência II, o que quer dizer que tiveram pelo menos um ensaio clínico randomizado controlado bem delineado. Eram pesquisas em humanos adultos, maiores de 19 anos, com diagnóstico de doença periodontal e que receberam tratamento para a doença e/ou antibioticoterapia que estabeleceram associação entre a periodontite e a aterosclerose. “O principal desfecho dessas pesquisas foi o fato de as pessoas desenvolverem a aterosclerose, ou de saúde-doença que estabeleceram associação entre a periodontite e a aterosclerose”, conta Adriana.

Importância de ir ao dentista

 “O tema não é novo, mas os estudos recentes de renomados pesquisadores é que tem atraído a atenção de toda a comunidade médica/odontológica, pois sugerem que cuidados simples e rotineiros como a escovação dentária e visitas regulares ao dentista podem ter grande impacto na saúde das pessoas”, destaca Taba Jr

Fonte: Agência USP – 30/04/2010

GMOH-RJ - Encontro de maio

Na quarta-feira, 05/05/2010, houve a reunião do Grupo de Medicina Oral e Odontologia Hospitalar do RJ (GMOH-RJ) no CRORJ. Tivemos a excepcional palestra do Prof. Jorge Pinto M.S., PhD (UERJ, UFRJ), médico intensivista, chefe de UTI do Hospital Israelita Albert Sabin e membro da diretoria da SOTIERJ.

A palestra foi graciosamente disponibilizada pelo Professor e encontra-se disponível no link anexo (clique aqui).

 

 

Especiais agradecimentos à Dra. Luciana Teles pela indicação do Prof. Jorge Pinto e suas colaborações com o GMOH-RJ.

Após a apresentação foram debatidos temas relacionados à presença do CD na equipe de UTI e suas atividades, com maior foco na prevenção da pneumonia nosocomial.

Ao fim do encontro foram debatidos temas diversos:

O Dr. Silvio Brandão propôs a elaboração de um texto para envio a coordenação do NERJ para o pedido de contratação dos profissionais auxiliares pelo Ministério da Saúde para atuação nos Hospitais Federais do RJ.

O Dr. Paulo Pimentel pediu a adesão de todos à ABRAOH. Entidade que ajudará na realização de eventos, estímulo à capacitação profissional, divulgação científica, auxílio ao CFO na normatização desta atuação e aglutinação das outras especialidades odontológicas nos temas de interesse da atuação do Cirurgião Dentista nos hospitais.

Finalmente, foi elaborado o programa de palestras e debates para o ODONTORIO, que terá um pré-congresso no dia 21/07/2010, na ABORJ, organizado pelo GMOH-RJ.

Trabalhos em DTM e Dor Orofacial

Enviado pela Profa. Juliana Stuginsky e repassado aos interessados

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Por favor, peço aos colegas que divulguem o comunicado abaixo!

Atenção! Se você tem algum trabalho científico na área de DTM e Dor Orofacial, pode realizar seu envio ao XXIV Congresso Brasileiro de Cefaleia / V Congresso do Comitê de Dor Orofacial da Sociedade Brasileira de Cefaleia para apresentação! O congresso será realizado entre 07 a 09 de outubro de 2010 em Gramado-RS.

Os cinco melhores trabalhos julgados pela Comissão Organizadora serão escolhidos para apresentação oral e o primeiro colocado receberá um prêmio! Os resumos serão publicados na revista Migrâneas & Cefaleias.

A data final para envio dos trabalhos é dia 15 de julho de 2010! Confira o regulamento no site: http://www.sbcefaleia.com/gramado/Trabalhos-Cientificos.

Aproveite também que as inscrições até 15 de julho estão com condições especiais: http://www.sbcefaleia.com/gramado/Inscricoes/Precos-e-Condicoes.

 

Mais informações: www.sbcefaleia.com/gramado

NÃO PERCA ESTA OPORTUNIDADE!!!

 

Juliana Stuginski-Barbosa

·        Mestranda em Neurociências pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - USP

·        Especialista em Disfunção Têmporo-mandibular e Dor Orofacial

www.julianadentista.com

 

 

 

Resposta ao Dr. Rafael

Veja abaixo, Dr. Rafael, porque é tão difícil fazer com que as coisas certas dêem certo no Brasil.

 

 

Não são poucas as oportunidades em que colegas perguntam o motivo do CRO não impedir a abertura de novas faculdades.

Inicialmente, é importante que se saiba que cabe ao MEC, como órgão encarregado pelo poder público federal, formular e avaliar a política nacional de educação, zelar pela qualidade do ensino e velar pelo cumprimento das leis que o regem.

Tanto assim, que foram criados mecanismos para avaliar periodicamente o desempenho das faculdades e dos alunos nelas formados, de forma a permitir o acompanhamento do ensino e corrigir eventuais distorções.

Da mesma forma, compete ao Ministério da Educação a análise e emissão de parecer sobre a abertura ou não de novos cursos, na dependência de critérios pré-estabelecidos. Para tanto, há um corpo de avaliadores, que inclusive visita a instituição, para verificar as instalações e a qualificação do corpo docente.

Para ampliar a participação da sociedade na tomada de decisões e com o objetivo de conceder aos órgãos reguladores das profissões uma efetiva participação no processo de criação de novos cursos, o deputado Renato Silva fez a proposição, em 2000, do Projeto de Lei nº 3.340.

