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Hemorragias dentárias: como tratá-las?

   Um dos objetivos deste site é facilitar a busca de informações sérias sobre os protocolos de atendimento de pacientes comprometidos. No Encontro deste mês pretendíamos confeccionar os anais do evento para distribuição prévia. Com todos os problemas que tivemos não pudemos realizar esta tarefa, mas recebi alguns resumos de palestrantes que me autorizaram a publicá-los aqui. O primeiro resumo segue abaixo, lembrando que estão abertas as inscrições para o curso de Hematologia para Dentistas no HEMORIO (clicar na figura para visualização completa):

Wellington Espírito Santo Cavalcanti – Cirurgião-Dentista

 

Instituto Estadual de Hematologia Arthur de Siqueira Cavalcanti – HEMORIO

Chefe do Setor de Odontologia.  E-mail: stod@hemorio.rj.gov.br

 

Este trabalho é fruto de minha experiência de 38 anos no tratamento dentário de pacientes com coagulopatias no Setor de Odontologia do Instituto Estadual de Hematologia – HEMORIO.

 

A extração dentária é um procedimento cirúrgico que apresenta um complicado desafio ao mecanismo da coagulação e existem várias razões para este desafio. Primeiramente, os tecidos da boca e dos maxilares são altamente vascularizados. Em segundo lugar, a extração deixa uma ferida expondo os tecidos moles da boca e o osso, o que provoca o sangramento. Em terceiro lugar, é quase impossível aplicar um material que sele esta cavidade imediatamente após a cirurgia (com o advento do derivado do plasma - selante de fibrina - este problema foi solucionado). Em quarto lugar, os pacientes tendem passar a língua por cima da lesão, removendo o coágulo formado e provocando o sangramento. E, finalmente, as enzimas da saliva promovem a lise do coágulo antes de ele estar totalmente organizado.

 

Como todas as outras complicações, a prevenção das hemorragias dentárias é a melhor maneira de lidar com este problema, antes de toda intervenção cirúrgica. Inicialmente devemos fazer uma boa anamnese, colhendo a história do paciente relativa a:

 

1- Ocorrência de outros episódios de sangramento no passado:

2- História familiar;

3- Medicação que está sendo administrada tomando e pode interferir na coagulação;

4- Existência de doenças tais como: cirrose, hepatite, hipertensão, etc.

 

Os pacientes com suspeita de coagulopatias devem ser avaliados pelos seus médicos assistentes e com eles discutirem os exames que devem ser solicitados como, por exemplo, o teste de tempo de protrombina (PT).

 

Em segundo lugar, remover ou prevenir as principais causas locais das hemorragias dentárias, que podem ser:

 

1- tecidos de granulação, cistos, granulomas e abscessos;

2- fraturas de raízes, fraturas ósseas (tecido ósseo alveolar, tuberosidade, mandíbula, etc.);

3- luxação de dentes vizinhos;

4- acidentes no trans-operatório.          

 

A maioria das hemorragias dentárias com causas locais acontece por falha na elaboração de um plano cirúrgico, por radiografias insuficientes ou distorcidas, pelo uso inadequado do instrumental cirúrgico, pelo desconhecimento da anatomia topográfica regional e finalmente, pela inabilidade do cirurgião-dentista.

O cirurgião-dentista deve sempre estar atento em relação a: assepsia, manipulação atraumática dos tecidos (eles não devem ser esgarçados ou esmagados), espículas ou esquírolas ósseas afiadas que devem ser removidas; os tecidos de granulação (cistos, granulomas e abscessos) que devem ser removidos (curetados); e os bordos da ferida que devem ser aproximados (manobra de Champret) e suturados. É recomendada a compressão do local com uma gaze umedecida em soro fisiológico por, pelo menos, três horas. Todas as prescrições de medicamentos e recomendações ao paciente devem ser dadas por escrito.

A violação destes princípios conduz ao aumento da incidência e da severidade das complicações cirúrgicas.

Por ultimo, temos ainda, as causa sistêmicas, que podem ser:

 

1- Causas vasculares: telangiectasia hemorrágica hereditária, doenças do tecido conetivo e defeitos vasculares adquiridos (vasculite do velho).

