Curso de Medicina Oral no HSE - 2009

A promoção de saúde só será completa com integração do Cirurgião Dentista (CD) na equipe multiprofissional de saúde hospitalar, colaborando com seu conhecimento na sua área de atuação para restaurar na plenitude, e no mais breve tempo possível, a saúde do paciente.

Diversos protocolos médicos já inserem a necessidade da avaliação e intervenção do CD previamente a determinados procedimentos médicos (cirurgias cardíacas, transplantes, tratamento com bifosfonatos, etc…) e, alguns destes protocolos exigem a atuação do CD dentro do hospital (entre outros, ocorrências de emergências, melhores recursos, necessidade de equipe auxiliar treinada, possibilidade de internação).

Avaliação, adequação e atuação do CD alteram positivamente o quadro clinico dos pacientes, minimizando fatores que possam influenciar negativamente o tratamento sistêmico, pois a condição oral altera a evolução e resposta ao tratamento médico. Assim, o conceito ampliado de saúde se faz indispensável com a atuação do CD no hospital.

No formato vigente na maioria dos hospitais brasileiros, a atuação dos CD está com baixo aproveitamento, focando mera prestação de serviços básicos e de baixa resolução. Baseado na atuação somente nas cadeiras odontológicas, como resposta a uma demanda espontânea.

Portanto se faz necessário reorganizar o modelo de atuação dos CD nos hospitais e institutos, buscando a formação de um serviço de odontologia hospitalar que promova a saúde bucal dentro de uma visão integrada com as outras profissões de saúde, e nas necessidades do paciente enquanto internado ou necessitando de serviços odontológicos de alta complexidade. Diversos trabalhos, por exemplo, comprovam a associação entre infecções orais e doenças sistêmicas, e necessitam da atuação do CD hospitalar na resolução dessas patologias.

Desta forma, buscando dar maior informações aos Cirurgiões Dentistas (CD) da equipe de Odontologia do HSE e também a interessados externos ao serviço, e empenhados em dar continuidade à missão de ensino já existente no HSE, foi elaborado este Curso de Medicina Oral que visa integrar o CD neste contexto.

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Informações sobre o curso podem ser obtidas no link: http://medicinaoral.org/blog/residencias-e-pos-graduacoes/

 

 

Simpósio de Dor Orofacial e DTM no CIORJ 2009

Dia 15/07/2009 – 4ª feira – das 14:00 às 18:00 horas – sala 204B

 

TÍTULO: “DTM: como diagnosticar e tratar”

 

Mediador: Francisco J. Pereira Jr.

 

1ª apresentação - Anamnese e outros fatores importantes no diagnóstico das DTMs - George Miguel Spyrides

- Professor Adjunto do Departamento de Prótese e Materiais Dentários da F.O da UFRJ

- Coordenador do Curso de Especialização em Prótese Dentária da F.O. da UFRJ

- Doutor pela UNESP e Mestre pela UERJ

 

2ª apresentação - Imaginologia para DTM: da Panorâmica à Ressonância Magnética Nuclear: o que visualizar em cada alteração? -  Florence Mitsue Sekito

- Doutoranda em Ciências – Área Radiodiagnóstico

- Mestre em Odontologia

- Profa. da Disciplina de Dor Orofacial, DTM e Oclusão da UERJ

 

3ª apresentação - Cefaléias Primárias -  Abouch Valenty Krymchantowski

- Mestre e Doutor em Neurologia pela UFF com teses em cefaléia

- Diretor e Fundador do Centro de Avaliação e tratamento da dor de cabeça do RJ

- Fellow of the American Headache Society

 

4ª apresentação - Inter-relação entre DTMs e cefaléias primárias -  Marco Bruno

- Especialista em DTM e DOF

- Mestre em Prótese

- Membro da Sociedade Brasileira de Cefaléia

 

5ª apresentação - O uso de fármacos para o controle das DTMs - Paulo Affonso Pimentel Jr.

- Especialista em Dor Orofacial e DTM

- Doutorando em Neurociências

- Staff do Serviço de Odontologia do Hospital dos Servidores

 

6ª apresentação - Como a Fisioterapia pode auxiliar o paciente com DTM - Palmiro Torrieri Jr.