O PL 3.340 tem a finalidade de determinar que a criação de novos cursos superiores de direito dependessem de parecer da subseção da OAB e que os cursos de odontologia, medicina, psicologia e veterinária também estivessem subordinados a parecer da representação local dos respectivos conselhos regionais de classe.

De acordo com o Projeto de Lei, a criação de novas faculdades de odontologia no Rio de Janeiro iria depender de parecer do CRO-RJ, em Minas Gerais do CRO-MG e assim por diante.

O PL tramitou durante dez anos, durante os quais, teve apensados outros três Projetos de Lei, um dos quais, o PL nº 1823/2003, proíbe a criação de novos cursos de odontologia e a ampliação de vagas nos cursos existentes e dá outras providências.

Todavia, ao tramitar na Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados, o relator da proposição entendeu que de formação acadêmica e universitária devem entender e tratar as autoridades educacionais, que devem estar igualmente atentas nas tarefas de supervisão e do cuidado com a oferta e a qualidade dos cursos ministrados, por meio de avaliações sérias e conseqüentes.

Destacou ainda o relator: Tenho fortes dúvidas de que estaremos no caminho certo, aprofundando a ingerência das corporações no âmbito educacional. Em resumo: o Projeto de Lei foi rejeitado pelo relator, deputado Átila Lira, acatado pelo relator substituto, deputado Gastão Vieira.

Dez anos e muito esforço foram utilizados na tentativa de buscar sanar as graves distorções de formação na odontologia que acometem a quase totalidade dos estados da federação, entre eles o Rio de Janeiro.

Aos cirurgiões-dentistas que se considerarem insatisfeitos com a rejeição do Projeto de Lei, é recomendável conhecer a íntegra do Projeto de Lei, o que pode ser feito através do site do CRO-RJ, na parte destinada a Leis de Interesse do CD, e após, lançar mão do recurso democrático de manifestar o desagrado enviando correspondência para os relatores, nos e-mails depatilalira@camara.gov e depgastaovieira@camara.gov.br.

Como se vê, não é o CRO que não faz nada para impedir a abertura de novas faculdades.

Afonso Fernandes Rocha
Presidente do CRORJ

Fonte: http://www.cro-rj.org.br/editorial.asp?pid=33

EVENTOS GRATUITOS DO CRORJ

  • Esclarecendo Dúvidas: “O Que Fazer Quando Meu Paciente Diz Que Faz Ou Fez Uso De Bisfosfonados?”
    Data: 03 de maio de 2010 (Segunda)
    Ministrador: Fábio Ramôa Pires
    Horário: 18h às 19h
    Local: Auditório do CRO-RJ, Rua Araújo Porto Alegre 70, 5º andar, Centro
    Inscrições e Informações: 3505-7600 (ramais 7633, 7642 e 7601)
    Contribuição: 2 (duas) latas de leite em pó. 

  • Esclarecendo Dúvidas: “Afinal, O Que São Aftas Recorrentes E Como Lidar Com Elas?”
    Data: 03 de maio de 2010 (Segunda)
    Ministrador: Abel Silveira Cardoso
    Horário: 19h às 20h
    Local: Auditório do CRO-RJ, Rua Araújo Porto Alegre 70, 5º andar, Centro
    Inscrições e Informações: 3505-7600 (ramais 7633, 7642 e 7601)
    Contribuição: 2 (duas) latas de leite em pó.
    Inscrições on-line:”Esclarecendo Dúvidas” do dia 03/05/2010
  • Ministério da Saúde credencia 203 laboratórios de prótese dentária para o SUS

    O Ministério da Saúde ampliou em 62% a quantidade de laboratórios que oferecem próteses dentárias no sistema público de saúde. Nesta quarta-feira (28 /04) foram credenciadas 203 novas unidades, e o total chega a 530 em todo o país.

    Desde março deste ano, o ministério libera a verba das próteses diretamente para as secretarias estaduais e municipais. Os recursos são liberados de acordo com a capacidade de produção de cada laboratório, e podem variar de R$ 3.000 a R$ 12 mil ao mês.

    Os municípios são os responsáveis por definir os critérios de seleção dos pacientes que vão receber as próteses, que podem ser de toda a arcada dentária ou de um único dente. A promessa do governo é universalizar o acesso às próteses dentárias nos próximos dez anos –e atender 382 mil usuários por ano.

    De acordo com o ministério, entre 2003 e 2009 mais de três milhões de dentes deixaram de ser extraídos em atendimentos pelo SUS (Sistema Único de Saúde).

    Em 2010, o recurso destinado aos laboratórios será de R$ 24,3 milhões. Além de reduzir o número de desdentados no país, o novo credenciamento vai permitir a contratação de mais dentistas e protéticos no serviço público.

    “Ter uma dentição adequada e acesso aos tratamentos é uma questão de cidadania. Vamos supor uma pessoa que queira ser recepcionista, mas que não tem dentes na boca. No mercado de trabalho competitivo de hoje, essa pessoa não conseguiria emprego”, diz o coordenador de Saúde Bucal, Gilberto Pucca.

    Ao todo, 24 Estados possuem laboratórios credenciados. São Paulo, Paraná e Paraíba contam com o maior número de laboratórios, enquanto Rondônia, Roraima e o Distrito Federal não têm nenhum.

    Fonte: Folha Online – 28/04/2010