2- Causas plaquetárias: as púrpuras (PTI, PTI crônica, medicamentosas), doenças hereditárias tais como trombastenia de Glanzmann e síndrome de Bernard-Soulier.

3- Causas plasmáticas: Foram descritas doenças hereditárias relacionadas a todos os fatores da coagulação sendo que a hemofilia “A” (deficiência de fator VIII) e a hemofilia “B” (deficiência de fator IX) e a doença de von Willebrand são as mais comuns, as demais deficiências são raras.

 

Como prevenir as hemorragias dentárias nestes pacientes?

 

a)   Pré-operatório:

 

-            O paciente deve ser avaliado pelo hematologista e pelo dentista.

-            Dosagem do fator, pesquisa de inibidores e raios X dentários devem ser feitos rotineiramente.

-            Quando avaliamos a radiografia, oito fatores devem ser levados em consideração. Eles são: (1) a qualidade da radiografia; (2) a relação anatômica das raízes com o seio maxilar e com o conduto dentário inferior; (3) o número de raizes; (4) a posição e tamanho das raizes; (5) existência de reabsorção; (6) se foi feito tratamento endodôntico; (7) a perda do osso alveolar, e (8) a densidade óssea.

-            O fator ausente deve ser sempre aumentado a níveis compatíveis de coagulação.

-            Antibióticos e tranqüilizantes devem ser administrados sempre que forem necessários.

 

     As extrações simples acarretam menor e menos possibilidade de sangramento, que é sempre proporcional ao tamanho da ferida.

     As extrações múltiplas (intercaladas), no entanto, representam alguma vantagem concernente ao: tempo de tratamento e à economia do material de reposição.

   

b) Ato cirúrgico:

 

-            Isolamento e assepsia do campo cirúrgico.

-            Anestesia local, infiltrativa ou regional.

-            A extração dentária deve ser realizada com o mínimo trauma possível.

-            Durante a extração propriamente dita, optamos por realizá-la cirurgicamente, isto é, o procedimento inclui o afastamento dos tecidos moles, com uma sindesmotomia cuidadosa; a divisão do dente e das raízes, com a utilização de brocas cirúrgicas (odontosecção); e a remoção de osso alveolar para, em seguida, utilizar o fórceps ou as alavancas.

-             Em pacientes hemofílicos, a extração cirúrgica é sempre indicada por ser menos traumática e pelo fato de estarmos sempre prevenidos para as possíveis surpresas. O dente é dividido de maneira controlada, facilitando, desta maneira, a sua remoção.

-            O dente secionado e suas raízes são retirados com o máximo cuidado, produzindo-se assim um traumatismo mínimo.

-            Seguem-se a curetagem e a remoção de tecidos infectados. Consideramos a curetagem indispensável, para eliminar os diversos fatores que podem levar a uma hemorragia, tais como: cistos, tecido de granulação, esquírolas ósseas, etc.

-            A sutura é sempre indicada porque ela, por si só, se complementa como um poderoso hemostático. (Seda preta agulhada, com agulha atraumática 3.O).

-            Em seguida, com o alvéolo já suturado, utilizamos o selante ou adesivo de fibrina, dentro do alvéolo. O selante de fibrina é introduzido dentro do alvéolo, pelo sistema de “duplo jet”, utilizando-se as agulhas de ponta romba que acompanham o “kit”. Utilizamos sempre o de 0,5 ml. A ferida deve ser protegida com esponja de fibrina e comprimida com uma gaze embebida em soro fisiológico, por um período de 3 horas. Ou, no tamponamos o alvéolo esponja de fibrina associada com gel de clorexidina (perioxidin gel) e sutura.

-            Em dentes decíduos, via de regra, após a extração de um dente decíduo, não recomendamos a sutura; somente compressão local, com espoja de fibrina e trombina, bem como, compressão com gaze embebida em soro fisiológico, por um período de 3 horas.

 

PÓS-OPERATÓRIO

 

1)   O ácido épsilon amino capróico, deve ser utilizado como medicação coadjuvante, na dose de 60 mg por quilo de peso, de 6 em 6 horas, durante 5 dias. Ele deve ser prescrito pelo médico que assiste ao paciente ou ácido tranexâmico 25 mg por quilo de peso, de 8 em 8 horas.