- Fisioterapeuta

- Professor de fisioterapia Clinica do IBMR

- Professor credenciado internacional do CONCEITO MULLIGAN

 

7ª apresentação - Recursos Cirúrgicos nas DTM - Wladimir Cortezzi

- Professor Associado da UFRJ

- Doutor em Odontologia UFRJ

 

8ª apresentação - Placas oclusais no controle das  DTMs -  Francisco J. Pereira Jr.

- Doutor e mestre em DTM e Dor Orofacial pela Universidade de Lund – Suécia

- Membro da International Association for the Study of Pain

- Membro da Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor

 

 

 

 

O que se sabe de Periodontia Médica?

   Atendendo indicações de colegas periodontistas acessei o site patrocinado por Periodontistas da UERJ, www.periodontiamedica.com.br . Lá encontramos interessantes artigos, teses, aulas e entrevistas sobre o tema. Abaixo o texto introdutório escrito pelos autores: Ricardo Fischer e Carlos Figueiredo.

   Quem acessar comente.

   INTRODUÇÃO

   O principal objetivo desse site é discutir de forma científica as implicações da doença periodontal em outras doenças crônico-inflamatórias, como a artrite reumatóide, ateroesclerose, doença renal crônica e enfisema pulmonar, como também o efeito de fatores de risco no estabelecimento e progressão das doenças periodontais.

   O site visa também discutir o efeito da doença periodontal no controle metabólico de doenças sistêmicas, tais como diabetes mellitus, e na indução ao parto prematuro de crianças de baixo peso.

Dor Orofacial e DTM no Rádio

   Adendo: O programa ocorre sempre as quintas feiras, 11:00 hs, e vale a divulgação, pois é um espaço da saúde na mídia que tem qualidade (e isso é incomum). Há ainda um importante debate sobre um assunto que nos interessa diretamente, a Internet 2.0 e a Medicina 2.0, onde um novo conceito de manutenção da saúde, baseado no tratamento de grandes populações é abordado.

   Abaixo o arquivo com a entrevista e o programa completos.

   OUÇAM COM ATENÇÃO!!!

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Meus caros,

Recebi esta semana o convite do Professor Osvaldo Nascimento para uma participação ao vivo no Programa “Saúde é Vida” na Rádio Livre do Rio de Janeiro

Será na próxima quinta-feira  (amanhã - 04/6) e terá como tema principal:
” Como diagnosticar e tratar a dor decorrente de problemas da ATM “.

Itens a serem abordados:

 

- A importância do diagnóstico diferencial para as DTM
- A relação entre DTM e cefaléias
- Qual o papel da oclusão dentária nas DTM
- Bruxismo e DTM
- Significado clínico dos ruídos da ATM
- Causas e tratamentos para a luxação da ATM

Caso não tenham boa recepção da rádio livre (procurando no rádio 1440 AM) ou não esteja no Rio de Janeiro, poderão acessar a internet com som digital em www.radiolivre1440.com.br .

O programa é ao vivo e começa pontualmente as 11:00h.

 

Dicas na NET

   Algumas oportunidades de contato com assuntos relevantes em Medicina Oral podem ser obtidos na internet.

   Abaixo o link de um bom livro de Medicina Oral que já tem tradução para o português (esta é a 10ª ed., mas já existe a 11ª em inglês).

http://books.google.com.br/books?id=EaIieB9kX_gC&pg=PA1&lpg=PA1&dq=greenber+medicina+oral+oral+medicine&source=bl&ots=ajHM5zQ2jn&sig=3aQNoX2G-BYC-CTXCJ7T3XGlGms&hl=pt-BR&ei=A7wqStSjCNOktwfFl4C7CA&sa=X&oi=book_result&ct=result#PPA247,M1

   Outras são os artigos de Odontologia Hospitalar e atuação em UTI que foram publicados na Revista Brasileira de Terapia Intensiva. Todos eles estão disponíveis gratuitamente em PDF (clique para abrí-los).

Medicina Oral e Odontologia Hospitalar - mobilização e mercado (no CIORJ-2009)

  

   Prezados colegas
   Será realizado no próximo CIORJ,  um Fórum sobre Medicina Oral e Odontologia Hospitalar abordando a questão da inserção do CD neste, ainda pouco explorado, mercado. O espaço disponibilizado será dividido em duas partes. Na primeira serão apresentadas experiências de sucesso na atuação odontológica em instituições hospitalares e sugestão de ações para a sua efetivação. Na segunda haverá oportunidade para um debate técnico e corporativo das condições de mercado sobre o tema. Serão enviados convites às Associações e Entidades interessadas no assunto (CFO, CRORJ, ABORJ, ABOPE, SOBRAPE, SOBEP, CBCTBMF, CDOSBC, ABRAOH, AMIB, SBED). É importantíssima a participação de todos.

