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Encontro de Odontologia Hospitalar, Medicina Oral e Dor Orofacial

Concretizou-se!!!

Com o inestimável apoio da Comissão Organizadora, Palestrantes e Parcerias (clique na imagem abaixo para ampliá-la), em 12 e 13 de março de 2009 será realizado o Encontro de Odontologia Hospitalar e Medicina Oral do Rio de Janeiro. Também ocorrerão (dentro do encontro) o Espaço Lacer, o Encontro de Dor Orofacial do Rio de Janeiro e a Jornada de Odontologia do HSE.

O evento é gratuito e as inscrições já estão abertas no site http://www.cro-rj.org.br/cursos/index.asp. O programa com mais informações pode ser visualizado em http://www.cro-rj.org.br/cursos/eventoLACER.pdf.

Fiquem atentos porque as vagas serão limitadas!!!

É mais um passo para dar maior qualidade e credibilidade ao CD em sua inserção no meio médico.

Solicito ainda aos que tenham acesso a empresas, que se interessem em alugar stands no local do evento, que entrem em contato, pois há possibilidade de aumentar o número de vagas, e permitir maior conforto, se houver maior aporte financeiro.

Obrigado,

Paulo Pimentel
Cel: 21 8885-0811
HSE: 21 2291-3131 r: 3618

Redução do estresse no tratamento odontológico

   Um dos fatores mais importantes no desencadeamento de situações de emergência no atendimento odontológico é a presença do estresse. A capacidade de controle deste sintoma é um dos diferenciais que caracterizam o Cirurgião-Dentista (CD) quanto à sua aceitação por pacientes, mas esta capacidade não deve apenas ser atributo de poucos. A via emocional, afetiva e cultural para o aumento da empatia na relação paciente-profissional é tão necessária quanto os saberes técnicos no intuito de se obter a qualidade plena no atendimento odontológico. Mas, situações onde há impraticabilidade ¾ parcial ou total ¾ na abordagem ao paciente, geralmente por dificuldade de comunicação, exigem a implementação de técnicas de sedação ou mesmo a anestesia geral.

   É consenso geral que a classe odontológica, apesar de autorizada a prescrever medicamentos psicotrópicos, não possui experiência e segurança para indicar, ou contraindicar o uso destes fármacos. Na verdade, o breve e insípido ensino de farmacologia nas faculdades de Odontologia brasileiras contribui para esta falta de conhecimento básico, mas também há pouco, ou nenhum, domínio de clínica médica, fisiologia e patologia geral, o que torna realmente difícil senão impossível, para o CD, a prescrição com verdadeira segurança, não só dos psicotrópicos, mas de qualquer medicamento.

   O que foi escrito acima é um dos argumentos mais importantes na tentativa de se adequar a realidade da Odontologia às exigências de um atendimento seguro e eficaz e o CD não pode ficar a mercê apenas da via psicológico-comportamental para efetivar a totalidade dos casos. Cabe a este profissional a realização de uma anamnese acurada, a identificação de doenças que dificultem a absorção, metabolização ou excreção de drogas, lidar com interações medicamentosas e possuir o prévio conhecimento de efeitos colaterais e reações adversas que porventura ocorram. Cabe ainda a capacidade de decidir qual técnica de sedação deverá ser realizada, ou se há necessidade de atitudes mais avançadas, como o atendimento em ambiente hospitalar para procedimentos mais complexos.

   Abaixo serão citados alguns artigos sobre o tema, disponíveis na internet ¾ via Google ¾ para aprofundar o assunto e estimular a prática da redução do estresse pelo CD, seja ela em que nível for.

links:

http://eduep.uepb.edu.br/pboci/pdf/Artigo7v73.pdf

http://www.jdentaled.org/cgi/reprint/68/11/1172

http://www.uepg.br/propesp/publicatio/bio/2004_1/01.pdf

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Qual é o melhor protocolo para redução da ansiedade?
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