2)   Para controle da dor, paracetamol 500 mg de 4 em 4 horas, no máximo por 12 horas.

3)   As instruções do pós-operatório devem ser dadas por escrito ao paciente.

4)   Dieta líquida ou pastosa nas primeiras 24 horas.

5)   Gelo por fora, durante meia hora, 4 vezes ao dia, nas primeiras 24 horas.

6)   Lavar a boca com água morna (37oC) e sal, sem bochechar ou lavar a boca com um comprimido de ácido épsilon amino capróico, dissolvido em meio copo de água morna (37 C), também sem bochechar.

7)   É feita a revisão da extração no quarto dia e, finalmente, a sutura é retirada no oitavo dia pós a cirurgia, quando é dada a alta ao paciente.

8)   Todos os pacientes são atendidos em regime ambulatorial.

 

CONTROLE DAS HEMORRAGIAS

 

O coágulo desorganizado deve ser sempre removido, a ferida, inspecionada e a causa do sangramento, diagnosticada.  Uma vez limpa a ferida, pode-se localizar perfeitamente o local da hemorragia; esta pode se encontrar no interior do alvéolo dentário, nas partes moles ou nas suas bordas.  E um tamponamento local deve ser feito.  Podemos utilizar a esponja de colágeno ou fibrina + trombina ou surgicel e /ou uma proteção com cimento cirúrgico.

Se a hemorragia for proveniente das partes moles pode-se utilizar bolinhas de algodão embebidas em ácido tricloroacético (tendo o cuidado de retirar o excesso do ácido), para a cauterização química no local do sangramento. Pode-se, ainda, utilizar algodão embebido em percloreto de ferro.

Em hemorragias periodontais é recomendado o uso de cyanoacrilatos.

Nas hemorragias provocadas por acidentes, localizadas nas partes moles e na língua e que ocorrem principalmente em crianças, é sempre indicada a sutura, utilizando-se seda preta agulhada 5.0 ou 6.0, com agulha atraumática, e sempre que possível, deve ser efetuada, em centro cirúrgico e sob anestesia geral.

 

No caso de hemorragias recorrentes, retorna-se ao protocolo inicial.

 

Para ver a Bibliografia clique no link:  bibliografia-hemorragias-hemorio

 

Luxação da ATM

 

  Uma das finalidades dos Encontros de especialidade é a discussão de protocolos de atendimento em situações especiais.
  No Encontro de Dor Orofacial o Prof. Eduardo Favilla suscitou uma saudável polêmica sobre a questão das luxações rescidivantes da ATM. Qual é o melhor protocolo? Cirúrgico ou clínico?
  Existem evidências que fundamentem um ou outro?
  Quais as reais causas da luxação da ATM e suas rescidivas?
  Muscular, neurogência, alteração anatômica, ruptura de ligamentos?
  Qual o papel da Fisioterapia e quais as suas evidências?
  Os pacientes operados ficam livres do problema?
  O Dr. Victor Abreu questionou as evidências anatômicas (ângulo da eminência pronunciado em pacientes afetados versus ângulo diminuído em indivíduos normais) como causa da luxação.
  O Prof. André Monteiro sugeriu um trabalho multicêntrico.
  Para facilitar o debate e dar o pontapé inicial para o que pode ser um trabalho interinstitucional criei uma página específica (http://medicinaoral.org/blog/luxacao-atm/) onde postei alguns artigos obtidos do Medline relacionados ao tema.
  O campo comentários (no final da página) pode ser usado para a discussão e novos textos são bem vindos para uma revisão bibliográfica completa.