  (*) Aproveito para agradecer ao generoso Coordenador do Evento, Dr. Paulo Murilo Fontoura Jr. pela disponibilização do espaço. A Medicina Oral e a Odontologia Hospitalar agradecem.

T|ítulo do Fórum

   Medicina Oral e Odontologia Hospitalar - Mercado atual

Ementa

   A Medicina Oral, para se consolidar e tornar-se uma realidade, acadêmica, institucional e profissional, deve gerar lucro. Qualquer atividade só se estabelece na medida que são satisfeitas as necessidades do capital. A viabilização profissional da Medicina Oral e da Odontologia Hospitalar (MOOH) e o projeto de lei do Dentista na UTI só serão factíveis se proporcionarem ganhos financeiros a todos interessados, além dos já bem debatidos ganhos para a saúde do paciente.
   É notório que existem vários pontos em comum entre as especialidades odontológicas que compõem a Medicina Oral (Patologia Bucal, Pacientes Especiais, CTBMF, Dor Orofacial e Estomatologia, incluindo a Periodontia Médica, e a própria Odontologia Hospitalar), mas o principal deles é que estamos em desvantagem financeira e corporativa em relação a outras especialidades odontológicas e até mesmo outras profissões da área da saúde.
   É preciso concentrar esforços para atingir o principal público-alvo, a saber, os proprietários de hospitais, de convênios médico-odontológicos, o poder público, empresas do meio odontológico e médico, os profissionais da saúde (incluindo até nossos colegas), a mídia e a população geral.
   Sem a compreensão de todos do que é, e para que serve a Medicina Oral, não será possível fazer qualquer objetivo tornar-se realidade.

Objetivos da Atividade

   Apresentar a realidade da MOOH através da experiência profissional e acadêmica de profissionais envolvidos com o tema.
   Debate com a platéia
   Propor idéias para aglutinar os profissionais, entidades, sociedades, associações e instituições odontológicas visando uma mobilização para tornar financeiramente viável a atuação em MOOH.
   Receber sugestões para mobilização da opinião pública em favor da MOOH junto ao meio médico e público leigo.
   Discutir a criação de uma normatização institucional para a atuação em Odontologia Hospitalar.
   Inaugurar um calendário de discussão permanente dos assuntos de interesse da MOOH
   Estabelecer uma comissão coordenadora das atividades

Público-alvo

  Cirurgiões Dentistas

Expectativa de presença

  Com base nos últimos eventos realizados sobre o tema há possibilidade de reunir pelo menos 80 participantes.

Programa

  • Duração: 4 horas
  • Data: 18 de julho de 2009;
  • Horário: 09 às 13 horas
  • Local: RIOCENTRO em Jacarepaguá (auditório ainda a ser definido).

Problema com o campo comentários

Caros Amigos e Colegas,

Tivemos um problema com a administração do site e o campo comentários, com todos os comentários antigos, se perdeu. Peço desculpa, mas sou eu mesmo, com a ajuda de outro “um pouco menos leigo” amigo, que organizamos o site.

É provável que não aconteça de novo, mas com o novo site, espero que tudo se resolva.

Abraços

Paulo Pimentel

Odontologia Hospitalar é mais do que Cirurgia Bucomaxilofacial

  Texto de autoria da Dra. Elaine Camargo (*)

Odontologia Hospitalar pode ser compreendida por cuidados das alterações bucais  que  exigem intervenções de equipes multidisciplinares no atendimentos  de alta complexidade ao paciente. A odontologia, especialidade da área da saúde, integrada ao hospital, permite melhor desempenho no compromisso de assistência ao paciente.

A avaliação odontológica pode determina a necessidade e o tempo apropriado de intervenções que venham a diminuir riscos futuros, e, a adequação bucal pode alterar positivamente o desfecho clínico, minimizando fatores que possam influenciar negativamente o tratamento sistêmico.