Instantâneos do Encontro do Rio de Janeiro

Maurício Moreira (Estomatologista - Laboratório Lacer), Paulo Pimentel (HSE), Luiz Carlos Moreira (UFF), Jorge Barbosa (HEMORIO) e Paulo Murilo Fontoura (Presidente ABORJ)

Paulo Gulberfain (Chefe Serviço HSE-Odontologia), P. Pimentel, Karine Lima (RP e CD), J. Barbosa, José Luiz Peixoto (SBCE)

Abertura oficial do Evento - Paulo Murilo, P. Gulberfain, Afonso Rocha (Presidente CRORJ), M. Moreira

Palestrantes do Encontro de Dor Orofacial: Beatriz Brandão (Fisioterapeuta - HSE), Florence Sekito (UERJ), Marcos Fábio (UFRJ), André Monteiro (UFRJ), Eduardo Favilla (UFRJ), Ricardo Tesch (ABO-Petrópolis), P. Pimentel, J.L. Peixoto

P. Gulberfain, Afonso Rocha, Arley Silva (UFRJ), Swami Guimarães (Reumatologia-HSE) , P. Pimentel, Victor Abreu (HSE), Marco Bruno (SBCE), Jano Alves (Prof. Neurologia - UFF e ex-Presid. SBCE)

Auditório 1 da ABORJ - Encontro de Odontologia Hospitalar

Encontro de Dor Orofacial - Auditório 2

Coffee Break e saguão com expositores

O restante das fotos está disponível em http://picasaweb.google.com/dr.pauloaffonso/EventoMedicinaOralOdontologiaHospitalarRJ2009#

Curso de hematologia para cirurgiões-dentistas

Pedido do Dr. Wellington Espírito Santo Cavalcanti - Chefe do setor de Odontologia  do HEMORIO

Prezados(as) colegas,
Solicito a mais ampla divulgação do curso de hematologia para cirurgiões-dentistas que terá início no dia 16 de abril de 2009.
Trata-se de um curso teórico prático de 40 horas. São 40 vagas disponíveis.
Módulo teórico: dia 16/04/09 com 8 horas de duração.
Parte prática: 32 horas no setor de Odontologia.
Inscrições: www.hemorio.rj.gov.br
Ao final do curso o profissional de odontologia estará ápto a identificar e tratar pacientes com problemas hematológicos.

Impressões do Encontro de Medicina Oral e Dor Orofacial

  Depois do descanso pós-evento, com as energias renovadas, já é possível analisar melhor os pontos fortes e deficiências do Encontro. Foram aproximadamente 40 palestrantes, todos do mais alto nível, e apenas 4 faltosos (com justificativas convincentes e antecipadas). Os horários foram obedecidos por todos e os percalços da mudança de local superados.
  Realmente, este foi o maior receio - que não pudéssemos avisar com antecedência a todos os inscritos e isso gerasse uma desconfortável situação de mal estar - mas a participação ativa do CRORJ (especialmente do seu presidente, Dr. Afonso Rocha) e a disponibilização, pela Lacer, de um transporte do HSE para a ABO contornaram o problema. Problema este que, acho eu, virou uma vantagem pois agregou a ABO e seu Presidente, Dr. Paulo Murilo, ao espírito do Encontro. Mostrou também que o apoio que conseguimos do CRORJ, Lacer/GROSS e da Coordenação de Saúde Bucal da Secretaria Municipal de Saúde não vieram por acaso, pois foram fundamentais na resolução.
  Todos os elogios que recebi, antes, durante e após o evento eu repasso para os outros organizadores, Arley Silva, Jorge Barbosa, Maurício Moreira e José Luiz Peixoto. Mas, apesar dos aspectos positivos, não dá para apagar os negativos:
- 3 meses de antecedência é muito pouco tempo para contactar os possíveis patrocinadores. O planejamento tem que estar quase pronto com pelo menos 4 meses.
- Imprescindível a existência de um slidedesk. Acho que foi muita sorte não termos tido mais problemas com a informática.
- O certificado não continha todo o evento no cabeçalho.
- As inscrições prévias devem ficar acessíveis aos organizadores: nomes, emails e telefones são fundamentais.
- O espaço para o coffee-break e o setor de exposição ficou pequeno para o público presente. Mesmo com uma ausência de 30% dos previamente inscritos. Porém, este problema não existiria no HSE que tem um saguão maior.
- Faltou a agenda social. Os debates depois do evento formal são fundamentais.
- Faltou o contato com os profissionais e professores que atuam na Odontologia Hospitalar e Medicina Oral para que participassem mesmo não palestrando.
- Faltou contato com as sociedades específicas: SOBE, CBCTBMF e de pacientes especiais. Foi feito contato com a AMIB, SBCE, Assoc. Paulista de Odontologia Hospitalar.
- Não havia programas nas pastas dificultando o acompanhamento sequencial das palestras.
- As palestras de cunho institucional (Dras Mara Demier e Marcia Torres) deveriam ter sido feitas mais cedo. O assunto é importante mas não é de interesse de todos, esvaziando o auditório. O que não ocorreu no evento de Dor Orofacial que teve presença maciça até o fim.
  Em relação aos fatores positivos ressalto mais uma vez a valorização dos temas e palestrantes escolhidos. Aos meus ouvidos foi unânime o elogio geral. Outros pontos:
- Todos expositores parabenizaram o Encontro e se dispuseram a participar de outros.
- A Dra. Karine Lima fez um ótimo trabalho na arregimentação de empresas com perfil compatível com as atividades do evento.
- Houve participação de profissionais do Rio de Janeiro, municípios vizinhos e até de outros estados.
  Acho que os objetivos iniciais do evento foram todos alcançados, mesmo com os imprevistos. Novos objetivos devem ser planejados para consolidar a Medicina Oral dentro da filosofia de ensino, atendimento e institucional da Odontologia.
  Peço a todos que participaram do evento que opinem e sugiram ações que resultem em uma maior valorização do Cirurgião Dentista no meio Hospitalar, na sua aceitação pelos convênios e melhorem a capacidade do CD em lidar com as situações de comprometimento sistêmico, diagnósticos complexos, terapêutica medicamentosa e decisões baseadas em protocolos interdisciplinares e evidências científicas estabelecidas.
  Outra questão é a realização do evento no próximo ano.
  O campo comentários deste post pode ser utilizado para esta e outras discussões.
  Obrigado a todos.
  Paulo Pimentel