A atenção odontológica tem sido tradicionalmente exercida nos consultórios de postos de saúde pública ou de “clinicas particulares”. Aos hospitais, tem sido reservado apenas o atendimento cirúrgico bucomaxilofacial ou aos procedimentos com indicação de anestesia geral. Entretanto, a tecnologia e o desenvolvimento de pesquisas associados à maior longevidade da população, utilização de novos fármacos, aparecimento/ erradicação de patologias nos impulsionam a promover saúde bucal nos pacientes hospitalizados.

Sempre existirão pacientes que não puderam ser tratados nos níveis primários, secundários e terciários, e sempre existirão situações que exijam intervenção de cuidados bucais simultaneamente aos cuidados de outros profissionais de saúde.

A presença de enfermidades sistêmicas afeta a saúde bucal do indivíduo que passa a ser não somente um item de qualidade de vida, mas também um fator decisivo na sua contínua sobrevivência.    

A condição bucal altera evolução e resposta ao tratamento médico e a saúde bucal fica comprometida pelo estresse e interações medicamentosas, necessitando o paciente do permanente acompanhamento do cirurgião-dentista.

A participação do cirurgião-dentista, seja como consultor da saúde bucal ou mais ativa como prestador de serviços, feitos em nível ambulatorial ou baixa hospitalar, tem o objetivo de  colaborar, oferecer  e agregar mais força ao que  caracteriza a nova identidade do hospital.

A Associação Brasileira de Odontologia Hospitalar (ABRAOH) nasceu para acompanhar tendência da área de saúde e congregar colegas nos esforços de suas metas em: promoção de saúde; educação do paciente; alta resolutividade e valorização do nicho de mercado.

O cirurgião-dentista preparado para proceder internações, interpretar exames complementares e controlar infecções hospitalares atua na diminuição de custos e na média de permanência hospitalar. Conhecimento e busca do objetivo comum permite o crescimento de todos os profissionais envolvidos no processo.

O atendimento hospitalar–ambulatorial é indicado para pacientes portadores de doenças sistêmicas crônicas; deficientes mentais ou neuromotores com envolvimento sistêmico e deficientes físicos ou com distúrbios de motricidade.

 

        Ainda, a participação do serviço de  odontologia permite:

  • atender paciente  de risco cirúrgico com maior segurança;

  • realizar exames mais detalhados aproveitando a internação;

  •  facilitar o paciente com impossibilidade de  freqüentar o consultório por motivos neurovegetativo 

  • oferecer acompanhamento clínico e tratamento específico

  • relacionar cinegeticamente  cirurgião-dentista, paciente, equipe e instituição

Para o paciente em regime de convalescença ou tratamento, a Odontologia em ambiente hospitalar é favorecida porque conta com maior recurso para urgência e emergência; possibilidade de vários métodos de contenção e facilidade de locomoção e acesso.

A tendência da integração de várias áreas da saúde forma profissionais mais completos e mais preparados para a o cumprimento da missão.

A boca abriga bactérias que com facilidade ganham a corrente circulatória a qualidade, quantidade e PH da saliva freqüentemente é  modificado e expondo o paciente a maior risco de infecção.

A incidência de periodontite aumenta significantemente o risco de várias patologias, como a aterosclerose, enfarto cardíaco, derrame cerebral e complicações do diabetes.  Na gestante, a presença de periodontite aumenta o risco do feto nascer com baixo peso.  Em certos pacientes, a bacteremia causada por procedimentos dentais, mesmo a simples escovação dental, pode causar endocardite bacteriana.

Diabetes, hipofosfatasia, imunodeficiências, distúrbios renais e câncer são exemplos de enfermidades que colocam o indivíduo em alto risco de doenças bucais como a cárie dental, gengivite, periodontites e mucosite devido a um aumento de suscetibilidade do paciente.

Pacientes portadores de deficiências físicas e mentais apresentam um maior risco de doenças bucais causado pelas medicações, dieta, e obstáculos físicos, comportamentais e educacionais que impedem a implementação de um programa eficiente de higiene bucal.

A partir do diagnóstico, o encaminhamento para uma avaliação odontológica passa a ser imprescindível para que a mensuração de risco e a priorização de um programa preventivo personalizado.

O atendimento pode ser deve educativo com ênfase na prevenção, com tratamento ambulatorial ou hospitalar, de acompanhamento a curto ou longo prazo, ou uma combinação acompanhando as modificações e os objetivos do tratamento médico.