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Mudança no Local do Encontro de Odontologia Hospitalar, Medicina Oral e Dor Orofacial do Rio de Janeiro

  Caros Colegas,

  Por problemas técnicos com o sistema de refrigeração do auditório principal do Centro de Estudos tivemos que alterar o local do Encontro. Assim, não será mais realizado no Hospital dos Servidores do Estado, como previamente informado. A ABO (Associação Brasileira de Odontologia) seção Rio de Janeiro será a sede do evento.

  Endereço da sede da ABORJ: Rua Barão de Sertório, 75 - bairro do Rio Comprido, (próximo ao Elevado Paulo de Frontin e Tijuca).

  O site da ABO (http://www.aborj.org.br/default.asp?menu=0&opcao=4) contem um mapa ilustrativo de como se chegar ao local. Clique ainda o mapa abaixo para facilitar na localização:

  Telefone da ABO: (21) 2504-0002

  As datas, horários e roteiro das palestras e atividades do evento estão mantidas.

  Pedimos a compreensão de todos para a necessidade da mudança e solicitamos que avisem os colegas que se interessaram e se inscreveram para o evento. O CRORJ, e o Laboratório GROSS/LACER estão auxiliando na informação sobre a mudança e deixaremos avisos no HSERJ sobre a alteração do local.

  Para os colegas de fora do Rio, informamos que a distância entre o HSE e a ABORJ é de aproximadamente 4 kilômetros, ou 15 minutos de carro.

  Agradecemos ao Presidente da ABORJ (Dr. Paulo Murilo), ao Presidente do CRORJ (Dr. Afonso Rocha) e à Coordenação de Saúde Bucal do Município do Rio de Janeiro (Dras. Márcia Torres, Carla Bianca e Tânia Roças) pela ágil compreensão do problema e sugestões de solução.

  Agradecemos ainda ao Laboratório GROSS/LACER pelo apoio na tentativa de solucionar o problema técnico do auditório do HSE, não medindo esforços e acenando até com uma contribuição financeira para não termos que alterar a sede do evento.

  Em caso de qualquer dúvida pedimos que entrem em contato (8885-0811, ou email para: amedicinaoral@gmail.com) ou enviem comentários para este post.

  Obrigado,

  Comissão Organizadora do Encontro