*Elaine C. Camargo é presidente da Associação Brasileira de Odontologia Hospitalar (ABRAOH), administradora hospitalar e especialista em Odontologia para Pacientes com Necessidades Especiais e Saúde Coletiva. E-mail: camargoe@terra.com.br.

Medicina Oral nos EUA e possibilidades no Brasil

   

   No site da Academia Americana de Medicina Oral há um link interessante sobre o ensino da MO na graduação. Vale como pressão para os interessados em viabilizar essa esquecida e negligenciada opção acadêmica nos cursos brasileiros de Odontologia.

   É realmente uma pena que no Brasil não ocorra a valorização que esta área de conhecimento tem lá.

   Abaixo a tabela dos curso de graduação acreditados em Medicina Oral, com seus respectivos Coordenadores.

Program

Director

Phone

Harvard University

Dr. Sook Bin-Woo

(617) 732-6648

University of California, San Francisco

Dr. Caroline Shiboski

(415) 476-5976 

Carolinas Medical Center

Dr. Mike Brennan

(704) 355-5774

University of Pennsylvania

Dr. Eric Stoopler

(215) 898-9205

Louisiana State University

Dr. Thomas Shopper

(225) 334-1799 

University of Washington

Dr. Michael Martin

(206) 221-3785 

University of Medicine & Dentistry of New Jersey

Dr. Mahnaz Fatahzadeh

(973) 972-7211

University of Southern California

Dr. Glenn Clark

(213) 821-5298

UBC Dentistry Oral Medicine-Oral Pathology Postgraduate Hospital Residency

Dr. Eli Whitney

(604) 822-7194

 

    Uma das possibilidades de se incrementar o interesse pela Medicina Oral no Brasil é a oferta de internatos em Odontologia Hospitalar para o acadêmico de Odontologia. Através de parcerias entre Hospitais Gerais e faculdades teríamos o último ano (um quinto ano) nos moldes da Medicina. O “quase formando” circularia pelas disciplinas da Medicina Oral e seria preceptorado pelos Staffs dos Serviços de Odontologia Hospitalar.

   Esta é uma das propostas do Serviço de Odontologia do HSE, mas nos falta o interesse dos Coordenadores de curso e dos próprios alunos, exigindo tal formação. Interessados podem entrar em contato.

    (*) Lembro que em 29 de abril próximo será o encontro da Academia Americana

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PRÊMIO AMIB-ABO/SBPQO: VENCEDOR RECEBERÁ R$ 9 MIL

  No Fórum Cirurgião-dentista na Equipe Multiprofissional das UTIs, foi anunciada a primeira edição do Prêmio Odontologia em UTI Amib-ABO /SBPqO, destinado ao melhor projeto de pesquisa na área de Odontologia na UTI. O objetivo da iniciativa é focar no processo de expansão e consolidação de competência nacional e no avanço do conhecimento científico e tecnológico, em todas as áreas do conhecimento.

  As inscrições dos trabalhos vão até o dia 30 de junho deste ano e os resultados serão divulgados no dia 1º de agosto. A premiação acontece na Reunião Anual 2010 da Sociedade Brasileira de Pesquisa Odontológica (SBPqO). Os trabalhos devem ser inéditos, dentro das normas Vancouver, e enviados pelo e-mail secretaria@amib.org.br.

  Regulamento e demais informações podem ser obtidos no edital do concurso, publicado no Portal ABO (www.abo.org.br) e no portal da Amib (www.amib.org.br).

  Norberto Lubiana, presidente da ABO Nacional, falou do trabalho político que vem sendo feito em defesa do projeto de lei da UTI – que nasceu de uma reportagem da Revista ABO Nacional –, envolvendo aproximação com outras entidades, parlamentares e alerta à própria população. “Esta é uma responsabilidade social das entidades e dos hospitais. Temos que lutar por mais esta conquista.”

  O lançamento se deu na presença do presidente nacional da ABO; das diretoras do Departamento Amib-ABO, Teresa Márcia de Moraes e Maria Cristina Brunetti; de Edela Puricelli, cirurgiã bucomaxilofacial e presidente da Associação Latino-americana de Cirurgia Bucomaxilofacial (Alacibu); e da médica Celi Vieira, da Amib.

Fonte: ABO Nacional